Dr.  Rogério  M. Alvarenga
Médico - CRM-RJ 23.389-0

Deficiência do Hormônio de Crescimento (GH) no adulto e no Envelhecimento (quando clinicamente e laboratorialmente comprovado deficiência)
 

A deficiência de hormônio do crescimento inicialmente descoberto em crianças com atraso no desenvolvimento, hoje,
também é uma deficiência clínica bem estabelecida no adulto, graças ao avanço da biotecnologia hoje já possível o seu tratamento com hormônio bioidêntico, hormônio do crescimento recombinante humano (GH), e sua reposição têm um impacto de extrema importância sobre a qualidade de vida do paciente por tornar o indivíduo mais apto socialmente e economicamente.


Dados indicam redução na expectativa de vida em pacientes com deficiência de hormônio do crescimento no adulto, pois esta deficiência leva a sintomas e sinais clínicos como fadiga, aumento da massa gorda, diminuição da massa muscular, diminuição da densidade mineral óssea e qualidade de vida, alteração no metabolismo dos lipídios e intolerância à glicose. Esta síndrome também tem sido associada com a diminuição do desempenho cardíaco e redução
da expectativa de vida.

Ultimamente tem havido diversas matérias jornalísticas a respeito genericamente sobre "Hormônio de Crescimento" deixando uma certa dúvida sobre o que é Hormônio de Crescimento (hGH) e com isto levando a uma série de interpretações errôneas sobre a ação e o efeitos colaterais do Hormônio de Crescimento injetável.

Desde tempos imemoriais o ser humano vem buscando conquistar a juventude eterna e mesmo com todos os avanços da medicina ainda é impossível para maioria de nós vivermos mais de 100 anos.

O Hormônio de Crescimento Humano (hGH, GH ou Somatropina) é secretado pela glândula hipófise que éMolécula do Hormônio de Crescimento localizada no centro do cérebro, com picos de produção durante a adolescência quando o crescimento é muito rápido. É o hormônio primário responsável por manter a saúde física e mental e pela reparação conserto dos tecidos, curando, fazendo a substituição de células, força  óssea, função cerebral, produção de enzimas, integridade dos cabelos, unhas e pele. Pela volta dos 60 anos de idade não é incomum ver declínios na ordem de 75% em relação a pessoas na  juventude.

O Hormônio de Crescimento é uma molécula de proteína complexa com 191 aminoácidos. Devido ao seu tamanho, complexidade e configuração estereoscópica não pode ser tomado por via oral, somente por injeções.

O hipotálamo é o local primitivo do cérebro que envia sinais estimulado ou inibido os hormônios para a glândula Hipófise (também chamada de Pituitária). O GH-RH (Hormônio estimulante do Hormônio de Crescimento) sinaliza a glândula hipófise secretar mais hormônio de crescimento (hGH). Por outro lado, o Hormônio Inibidor do Hormônio de Crescimento (GH-IH ou Somatostatina) sinaliza para a glândula hipófise deixar de produzir mais GH.

Basicamente os efeitos orgânicos associados ao hGH são causados através de uma substância chamada IGF-1 ("Insulin-Like Growth Factor-1 ou Fator de Crescimento Insulina Símile-1"). O fígado e outros tecidos são estimulados pelo Hormônio de Crescimento  a secretar o IGF-1 que  é a substância responsável pelo aumento da massa muscular, diminuição do percentual de gordura, crescimento dos nervos e ossos, aumento do colágeno com redução das rugas da pele, aumento da energia e das funções mentais, neurológicas e sexuais.

Uma vez a hipófise recebe o sinal estimulante positivo então secreta hGH que em troca estimula o fígado para produzir IGF-1. Esta é a substância que está comumente medida como um marcador de substituto para produção de hGH. Baixo IGF-1 = baixo hGH.

 

A dosagem do IGF-1 é o meio mais preciso de se avaliar o hGh pois o mesmo é liberado por pulsos que chegam a 5 por dia – sendo o maior logo antes sono. Se nós fôssemos medir o hGH diretamente que poderia nos mostrar como sendo muito baixo ou muito alto, dependendo do horário em que o sangue foi retirado para a dosagem. Dosando-se o IGF-1 evita-se este problema por causa de seus níveis sanguíneos mais constantes.

 

Uma vez que os níveis de IGF-1 são bastante altos, uma mensagem de realimentação é mandada de volta à hipófise e o hipotálamo para modular secreção de hGH adicional. Isto é realizado secretando mais Somatostatina que então reduz a velocidade produção de hGH.

Graças a pesquisas feitas nas últimas décadas viu-se que o Hormônio de Crescimento Humano (hGH) que sempre foi utilizado em crianças com deficiência de crescimento por falta desse hormônio, poderia no adulto "frear" o relógio biológico e assim levar a um estado de rejuvenescimento, já que na medida que envelhecemos a ação deste hormônio decresce progressivamente.

 

 

Entretanto na prática o que se viu não foi bem o esperado. O tratamento era feito através de injeções, o custo era altíssimo pois o hormônio era extraído da hipófise de cadáveres e mais recentemente por síntese envolvendo técnicas muito sofisticadas e apresentava uma série de efeitos colaterais, pois estavam sendo utilizadas doses superiores as necessária, que entre eles incluem edema, reações alérgicas, síndrome do Túnel do Carpo, acromegalia (aumento desproporcional das extremidades), diastema (afastamento dos dentes), aumento da mandíbula, surgimento de estrias, aumento desproporcional do volume das mamas, desenvolvimento de diabetes e estímulo do crescimento de tumores cancerígenos se a pessoa tiver células cancerígenas latentes.

Manifestações clínicas da deficiência do hormônio de crescimento no adulto (GH):
(ARQ BRAS ENDROCRINOL METAB 2008)

Alteração da composição corpórea
Aumento da gordura corporal
Redução da massa muscular
Redução do volume líquido extracelular
Diminuição da densidade óssea
Comprometimento do bem-estar psicológico
Diminuição da função renal
Diminuição da taxa metabólica basal
Diminuição da capacidade de exercício
Aumento da resistência à insulina
Aumento dos fatores de risco cardiovascular
Alterações da estrutura e função cardíaca

 


O gráfico demonstra declínio do hormônio de crescimento (gh) a partir dos 29 anos de idade (diminuição de 1.33% ao
ano)


O que as pesquisas têm demonstrado é que a deficiência de hormônio do crescimento no adulto, é muito mais freqüente do que se imaginava, pois vários sinais e sintomas do envelhecimento "normal"pode se confundir com a deficiência total ou parcial do hormônio do crescimento (GH).

Dr.Imre Zs Nagy é um prestigiado pesquisador em envelhecimento humano e também fundador e editor chefe da prestigiada revista médica científica americana Archives of Gerontology and Geriatrics. Dr. Nagy explica sobre a síndrome da deficiência do hormônio de crescimento no adulto e declara: "A Sociedade deve aceitar a possibilidade de que os seres humanos podem controlar o seu tempo de vida... é importante ter uma organização que informe ao público a verdade."

 

Deficiência do Hormônio de Crescimento no Adulto (GHD)

A deficiência do Hormônio de Crescimento (GHD) na vida adulta é uma síndrome conhecida por GHDA, a qual é bioquimicamente definida dentro de um contexto clínico.

Esta síndrome está associada a diversas características fenotípicas, metabólicas, e de qualidade de vida que podem ser melhoradas quando ocorre uma terapia de reposição do GH.

Clinicamente, são considerados pacientes portadores de GHDA aqueles adultos com sinais de deficiência desde o início da infância e indivíduos com sintomas de doença hipofisária/hipotalâmica ou que tenham recebido irradiação craniana ou tratamento tumoral ou aqueles com injúria cerebral traumática ou hemorragia sub-aracnóide.

Para os pacientes com diagnóstico de GHD, a terapia de reposição tem se tornado uma prática padrão. No entanto, uma seleção correta dos pacientes de risco para terem GHD é fundamental para se alcançar o diagnóstico correto.

Diversos testes para diagnóstico de GHDA estão disponíveis e a disponibilidade de múltiplas modalidades de testes enfatiza a complexidade envolvida em determinar um diagnóstico preciso e a necessidade de se individualizar o teste para a circunstância clínica de cada paciente.

Adultos com GHD incluem dois diferentes grupos - aqueles com diagnóstico prévio de GHD na infância e aqueles que adquiriram na vida adulta devido a outras patologias. Diretrizes internacionais defendem consistentemente que pacientes com GHD, desde o início da infância, devem ser submetidos a repetidas avaliações uma vez que a altura final do adulto é alcançada, seguida de uma janela na terapia de GH por alguns meses.

Principais Sintomas:

Pacientes adultos apresentam determinados sintomas clínicos que podem ser diferenciais para a inclusão de GHD. Estes sintomas estão relacionados abaixo:

  • Alteração na memória, velocidade de processamento e atenção

  • Ausência de bem-estar

  • Depressão

  • Ansiedade

  • Isolamento social

  • Cansaço

  • Ausência de força física

  • Síndrome da Fibromialgia

  • Disfunção neuromuscular

  • Adiposidade central

  • Diminuição da massa muscular

  • Diminuição da densidade óssea

  • Falha na função cardíaca

  • Aterogênese acelerada com aumento da camada íntima-média da carótida

  • Aumento do Colesterol-LDL

  • Estado protrombótico

  • Diminuição da sudoreses e termoregulação

 

Quando repor ?
 
Primeiramente cada paciente é avaliado através de uma consulta médica personalizada e específica em deficiência
hormonal no envelhecimento. Durante esta avaliação médica é analisada sintomas e sinais clínicos de deficiência do hormônio de crescimento (hGH) entre outros hormônios, estilo de vida que podem influenciar diretamente o seu aumento ou diminuição no organismo, após estudo clínico e laboratorial detalhado pode ser indicado a reposição com hormônio de crescimento (hGH), quando deficiente.
 

 

Declínio da produção do Hormônio de Crescimento

 

 

Declínio do hGH secretado em relação a idade.Esses resultados negativos levaram a mais estudos que demonstraram que o hGH continua a ser produzido por toda a vida, mas a sua liberação é que vai sendo reduzida com o envelhecimento. Isto levou a busca de substâncias que estimulassem a sua liberação, e não mais a sua produção. Descobriu-se também que até os 80-90 anos de idade a hipófise ainda produz o hGH, quando o organismo começa a encerrar a sua produção. É a chamada Somatopausa.

O fator idade também está relacionado com outros hormônios do corpo, entre eles há a elevação da Somatostatina que age inibindo o hGH. Também por deficiência da Insulina no controle sanguíneo da glicose, associado principalmente a uma maior ingestão de carboidratos, ocasiona uma liberação do Hormônio de Crescimento, levando-se assim a conclusão que o emagrecimento também ajuda a elevar os níveis do hGH.

Quando se envelhece a produção de hGH, começa a cair, seja por lentidão de secreção da hipófise ou por causa de verdadeiro declínio de hGH. O resultado é o mesmo: níveis baixos de hGH e IGF-1 e uma série de sintomas que nós sabemos são os sinais que demonstram o envelhecimento, tais como:

 

  • Perda de elasticidade = emagrecimento, flacidez e enrugamento da pele

  • Perda de massa óssea = osteoporose

  • Perda de força muscular = debilidade e fraqueza

  • Tecido gorduroso aumentado = acumulação de gordura

  • Perda de contratilidade do músculo cardíaco = falência miocárdica

  • Perfil lipídico desfavorável = aumento do Colesterol e redução do HDL

  • Perda de disposição física e mental

  • Perda do vigor sexual e libido

 

O GH recombinante, já disponível no mercado brasileiro em forma  injetável através de uma caneta aplicadora.
 

Entre as melhoras apresentadas em média de 3 meses de tratamento com o GH temos as seguintes:

 

 

  • Melhora da Pele
  • Aumento do colágeno
  • Crescimento de unhas e cabelos
  • Maior controle na regulação térmica do corpo
  • Aumento da função cardíaca
  • Aumento da massa muscular
  • Aumento da força física
  • Redução da gordura corporal total
  • Redução da gordura visceral e abdominal
  • Melhores resultados nos exercícios físicos
  • Ganho de massa óssea
  • Regularização do colesterol com aumento do HDL ('bom') e redução do LDL ("mau")
  • Regularização da função tireoidiana e pancreática
  • Melhora da ação da insulina sobre a glicose em pessoas obesas
  • Aumento da energia mental
  • Aumento da capacidade da interação social
  • Melhora da memória e capacidade de concentração
  • Melhora dos sintomas depressivos e de instabilidade emocional
  • Melhora na ereção peniana
  •  Aumento da libido, com melhora acentuada na vida sexualMelhora da pele com o uso do Pro-hGH
  • Estes resultados foram melhor observados após avaliações feitas a partir do 3º mês de uso do hGH. Essas melhoras variam de 25% a 75% sobre o quadro clínico de antes do tratamento. Em pacientes avaliados após 1 ano de tratamento os resultados chegaram a grande de melhora em relação ao início.
     

    A nova geração do hGh é uma forma hormonal que ativa a suplementação do hGH para um padrão mais jovem. Estudos publicados no “New England Journal of Medicine” considerou que normalizando os níveis do hGH, pode prevenir e pode retroceder os sinais e sintomas de envelhecimento biológico.
     

    A partir do momento que a Somatostaina aumenta com a idade para diminuir os níveis de hGH, é importante para a eficácia do secretagogo peptídeo inibir a ação deste hormônio e os receptores hipotalâmicos têm sido identificados como os peptídeos responsáveis pela inibição da Somatostaina e estímulo do GHRH.

     

     

    Resultados Clínicos

    Um grupo de pacientes foi clinicamente avaliado pelas chances de existirem níveis superiores de sintomatologias e de IGF-1 em um período de 12 semanas que foi administrado o hGH. O IGF-1 inicial medido oscilou entre 21 e 176.

    Os pacientes auto-avaliáveis, apresentaram significantes melhoras na sua resistência e composição corporal, cabelo e pele, função sexual, cicatrização e imunidade, função mental e em todas as 23 áreas de avaliação. Observações clínicas adicionais refletiram significantes melhoras na manutenção do açúcar sanguíneo em pacientes diabéticos, baixo antígeno específico da próstata (PSA), melhora da função cardíaca e pulmonar, manutenção da pressão sanguínea e melhora nos sintomas da menopausa.

     

    Áreas de atividade do IGF-1

    Livro do Dr. Ronald Klatz (EUA) sobre ações do hGH para manter-se jovemOs níveis de IGF-1 não exibem variações diurnas e a medição de IGF-1 reflete a integração entre o GH e a bioatividade. Os resultados dos pacientes auto-avaliáveis indicam receptibilidade sintomática ao GH antes das 4 semanas em todos os pacientes, com melhora continuada entre a quarta e a quinta semana. Aumento da energia, resistência e composição corpórea foram as melhoras mais reportadas dentre as outras observadas nestas 4 semanas. Novos cabelos cresceram, restauraram-se as cores do cabelo,  a pele melhorou, desaparecimento de descolorações na pele, geralmente ocorreram entre 8 e 12 semanas, com melhora continuada após a 12ª semana.

     

    Conclusão IGF-1, PSA e Risco de Câncer de Próstata

    Sabe-se que os níveis de PSA aumentam com a idade. Como os níveis de PSA aumentam para níveis superiores a 4.0 ng/ml, há uma correlação negativa entre os níveis de PSA e de IGF-1. Os níveis de PSA neste grupo são seis vezes maiores do que àqueles níveis de PSA menores do que 4.1 ng/ml. Altos níveis de PSA são relacionados a baixos níveis de IGF-1. Naqueles pacientes com PSA’s menores do que 4.1 ng/ml, não há correlação entre os níveis de PSA e os de IGF-1.

    A terapia com GH tem sido tipicamente monitorada por laboratórios de análises com IGF-1. Para dados, IGF’s 2 – 7 têm sido identificados, mas o significado relativo destes outros fatores do crescimento insulina símile – como se relata, para a avaliação da longevidade e suas próprias funções – não têm sido muito elucidados. Devido à quebra da consistente correlação entre IGF-1 e a melhora sintomática, a avaliação dos pacientes pode permitir que os clínicos façam um discernimento clínico sobre as recomendações terapêuticas aos pacientes.

    O GH  tem se mostrado como uma terapia  segura e eficaz capaz de melhorar muitos sinais e sintomas clínicos associados ao processo de envelhecimento, assim como no estímulo do crescimento em jovens e na estimulação ao aumento de massa muscular e força em atletas.

    Existem vários fatores conhecidos da eficácia da liberação e receptividade do hGH, inclusive regulação da insulina, receptores somatotróficos, GHRH, função do fígado e receptores IGF-1. Correlacionando-se farmacologicamente estes fatores com a ação dos peptídeos da pituitária anterior e IGF-1 iniciou-se o desenvolvimento de uma eficaz terapia com o Hormônio de Crescimento. Clinicamente, a eficácia do hGH tem sido verificada entre as medições de IGF-1 e a avaliação dos pacientes.

    É importante manter uma dieta rica em proteínas e uma ingestão moderada de lipídeos e carboidratos. Recomenda-se eliminar o açúcar refinado da dieta e fazer exercícios de resistência 3 vezes por semana.

    Ele é indicado para suplementar o hormônio de crescimento em homens e mulheres, os quais possuem deficiência do mesmo. Os níveis de IGF-1 e IGFBP-3 devem dosados antes e depois de três meses de tratamento.

    Mulheres que sofreram histerectomia com remoção dos ovários, ou que sofram de doenças degenerativas crônicas são muito beneficiadas.

     

    A Reposição do hGH no adulto pode promover:

    •  No aumento de massa muscular;

    •  Aumentar o reflexo mental;

    •  Aumentar a elasticidade da pele;

    •  Intensificar o desempenho físico, como exercícios para perda de peso;

    •  Melhora da manutenção da pressão sanguínea;

    •  Melhora dos sintomas da menopausa;

    •  Melhora na regulação do açúcar no sangue em pessoas diabéticas;

    •  Auxilia no crescimento, reparo e manutenção de todos os tecidos;

    •  Provê avançado suporte para o hipotálamo e para a glândulas pituitária.

     

     
     
    REFERÊNCIAS  CIENTÍFICAS  PARA  USO  DO  GH  EM  ADULTOS
     
     
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    "Antes de fazer uso de qualquer tipo de Hormônio, consulte sempre um Médico Especialista"

    Este artigo não pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional do paciente e  fazer um estudo pormenorizado com exames laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma)e outros através de sangue, urina e fezes.

    Dr. Rogério Alvarenga é Médico (CRM-RJ 23.389-0), Especialista em Medicina Ortomolecular. É também Endocrinologista e tem Título de Especialista em Nutrologia Médica pela AMB. É membro da Academia de Ciências de NovaYork ("The New Academy of Sciences" - USA) entre outras no exterior. Membro da ABESO(Associação Brasileira para Estudos da Obesidade) e  outras. Membro-Fundador da SOMORJ-Sociedade de Medicina Ortomolecular do Estado do Rio de Janeiro.

    Medicina Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em Geral. Para informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada. Terapia Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em GeralPara informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada.  Para marcação de consultas utilize-se também do Fax (21) 2611-7520; entretanto, Sugestões, Perguntas e Dúvidas somente serão respondidas pela internet.

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