Website do Dr. Rogério Alvarenga

  Dr. Rogério M. Alvarenga
Médico - CRM-RJ 23.389

O Stress ou Estresse trata-se de uma reação neuro-hormonal a uma situação inesperada, ou seja, o cérebro libera substâncias (neuro-hormônios) que irão modificar todo o funcionamento do organismo. O stress é uma das situações que melhor responde ao tratamento pela Terapia Ortomolecular.

sempre uma tendência distorcida a associar o stress à sintomas emocionais ou seja " estaria estressado quem estivesse nervoso", mas não é o que ocorre na verdade.

 Nos tempos das cavernas, o nosso ancestral, ainda um hominídeo, quando saia de sua caverna, ao de deparar com uma fera, que era sua caça mas ao mesmo tempo ele era a caça da fera, tinha duas opções:

 

 

  • Enfrentava a fera     ou

 

  • Fugia da fera

Em qualquer das duas opções pode-se claramente compreender que havia mudanças na fisiologia do organismo desse hominídeo preparando-o para a luta ou para a fuga, (esta mudança fisiológica é chamada de stress).

Ao vencer a luta ou ao fugir dela essa reação preparativa desaparecia sem qualquer conseqüência fisiopatológica.

Já o homem contemporâneo no entanto,  enfrenta "feras" em seu cotidiano sem todavia conseguir vencê-lo ou de fugir e isto trás conseqüências. É a resposta dada pelo organismo em função de qualquer pressão identificada por ele como hostil (pressão do mundo externo e/ou pressão do mundo interno).

Esta resposta traz modificações psico-neuro-imuno-endócrinas - não necessariamente nesta ordem e pode ser:

 

  •  Preparativa

  • Adaptativa

  • Desadaptativa

Essa pressão identificada pelo organismo como hostil nós denominamos de estressores e os classificamos genericamente em:

  • Doenças ou traumatismo

  • Calor ou frio excessivos

  • Ameaças reais ou fictícios à segurança ou ao "status quo"

 

Características dos estressores: os fatores que levam ao stress podem ser:

  • Fortes - Transitórios

  • Fracos - Costumeiros

  • Permanentes - Inusitados

Do ponto de vista didático o stress é decomposto em fases:

  • Fase de alerta - é preparativa

  • Fase de resitência transitória - é adaptativa

  • Fase de resistência duradoura - é desadaptativa

  • Fase de exaustão = é desadaptativa

 

Essas fases são controladas e reguladas pelas supra-renais que por sua vez são estimuladas a partir da seguinte seqüência também conhecida como cascata do stress.

 

 

  

Pela visualização da cascata do stress podemos perceber que:

* a reação hormonal é da córtex da suprarrenal - Cortisol e  DHEA

* a reação nervosa é da medula da suprarrenal - Adrenalina e Noradrenalina

 Fase de alerta

É uma fase preparativa e predominantemente adreno medular (hormônios da medula da glândula supre-renal) e tem curta duração. Nesta fase as respostas são fisiológicas preparam o organismo para a luta ou a fuga (modelo primitivo de embate físico). Ela é considerada a fase positiva do stress e pode apresentar os seguintes comportamentos a seguir descritos, alternada ou conjuntamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fase de resistência

É adaptativa/desadaptativa e predominantemente adreno cortical (hormônios da córtex da glândula supre-renal), é mais longa que a anterior, e permite que o organismo continue a lutar contra o estressor mesmo depois que os efeitos da fase de alerta desapareceram, é nessa fase que o organismo lança mão do seu estoque de nutrientes formadores (vitaminas, minerais e ou aminoácidos).

 Ela está dividida em:

* Fase de resistência transitória -  (é adaptativa) as respostas ainda são fisiológicas (embora adaptadas) e estão a serviço do modelo do lutar ou fugir. É quando  melhor se visualiza o conceito de reação de adaptação geral (seria uma adaptação da fase de alerta).

* Fase de resistência duradoura - (é desadaptativa) nesse caso as respostas são fisiopatológicas.

 

Fase de exaustão

Ela é desadaptativa; é quando pela permanência do elemento estressor, o stress como resposta fisiológica perpetua-se além da fase de resistência duradoura levando á falência a capacidade do organismo de liberar hormônios, leucócitos, antioxidantes, neurotransmissores, em conseqüência do esgotamento dos estoques de nutrientes formadores (vitaminas, minerais, aminoácidos) e da exaustão das suprarrenais.

 

Cardápio contra o Stress
 
Pense em quantas vezes você desejou que o dia tivesse 48 horas para cumprir todas as tarefas e, ante a impossibilidade de esse milagre acontecer, passou o tempo todo correndo de um lado para o outro. Foram muitas, certo? Pois saiba que a tensão constante causa alterações no humor e, acredite, no peso. O Stress nas alturas contribui para a produção de cortisol, um hormônio associado ao acúmulo de gordura no abdômen e uma maneira consagrada de apagar o pavio desse estresse é fazer exercícios, mas não é a única.

Há estudos que apontam a relação entre certos nutrientes com uma menor agitação. Um desses estudos foi publicado recentemente pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos. Nele, os jovens que receberam suplementação de ômega-3 apresentaram uma redução de 20% nos níveis de ansiedade quando comparados a quem consumiu cápsulas inócuas. A dieta exerce um papel importante no controle dos ânimos,mas nenhum alimento é mágico. O tratamento é multidisciplinar, mas confira abaixo os nutrientes que deixam tanto o cardápio quanto a sua mente mais equilibrados.


Ômega-3
Para os pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio, a suplementação com essa gordura benéfica brecaria a ansiedade ao reduzir a concentração de citocinas, substâncias consideradas pró-inflamatórias. Os ômegas 3 e 6 facilitam a atuação de neurotransmissores como a serotonina, que cria a sensação de bem-estar.
Fontes: linhaça, óleos vegetais, azeite de oliva e peixes de água fria, como atum, sardinha e salmão


Triptofano
Esse aminoácido essencial é precursor da tal serotonina; pessoas com concentrações normais da substância têm menos episódios de ansiedade. Aposte também em carboidratos complexos, como os cereais integrais, que estabilizam os níveis de insulina. É que esse hormônio, responsável por botar o açúcar para dentro das células, deixa o triptofano mais disponível no sangue.
Fontes: banana, leite, arroz integral, soja, feijão, chocolate amargo, peixe, aves, carne bovina, manga e abóbora


Magnésio
A enzima que converte o triptofano em serotonina é dependente desse mineral e, daí, sua presença ajuda a acalmar os nervos. Além disso, o magnésio bloqueia um receptor chamado NMDA, que causa uma excitação exagerada no cérebro e a consequência são sintomas como irritação, ansiedade e estresse.
Fontes: cereais e grãos integrais, abacate, nozes, castanhas, amêndoas e vegetais folhosos


Vitamina C
Estudos com cobaias mostram que ela ajuda a reduzir a produção de cortisol, hormônio do estresse e esse não é seu único trunfo: ela combate os radicais livres, moléculas nocivas que fazem a festa em momentos de tensão.
Fontes: acerola, limão, laranja, morango, caju, brócolis e rúcula


Arginina e Lisina
Pesquisas indicam que combinar esses dois aminoácidos diminuiria a concentração de cortisol pelo corpo, garantindo uma baita tranquilidade, mas sua forma de ação, porém, ainda não é conhecida.
Fontes: cacau, nozes, castanha de caju e semente de girassol


Cálcio
Entre suas tarefas estão administrar a transmissão de impulsos nervosos e, junto com o magnésio, gerenciar a contração muscular. A ausência desse mineral é capaz de gerar uma senhora agitação.
Fontes: leite e derivados, vegetais verde-escuros, salmão e gergelim



Complexo B
Todas as vitaminas desse grupo mantêm o corpo em ordem. Mas, a B6 e o ácido fólico são essenciais para a formação do neurotransmissor serotonina. Sem essa dupla do complexo B somada ao triptofano e ao magnésio, ele não é criado.
Fontes: feijões, lentilha, grão-de-bico, cereais integrais, aspargos e couve


Sossego pós-malhação


As evidencias levam a crer que os exercícios acalmam os nervos porque estimulam a liberação de uma substancia chamada endorfina. Até agora as atividades aeróbicas, como corrida, pedalada e natação, mostraram-se mais eficientes nesse sentido. Mas para a sessão de descarrego funcionar mesmo e preciso escolher o horário do treino com cautela. Afinal, malhar a noite pode atrapalhar o sono de muita gente e tornar o dia seguinte um verdadeiro pesadelo.
 

 

Profissões e o Stress

 

Quando o Stress é a causa das doenças

Os exames não indicam nenhuma causa orgânica, mas os sintomas estão lá. E por mais que o Médico tente combatê-los, eles retornam, principalmente em situações de tensão. Sim, emoções como stress, tristeza, decepção e frustração podem se converter em enxaquecas, gastrite, doenças de pele e em casos mais grave até mesmo servir de gatilho para doenças autoimunes. É o que a Medicina chama de somatização.

O stress é considerado o principal causador das doenças emocionais. Uma situação de tensão ou risco produz no organismo uma série de reações: o corpo libera adrenalina, aumenta a glicose e concentra energia nos músculos e órgãos vitais, como cérebro e coração. A respiração se acelera para oxigenar os pulmões, a frequência cardíaca aumenta, a pupila dilata. Tudo isso para que possamos reagir rapidamente. Embora seja um processo natural, a defesa constante do organismo pode ocasionar problemas. Isso significa que as angústias produzidas diariamente pelo fim do prazo para entregar um trabalho, os problemas de relacionamento em casa ou o trânsito que não flui acabam tendo impacto na saúde.

Com a estimulação constante para o enfrentamento, o corpo produz grandes quantidades de cortisol, que circula no sistema nervoso e afeta o sistema imunológico. O cortisol, hormônio produzido pela glândula supra-renal, é capaz de destruir células de defesa do organismo e com isso deixar as pessoas mais propensas a doenças e infecções. Cada pessoa tem um ponto fraco, o que chamamos de órgão alvo. Para alguns, o stress emocional ataca o sistema digestivo, e por isso ao sofrer uma situação de tensão a pessoa acaba tendo diarréia ou dor de estômago. Outras pessoas apresentam dor de cabeça, mas essa dor não tem origem neurológica, é puramente tensional. Há casos até em que a pessoa desenvolve dificuldade para respirar que pode chegar a asma.

Nesses casos, mais do que tratar o sintoma, é preciso buscar a causa. Muitas vezes os exames desses pacientes não acusam nada de errado, por isso é importante que a equipe médica trabalhe unida, o Médico tem que saber quando encaminhar esse paciente para tratamento. No entanto, como a somatização é um processo lento, seu tratamento também é. O tratamento vai trabalhar o comportamento da pessoa e por isso exige dedicação.

Embora não exista um padrão entre os pacientes que somatizam, sabe-se que a personalidade podem influenciar no surgimento de doenças. Pessoas pouco flexíveis, que se frustram com facilidade e se cobram demais tendem a ter mais problemas. Estudos mostram que os latinos costumam ter maior propensão à somatização, talvez
pela maneira como expressam e lidam com seus sentimentos. Da mesma forma, acredita-se que as mulheres também sejam mais suscetíveis.

Sabe-se também que algumas doenças como lupus, artrite, fibromialgia e vitiligo têm relação com as emoções. Sabemos que pacientes com lupus ou artrite frequentemente apresentam também depressão, mas o que não se sabe ao certo ainda é o que é causa e o que é consequência, ou seja, se a depressão levou a uma dessas doenças autoimunes ou se a ocorrência dessas doenças é que acabou deixando o paciente deprimido.

Algumas práticas associadas a Ortomolecular como acupuntura também podem ajudar a tratar quem sofre com a somatização. A Ortomolecular trabalha o equilíbrio do organismo como um todo, tratando não apenas os sintomas, mas buscando a causa, e por isso ajuda a melhorar desordens psíquicas como angústia, depressão e medo que muitas vezes se transformam em queixas físicas.

 
Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa
biologia pelo que pensamos e sentimos!
Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo  modificados por eles. Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.
A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida. A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.
Suas células estão constantemente processando as experiências e metabolizando-as de acordo com seus pontos de vista pessoais.
Não se pode simplesmente captar dados brutos e carimbá-los com um julgamento.
Você se transforma na interpretação quando a internaliza.
Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.  
Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição. Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos.
A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.
O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.
Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse: “ Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos.”
Você quer saber como esta seu corpo hoje? Lembre-se do que pensou ontem.
Quer saber como estará seu corpo amanhã?
 
Olhe seus pensamentos hoje! 
 
Ou você abre seu coração,
ou algum cirurgião cardíaco o fará por você!

 

 

Stress gerado pelos engarrafamentos

tem efeitos fisiológicos e emocionais

Inspira, expira... Só mesmo com muito exercício de respiração para passar no teste de paciência que o trânsito, cada vez mais engarrafado, vem impondo aos cariocas. Com tantas obras e alterações nas vias da cidade, não tem sido fácil manter a calma, mas controlar o estresse é de extrema importância para evitar problemas de saúde.

Seja como motorista ou como passageiro, o desgaste mental de ficar preso por horas no trânsito vem de uma sensação de impotência gerada pela situação: a impressão de estar amarrado, sem poder ir ou voltar, produz uma ansiedade que ativa o sistema nervoso autônomo simpático, que é responsável por nos preparar para fuga ou enfrentamento.

Com isso, o corpo cria uma resposta orgânica ao estresse, o que inclui aumento da freqüência cardíaca e controle do processo digestivo.

Assim, a ativação freqüente do sistema nervoso simpático por ansiedade acarreta diversos efeitos fisiológicos prejudiciais à saúde. Os efeitos subjetivos do desgaste mental também se mostram perigosos, sobretudo quando não se consegue descarregar a tensão e começa-se a perder o prazer em fazer outras coisas, como rever a família após um dia de trabalho.

Quando a pessoa passa a se sentir perseguida, como se o trânsito estivesse ruim para prejudicá-la, é sinal de que já há um pequeno distúrbio paranóide em relação ao trânsito e que é hora de buscar ajuda.

 

Stress e Envelhecimento

O stress envelhece e a prova disso foi encontrada dentro das células por um estudo americano.

Todos já ouviram histórias como "Fulano envelheceu depois da morte do filho" ou "Sicrano ficou de cabelo branco quando cuidou do pai no hospital". Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em São Francisco, nos Estados Unidos, acaba de demonstrar que há verdade por trás desses clichês. O estudo comprova pela primeira vez que o stress acelera o envelhecimento. Além disso, a pesquisa indica a influência direta do estado psicológico sobre a longevidade das células do organismo. Pessoas que têm uma percepção elevada do próprio stress envelhecem mais rapidamente pois existem certas formas de pensar que contribuem para o stress – a idéia, por exemplo, de que os problemas com que lidamos são insolúveis.

Os cientistas envolvidos nessa pesquisa examinaram 58 mães de 20 a 50 anos, 39 das quais cuidavam de filhos com autismo, paralisia cerebral ou outras deficiências. Os cientistas analisaram o grau de envelhecimento de células do sistema imunológico dessas mulheres. O principal indicador do envelhecimento celular é uma seção na ponta do cromossomo – as fitas de DNA que guardam nosso material genético – chamada telômero. Trata-se de uma espécie de tampa bioquímica, que tem a função de manter a integridade do DNA, impedindo que a molécula se desfaça. Cada vez que uma célula se divide, o telômero fica um pouco menor, até atingir um ponto crítico. A partir daí, a célula não se reproduz mais e acaba morrendo. O telômero, portanto, é um indicador de idade celular. Ao mostrar que o stress encurta prematuramente os telômeros, a pesquisa indicou uma relação entre ele e o envelhecimento. A pesquisa comprovou que o desgaste de prestar cuidados intensivos a um filho cobra seu preço. A diminuição dos telômeros foi mais acelerada nas mulheres que cuidavam de filhos deficientes. Testes psicológicos revelaram que o modo como essas mulheres encaravam seus problemas também desempenhava um papel. A idade celular daquelas que se percebiam como tendo altos níveis de stress chegou a ser até dez anos superior à das mulheres da mesma idade com baixos níveis de stress. Além do comprimento do

telômero, a pesquisa mediu níveis de telomerase – uma enzima que tem a função de restaurar as perdas do telômero – e de radicais livres, substâncias que danificam tecidos celulares, intensificando o envelhecimento. Os resultados foram consistentes: mulheres mais estressadas apresentaram níveis mais baixos de telomerase e mais altos de radicais livres.

A pesquisa deixa uma lição básica: paz de espírito ajuda a retardar a velhice; muitos gostariam de ter uma pílula mágica, mas o modo mais efetivo de reduzir o stress está em mudanças no estilo de vida e a  essas pessoas submetidas a ao stress intenso recomenda-se relaxamento e alimentação equilibrada para combater a essa agressão, além de uma atitude mais serena diante de aspectos da vida sobre os quais não se tem controle.

Stress e Sexo

Sexo cura

Pesquisa britânica informa: além do prazer, ele atenua o stress e ajuda a diminuir a pressão arterial

Como se não bastassem os benefícios óbvios, estudiosos descobriram que sexo é bom remédio para alguns males. Pesquisa da
universidade britânica de Paisley com 46 voluntários revelou que o ato sexual ajuda a diminuir a pressão arterial e a atenuar o nervosismo, o stress e a ansiedade. Eles registraram em diários as suas experiências sexuais e tiveram a pressão monitorada. Depois, passaram por situações de stress como fazer conta de cabeça e falar em público. Quem fez sexo com penetração ficou menos estressado em público e recuperou os índices normais de pressão sangüínea mais rápido do que quem se masturbou ou fez sexo sem penetração. O efeito calmante estaria relacionado ao estímulo de nervos durante o ato, entre eles o vago, que influencia os processos psicológicos. A liberação do hormônio oxitocina, ligado à atração, também contribuiria para os resultados.

 

 

Stress e o Coração

Stress provoca dano similar a infarto


Notícias chocantes e inesperadas, como a da morte de alguém muito próximo, sempre foram relacionadas a problemas graves, como ataques cardíacos. Mas os cientistas da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, descobriram que um stress emocional repentino também pode provocar danos graves ao músculo do coração similares aos de um infarto clássico, mas reversíveis.

Pessoas que sofrem de cardiomiopatia provocada por stress, conhecida popularmente como "Síndrome do Coração Partido", recebem comumente um diagnóstico errado de ataque cardíaco. Na verdade, elas sofrem de uma contínua descarga de adrenalina e outros hormônios do stress que, temporariamente, abalam o coração.

Essa pesquisa deve ajudar os médicos a distinguir entre cardiomiopatia provocada por stress e ataques cardíacos e também a assegurar aos pacientes que, no primeiro caso, eles não terão danos permanentes no coração. No estudo publicado na revista “New England Journal of Medicine”, os cientistas revelam que algumas pessoas respondem a situações de stress liberando grandes quantidades de hormônios, sobretudo adrenalina e nor-adrenalina, na corrente sangüínea. Essas substâncias são temporariamente tóxicas ao coração, afetando o músculo cardíaco e produzindo sintomas típicos de infarto, como dor no peito e dificuldade para respirar.

 

Stress e Obesidade

O Stress engorda: Tensão libera hormônio que impede
emagrecimento

O stress tem sido apontado como responsável por boa parte das doenças que afligem o homem moderno. Agora, entra na lista de mazelas mais um (e terrível) efeito colateral: o stress engorda. E não apenas porque o estressado costuma atirar-se avidamente sobre uma torta de chocolate. Num processo perverso, a vítima pode engordar mesmo com a boca fechada. O processo corre a sua revelia, porque a tensão contínua faz o organismo liberar, em maior quantidade, dois hormônios responsáveis pela obesidade a adrenalina e a cortisona. Quanto mais tensão, maior o risco de engordar. Pior. Esse tipo de obesidade invariavelmente desencadeia doenças como diabetes, hipertensão arterial, infarto e derrame.

Ganhar peso é conseqüência conhecida por quem toma remédios à base de corticóides. Mas só recentemente foi estabelecida uma associação direta entre o nível de cortisona, o stress e a obesidade. Cientistas suecos, ao analisarem a taxa do Cortisol, o análogo natural, produzido pelo corpo, da Cortisona, em pessoas submetidas à mesma carga de stress durante um dia normal de trabalho, observaram que algumas liberavam muito mais hormônio que outras. O teste foi feito com a coleta de saliva em várias fases do dia, e o resultado foi surpreendente.

Os cientistas  observaram a existência de três grupos:

Recentemente, em um outro estudo, decidiu-se averiguar o comportamento das glândulas supra-renais que secretam hormônios responsáveis pelo metabolismo, inclusive o Cortisol em pacientes com obesidade provocada por stress. Foi verificado que, se muito estimuladas pela produção do Cortisol, essas glândulas, que ficam acima dos rins, aumentam de tamanho. Por esse motivo, a gordura concentra-se no abdome. Descobriu-se ainda que, em boa parte dos casos, as pessoas que têm esse tipo de obesidade engordaram a partir de choques emocionais, como a perda de um parente querido.

Em muitos casos, identifica-se um gatilho para desencadear a obesidade, podendo assim, dividirmos o Stress:

Assim, é fundamental que os Médicos reconheçam que o stress e a depressão levam à obesidade, pois a reação de muitos Médicos é dizer que o paciente está gordo porque come demais, e o resultado são regimes severíssimos ou cheios de modismos. Mas a verdade é que outros fatores podem estar contribuindo para a gordura. O paciente pode não mostrar um quadro de stress ou de depressão, mas estar vivendo "na penumbra da doença".

O tratamento indicado para esse tipo de obesidade não se restringe somente à orientação alimentar, mas inclui táticas de defesa contra a tensão, como mais tempo para o lazer, relaxamento, terapia e até o uso de um antidepressivo moderado.  

 

Sinais de alerta

Os sintomas abaixo são característicos da Obesidade provocada pelo Stress.

Gordura mais concentrada na região do abdome, nas coxas e nos braços
Doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e diabetes
Depressão
Fome compulsiva à noite
Aumento de peso após algum trauma, como separação, morte de parente próximo, desemprego

 

FIQUE ATENTO AOS SINTOMAS:

pode ser uma súbita sensação de ansiedade ou cansaço exagerado. É mais fácil controlar o problema no estágio inicial.
 

PRATIQUE EXERCÍCIOS FÍSICOS:

meia hora diária de ginástica três vezes por semana libera energia, reduz a ansiedade e melhora o humor.
 

COMA DIREITO:

três ou quatro refeições diárias, feitas com calma, ajudam a relaxar. Alimentação balanceada – sem excesso de álcool, doces, salgadinhos e gorduras – ajuda o organismo a enfrentar a tensão.
 

NÃO ESQUEÇA O LAZER: reserve tempo para atividades que dão prazer, como ler um bom livro, ouvir música, adotar um hobby ou praticar esporte.
 

DIGA NÃO:

quem aceita tudo, mesmo a contragosto, tende a acumular obrigações, tanto no trabalho como na vida pessoal. Tarefas além da conta resultam em ansiedade e frustração.
 

MUDE DE ATITUDE: você cria expectativas exageradas? Guarda muito rancor? São comportamentos responsáveis pelos piores quadros de stress. Tente ser mais flexível.
 

CONTE OS SEUS PROBLEMAS:

mesmo que ninguém possa resolver a questão, só o fato de desabafar já é um alívio e tanto. Uma pessoa amiga, um religioso, um psicólogo ou um psicanalista são boas opções.
 

DÊ UM TEMPO:

se você trabalha oito, dez horas por dia, pequenas pausas de hora em hora ajudam a relaxar. Cinco minutos bastam para esfriar a cabeça.
 

TRABALHO VOLUNTÁRIO:

canalizar energia para ajudar outras pessoas pode reduzir a tendência natural de amplificar os problemas pessoais ou de prestar demasiada atenção a si próprio.
 

TENTE RELAXAR: uma técnica eficiente para aliviar a tensão do dia-a-dia consiste em aspirar o ar lentamente e tentar levá-lo para a parte inferior do pulmão. O objetivo é atingir uma respiração regular. Ajuda se a pessoa concentrar o pensamento em um ponto fixo, que pode ser uma frase.

Reações do corpo humano a cada tipo de emoção

"Mapa" mostra temperatura do corpo de acordo com o sentimento.
Pesquisa foi feita com pessoas de diferentes regiões e culturas

Mapa mostra reações do corpo a cada emoção

Um estudo finlandês desenhou um “mapa das sensações corporais”. O esquema traz várias figuras humanas, destacando a temperatura de cada parte do corpo, de acordo com a emoção que a pessoa está sentindo no momento.

O esquema é o resultado de cinco experiências feitas com 701 participantes de diferentes regiões do mundo -- e de diversas culturas --, que apontaram as alterações fisiológicas associadas a cada sentimento. Para a equipe de Lauri Nummenmaa, da Universidade de Aalto, a pesquisa sugere que as emoções são culturalmente universais, e mudanças nesse mapa poderiam indicar distúrbios emocionais.

A imagem abaixo mostra os resultados da pesquisa, sendo que as partes em amarelo são as mais quentes, e as em azul, as mais frias. O estudo foi publicado pela “PNAS”, revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

 

Stress pode dobrar o risco de infertilidade nas mulheres

Estudo alerta mulheres com altos níveis de estresse e indica a busca de estratégias de relaxamento

O excesso de stress pode dobrar o risco de infertilidade nas mulheres, alertam os cientistas. Pesquisadores afirmam que aquelas que apresentam elevados níveis de estresse têm metade de chance de engravidar no período de um ano. Com informações do site do jornal britânico Daily Mail.

Eles sugerem que métodos simples de relaxamento, como uma caminhada diária de 20 minutos, pode aumentar as chances de gravidez.

A relação entre os hormônios do stress e a redução da probabilidade de gravidez foi estabelecida por cientistas em 2010.

Mas o último estudo é o primeiro a mostrar que tensões mentais e emocionais podem causar a infertilidade, que é clinicamente definida como a falta de sucesso em engravidar após 12 meses de tentativas.

Pesquisadores americanos rastrearam 501 casais por um ano e mediram os seus níveis de alfa-amilase, uma enzima na saliva que indica o stress. Mulheres com altos níveis eram 29% menos propensas a engravidar do que as que tinham baixos níveis.

Depois de um ano de tentativas, elas tinham duas vezes menos probabilidade de engravidar, o que é suficiente para serem classificadas como inférteis.

O time por trás do estudo, publicado no jornal Human Reproduction, testou mulheres entre 18 e 40 anos sem problemas de fertilidade conhecidos, e que haviam acabado de começar as tentativas. O progresso delas foi seguido por um ano.

Courtney Denning-Johson Lynch, da Ohio State University, afirma que é importante que as mulheres não se sintam culpadas por não conseguir engravidar. Nós sabemos que muitas coisas podem reduzir o stresse da mulher. Meditação e ioga podem ajudar, assim como simples exercícios diários – de 20 a 30 minutos – são suficientes e as mulheres devem encontrar estratégias que caibam em suas vidas.

Não existem evidências de que as técnicas de relaxamento podem ajudar na concepção mas, em contrapartida, não fazem mal algum e podem ser agradáveis e ajudar em outros aspectos da vida também.

Alterações causadas pelo Stress

Caso as reações causadas pelo Stress perdurem por algum tempo surgirão as conseqüências bioquímicas, físicas, psicológicas e imunológicas deste funcionamento alterado.

Alterações bioquímicas

Entre as alterações bioquímicas estão  as Dislipidemias (alterações do Colesterol e Triglicérides), a Diabetes e a Obesidades (principalmente as abdominais), etc.

Alterações físicas

As alterações físicas são taquicardia, tensão muscular, transpiração excessiva, cansaço, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, dor de estômago, pressão no peito, alergias, queda de cabelo, impotência sexual, dores articulares ou piora em casos de artroses ou artrites, envelhecimento, obesidade, etc.

 Alterações psicológicas

As alterações psicológicas são irritabilidade, isolamento social, incapacidade de relaxar, insônia, desinteresse sexual, perda do prazer, depressão, medo e distúrbio do pânico.

Alterações imunológicas

As alterações imunológicas são infecções de repetição, baixa imunidade, gripes repetidas, ferimentos que custam a cicatrizar, herpes, candidíase que não cede aos tratamentos habituais, agravamento de doenças auto-imunes, etc.

Se você apresenta algum desses sintomas,
procure ajuda médica especializada urgente.

 

 

Avalie seu nível de stress

1) Você se sente insatisfeito com sua vida pessoal?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

2) Com que freqüência você adoece?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

3) Você tem dificuldade de se concentrar nas tarefas do cotidiano ?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

4) Você só enxerga o lado negativo das coisas?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

5) Perde o controle emocional quando se sente pressionado?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

6) Costuma respirar de forma ofegante?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

7) Sente dores musculares?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

8) Acorda cansado mesmo quando dorme a noite inteira?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

9) Você se sente desmotivado sexualmente?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

10) Tem a impressão de que seu trabalho não propicia desafios?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

11) Não se sente motivado com atividades que antes lhe davam prazer?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

12) Toma remédios para controle emocional?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

13) Não consegue relaxar mesmo nos fins de semana e feriados?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

14) No trabalho, acha que não é reconhecido por seu chefe ou pelos colegas?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

15) Você acha que seu chefe exige mais do que você é capaz de executar?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Freqüentemente

 

Total de pontos:

 


Resultado

ATÉ 17 PONTOS
Parabéns! Você está administrando bem seu nível de stress, seja por não se sentir pressionado, seja por dispor de técnicas eficientes para lidar com ele. Mantenha o bom trabalho!

DE 18 A 32 PONTOS
Atenção, seu nível de stress está acima do normal. Reavalie suas prioridades e decida o que pode mudar para controlar sua vida. Seja mais flexível.

ACIMA DE 32 PONTOS
Cuidado! O stress está fora de controle e provavelmente você já está sentindo as conseqüências disso. Busque o apoio de amigos e familiares e respeite seus limites. Se necessário, procure ajuda profissional.

 

 

 

Este artigo não pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional do paciente e  fazer um estudo pormenorizado com exames laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma)e outros através de sangue, urina e fezes.

Dr. Rogério Alvarenga é Médico (CRM-RJ 23.389-0), Especialista em Medicina Ortomolecular. É também Endocrinologista e tem Título de Especialista em Nutrologia Médica pela AMB. É membro da Academia de Ciências de NovaYork ("The New Academy of Sciences" - USA) entre outras no exterior. Membro da ABESO(Associação Brasileira para Estudos da Obesidade) e  outras. Membro-Fundador da SOMORJ-Sociedade de Medicina Ortomolecular do Estado do Rio de Janeiro.

 

Medicina Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em Geral. Para informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada. Terapia Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em GeralPara informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada.  Para marcação de consultas utilize-se também do Fax (21) 2611-7520; entretanto, Sugestões, Perguntas e Dúvidas somente serão respondidas pela internet.

Para informações e marcação de consulta ligue tambem para o Celular (21) 9111-6055, de 2ª a 6ª-feira fe 9:00 às 18:00 hs. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada.

Clique aqui para fazer sua pergunta, dúvida ou sugestão ao Dr. Rogério Alvarenga.

Se você gostou deste Website volte mais vezes. Mas, se você realmente gostou de uma das páginas ou deste WebSite, indique nosso endereço  a um(a) amigo(a). Basta clicar aqui!

Se você realmente gostou desta página ou
deste WebSite, indique-o clicando no ícone.
Obrigado !

Se você não entrou pela página principal, clique aqui para visitar a página principal e as demais do site.

Copyright © Dr. Rogério M. Alvarenga