Website do Dr. Rogério Alvarenga

Reposição hormonal masculina previne e retarda seus sintomas

         Dr.  Rogério  M. Alvarenga
          Médico - CRM-RJ 23.389-0

Ouve-se muito falar em Reposição Hormonal para a mulher porque ela tem sintomas clássicos. Faltou o hormônio, ela pára de menstruar e aí começa o ressecamento da pele, o cabelo fica sem vida e muitas das há também a sua queda, mudanças repentinas de humor, depressão, ondas de calor, obesidade, flacidez na pele e músculos, passa a ter dificuldade nas relações sexuais devido ao ressecamento da vagina, enfim, uma série de sintomas e sinais clínicos que vão surgindo progressivamente. Essas alterações, que na mulher culmina com a "temida" Menopausa, começam a surgir por volta dos 45 anos de idade. Já no homem, vem sendo chamada de "Andropausa" e apresenta sintomas dos mais variados, desde a perda do tônus muscular indo até a sintomas depressivos e desinteresse sexual. Esses sintomas ocorrem mais tardiamente, em relação às mulheres. Ela começa a surgir por volta dos 50-55 anos. São os sinais do tempo provocando principalmente déficit de hormônios também nos homens. Felizmente, com os avanços da Medicina e a descoberta da Terapia de Reposição Hormonal Masculina, é possível ao menos retardar essa triste evolução.

Acima: A silhueta regressiva do homem ( 20 aos 55 anos)
Abaixo: A silhueta progressiva do homem (20 aos 120 anos)

Assim como na mulher -que tem seus níveis de Estrogênio (hormônio feminino) diminuídos-, a medida o homem envelhece os níveis de Testosterona (hormônio masculino) vão baixando progressivamente. A Andropausa, ao contrário da Menopausa, não traz o fim da fertilidade para o homem, apenas uma redução dela devido à menor produção de espermatozóides, mas também tem sintomas incômodos. Entretanto esses incômodos não são observados tão facilmente porque são mais sutis. Em torno dos 55 anos, às vezes até mesmo antes, começa a perda da libido e o interesse sexual diminui ou desaparece, apesar do homem ainda ter ereção peniana. Mais tarde surge a dificuldade em ter ou manter a ereção, alterações de humor, irritabilidade, sintomas depressivos e alterações da memória, entre outros.

 

Sintomas de Níveis Baixos de Testosterona
Cérebro
Depressão
Perda de Concentração
Baixa Auto-Estima
Fadiga Matinal
Alterações de Humor
Irritabilidade

Músculos
Diminuição da Massa Muscular
Flacidez Muscular

Pêlos
Queda de pêlos no peito, face, nas axilas e na região pubiana

Ossos
Diminuição da densidade mineral óssea

Gordura
Aumento da gordura corporal, principalmente da gordura visceral

Sexo
Diminuição do desejo sexual (libido)
Deficiência na produção de esperma
Disfunção erétil (impotência sexual)

Testosterona, chave do problema 

A ação principal da Testosterona leva principalmente sobre os órgãos genitais e sobre o cérebro. Os seus outros alvos são o sistema piloso (pêlos), o tecido muscular, a massa gordurosa, as células sanguíneas e os ossos.


Alvos da Testosterona

Quando a Testosterona diminui, as ações que exerce sobre os tecidos do corpo diminui igualmente. Uma deficiência das taxas da Testosterona reflete-se por conseguinte à vários níveis de funcionamento (psicológico e corporal). Os sintomas observados podem ser diversos e alterar a qualidade da vida. Tomados separadamente, não são claramente evidenciado como Andropausa. No entanto, se estão todos presentes ao mesmo momento, é necessário pensar um diagnóstico de Andropausa. A expressão e a intensidade dos sintomas observados são variáveis entre os homens.

Disfunção erétil pode ser sintoma de problema cardíaco em homens

Dificuldade de ereção chega a mais de 50% na faixa etária acima dos 40 anos; duas estimativas dão conta do problema que muitos homens enfrentam na hora do sexo. De acordo com o estudo Mosaico Brasil, realizado em 2008, mais de 50% dos brasileiros acima dos 40 anos têm algum grau de disfunção erétil. Outra pesquisa indica que 80% dos homens com dificuldades de ereção têm também problemas como obesidade, colesterol alto, diabetes, tabagismo e consumo de drogas e álcool em excesso.

Basicamente, manter a ereção é um fenômeno circulatório, portanto, é preciso ter um bom fluxo sanguíneo na região para garantir a rigidez e algumas doenças impedem que esse fluxo seja satisfatório
A disfunção erétil passou a ser considerada um marcador de doença cardiovascular e um dos primeiros sintomas de algumas doenças crônicas, como a hipertensão arterial e o infarto do miocárdio, pode ser a disfunção erétil.

Já a disfunção psicogênica, associada à ansiedade, é mais frequente em homens mais jovens, sendo que Uma dieta alimentar adequada, rica em frutas e vegetais ou o uso de suplementos a base de vitaminas e determinados aminoácidos, além da prática de exercícios físicos, podem ajudar a evitar tanto a disfunção erétil quanto as doenças crônicas, fazendo com que o homem tenha uma vida sexual satisfatória.

Infelizmente alguns homens ainda tem uma visão distorcida sobre sua saúde, pois acreditam que certos hábitos não interferem em sua vida sexual. Eles tem a certeza que seu pênis é um órgão independente.

A boa notícia é que existe tratamento para todos os graus e tipos de dificuldade de ereção, mesmo os portadores de insuficiência cardíaca, pressão alta e outras doenças relacionadas ao sistema cardiovascular podem fazer uso de medicamentos para o tratamento da disfunção erétil.

 

Os 18 superalimentos que fazem bem para saúde do coração
 

Embora as mortes por doenças cardíacas tenham caído nos últimos anos, elas ainda são a causa de morte número um entre os americanos. A boa notícia é que já se conhece uma gama enorme de formas de prevenir este quadro, e, claramente, a alimentação tem papel fundamental nisso.

Saiba quais são os 18 superalimentos que podem fazer toda a diferença neste sentido. Confira.


1. Salmão

O salmão e outros peixes ricos em gordura como a sardinha são as estrelas de uma alimentação saudável. Isso porque contêm grandes quantidade de ômega 3, demonstrado em estudos como importante para diminuir o risco de arritmia e aterosclerose, além de diminuir as taxas de triglicérides. A American Heart Association recomenda comer peixes deste tipo pelo menos duas vezes por semana.

2. Aveia

A aveia é rica em fibra solúvel, que pode diminuir o colesterol. Ela age como uma esponja no trato digestivo, e absorve o colesterol. Evite a versão instantânea, que geralmente vêm com açúcar; aposte na versão tradicional.

3. Mirtilo

De acordo com um estudo recente, mulheres entre 25 e 42 anos que comem mais de três porções de mirtilo e morango por semana tem 32% menos chances de ter ataques cardíacos. Os autores do estudo atribuem o benefício a um componente conhecido como antocianina, que diminui a pressão do sangue e dilata as veias sanguíneas.

4. Chocolate amargo

Diversos estudos mostram o chocolate amargo como benéfico para o coração. Um deles, de 2012, mostrou que o seu consumo diário reduz as chances de ataque cardíaco não-fatal e AVC. As descobertas se aplicam a versão escura, com mais de 70% de cacau. O chocolate amargo contém flavonóides chamados de polifenóis, que ajudam com a pressão sanguínea e a inflamação. Infelizmente,o chocolate ao leite e outros tipos de doces nao tem este mesmo papel na proteção do coração.

5. Frutas cítricas

Mulheres que consomem grandes quantidades de flavonóides encontrados na laranja e na toranja têm 19% menos risco de acidente vascular cerebral isquêmico. As frutas cítricas também são ricas em vitamina C, que está relacionada ao menor risco de doenças do coração. Fique longe, no entanto, de sucos cítricos cheios de açúcar.

6. Soja

Os produtos derivados da soja, como o tofu ou o leite de soja, são uma boa forma de adicionar proteína a sua dieta sem gordura e sem colesterol. Os produtos de soja são ricos em gorduras poliinsaturadas, que são boas para o coração, além de ter vitaminas, fibras e minerais. Além disso, a soja reduz a pressão do sangue em pessoas que têm uma dieta rica em carboidratos refinados. A soja , no entanto, deve ser evitada em abuso por homens pois por conter uma espécie de hormônio feminino em sua constituição, pode com o uso constante, elevar os níveis de Estradiol (hormônio feminino) nos homens.

7. Batatas

Não há motivos para fugir das batatas: contando que não sejam servidas fritas, elas podem fazer bem ao coração. São ricas em potássio, que pode diminuir a pressão do sangue. Também são ricas em fibras, que pode diminuir o risco de doenças cardíacas e elas definitivamente têm um monte de benefícios para a saúde

8. Tomates

Assim como as batatas, os tomates são ricos em potássio, além de serem uma ótima fonte de licopeno, um carotenóide que pode ajudar na luta contra o mau colesterol, mantendo as veias sanguíneas abertas e diminuindo o risco de doenças cardíacas. Também tem poucas calorias e não possuem muito açúcar, por isso, não trazem grandes males para a dieta.

9. Castanhas

Alimentos como nozes, amêndoas, pistaches, amendoins, castanhas e macadâmias contém vitamina E, que é importante para baixar o mau colesterol. Alguns deles, como as nozes, também contém ômega 3. No passado, algumas pessoas evitavam as nozes porque são ricas em gordura, mas a maioria dos estudos mostra que as pessoas que consomem diariamente são mais magras do que as que não consomem. Aposte nas versões naturais, sem sal.

10. Vegetais

Legumes como feijão, lentilhas e ervilhas são uma excelente fonte de proteína. Um estudo mostrou que pessoas que comem legumes pelo menos quatro vezes por semana têm 22% menos chances de desenvolver doença cardíaca. Além disso, eles controlam a pressão do sangue em pessoas com diabetes.

11. Azeite extra-virgem

Um estudo mostrou que pessoas com alto risco de doença cardíaca que seguiram a dieta mediterrânea (rica em grãos, frutas e vegetais), complementada por castanhas e pelo menos quatro colheres de sopa de azeite de oliva reduziram o risco de ataques, AVC e morte em até 30%. Isto porque ele é uma boa fonte de gordura monoinsaturada, que reduz tanto o colesterol quanto os níveis de açúcar no sangue. A própria azeitona, tanto a verde quanto a preta, é uma fonte de de gorduras boas.

12. Vinho tinto

O vinho tinto, em pequenas quantidades, tende a diminuir o risco de doença cardíaca (em grande quantidade, como mais de uma taça por dia, pode, ao contrário, aumentar este risco). Embora alguns digam que o polifenol encontrado no vinho tinto, o resveratrol, traga um benefício adicional à bebida, pesquisas sugerem que qualquer tipo de bebida alcoólica, com moderação, funciona.

13. Chá verde

Favorito na Ásia, o chá verde tem se tornado cada vez mais popular em todo o mundo devido aos seus benefícios à saúde. Um estudo recente, mostra que tomar quatro ou mais xícaras por dia reduz o risco de doença cardíovascular e derrame em 20%. Os antioxidantes conhecidos como catequinas são os responsáveis pelo efeito.

14. Brócolis, espinafre e couve

Os vegetais verdes podem trazer benefícios extras ao seu coração. Eles são ricos em carotenóides, que atuam como antioxidantes e liberam o corpo de potenciais componentes prejudiciais. Eles também são ricos em fibras e contém toneladas de vitaminas e minerais. A couve, particularmente, também é rica em ômega 3.

15. Café

Outra bebida consumida em larga escala, o café, pode trazer benefícios ao coração. Um estudo mostrou que, para homens e mulheres que tomam seis ou mais doses diárias têm o risco cardíaco diminuído em até 15%. Outra pesquisa mostrou que apenas duas xícaras por dia podem diminuir as chances de se desenvolver doenças cardiovasculares e AVC em até 30%.

16. Sementes de linhaça

As sementes de linhaça, assim como a chia, são ricas em ômega 3. Esta é uma das razões pela qual elas fazem bem ao seu coração. A outra é o fato de possuírem fibras. Tente combiná-las com outros alimentos saudáveis, como mirtilos, aveia ou mesmo batida com leite de soja e uma fruta.

17. Abacate

Assim como o azeite de oliva, o abacate é rico em gordura monoinssaturada, que pode diminuir o risco de doenças cardíacas. Esta fruta também é carrega de antioxidantes e potássio. Você pode comê-lo sozinho, como fruta mesmo, ou em uma receitinha de guacamole, que também leva tomate e ajuda a melhora a saúde do coração.

18. Romã

O romã contém inúmeros antioxidantes, incluindo polifenóis e antocianinas que ajudam a evitar o endurecimento das artérias. Um estudo com pacientes doentes mostrou que uma dose diária de suco de romã, ao longo de três meses, resultou em melhorias no fluxo sanguíneo. No entanto, vale lembrar que é preciso manter variedade na alimentação. Se você nao gosta de romã, aposte nas maçãs, que também são ricas em muitos componentes importantes para a saúde do coração.

Os desafios da Andropausa        

O interesse de se corrigir a esta deficiência hormonal é fundamentado pelos seus efeitos nefastos sobre a qualidade de vida mas sobretudo por os perigos a longo prazo aos quais é associada:

 

 

Reposição hormonal pode ajudar homens a emagrecer

 

Aliado a dieta e exercícios, tratamento de cinco anos reduziu peso em 16 quilos, na média.

Homens acima do peso que já fracassaram em uma ou mais tentativas de emagrecer podem estar com deficiência de testosterona, o hormônio sexual masculino. Nesses casos, fazer um programa de reposição hormonal em conjunto com exercícios físicos e dieta tem eficiência comprovada no controle do peso.

É o que afirma uma pesquisa mundial conduzida por uma divisão do grupo farmacêutico Bayer. De acordo com o estudo, homens com carência de testosterona fizeram reposição hormonal e perderam em média 16 quilos em cinco anos de tratamento — que incluiu também dieta e exercícios. Em termos de circunferência abdominal, redução média foi de 107 para 98 centímetros.

Cerca de 40% dos pacientes masculinos obesos apresentam baixos níveis de testosterona. A obesidade desencadeia um processo conhecido como resistência insulínica, que seria a menor ação da insulina em várias partes do organismo. No organismo, uma das principais partes afetadas é a glândula do hipotálamo, situada no cérebro, causando a diminuição de hormônios que estimulam a hipófise, o que, por sua vez, acarreta uma menor produção de hormônios que estimulam os testículos a produzirem a testosterona.

 

 

 

 

 

 

 

Soja: Perigo a vista para os homens
 

Despretensiosamente, a soja se infiltrou na dieta como se fosse a fonte mais perfeita de proteína. Mas talvez exista um lado negro escondido, um que tem o poder de minar as características que fazem de você um homem.

James Price, um oficial aposentado do exército americano, virou objeto de um estudo sobre algo que jamais imaginou viver. Durante meses teve sua masculinidade minada por peitos inchados, perda de pelos e redução da libido para depois descobrir que todo esse calvário estava ligado ao consumo excessivo de soja. Ao ler os detalhes, você vai entender por que Price aceitou ser protagonista de um artigo científico após enfrentar um problema tão constrangedor. Para ele era mais que um problemas: era a chance de evitar que outros homens passassem por isso também.

Notar mamas inchadas seria difícil para qualquer homem. No caso dele foi ainda pior devido ao contraste com o resto do corpo magro e definido. Mas não foi o único sintomas. “Meu pênis ficou tão flácido que parecia ter encolhido. Até minhas emoções mudaram.”

Os três primeiros médicos consultados por Price o diagnosticaram com ginecomastia, um aumento anormal das glândulas mamárias masculinas. Exames mais tarde mostraram que os níveis de estrógeno no sangue dele eram oito vezes mais altos do que o limite aceitável para homens, alto demais até para mulheres. Os médicos ficaram perdidos diante desse quadro. Deprimido e com dor, Price procurou outro especialista. Marcou uma consulta com o tenente-coronel Jack E. Lewi, chefe de endocrinologia do Centro Médico Militar de Santo Antônio (EUA). No primeiro encontro nem médico nem paciente tiveram a menor de quão complexo o mistério seria.

Lewi inicialmente procurou por fatores que pudessem desencadear a ginecomastia, como alcoolismo. Até suspeitou de um tumor que produz estrógeno. Após vários exames, o médico ainda não sabia o que deixava os hormônios do paciente fora de controle.

Embora Lewi tivesse perguntado a Price sobre seus hábitos e estilo de vida, decidiu detalhar cada refeição. E logo viu que leite de soja estava sempre presente. Como Price desenvolveu intolerância à lactose anos antes, tomava um suplemento alimentar, que fornecia uma dose grande de minerais, vitaminas, entre outros nutrientes. O mais surpreendente foi quando revelou que consumia 3 litros de leite por dia. Foi aí que tudo mudou.

OS SINTOMAS

Price sempre teve uma vida ativa e uma alimentação saudável. Sua forma física era destaque até mesmo na corporação. Com a morte da mulher, o cenário mudou. Ele ficou muito mais emotivo e apresentou oscilações de humor e redução da libido. Quando começou a namorar novamente, era como se o aspecto sexual tivesse evaporado. Interesse zero!

A ginecomastia em si se tornou algo bastante humilhante para Price. Ele parou de usar camisetas, temendo que as pessoas notassem a saliência similar aos seios de uma menina na puberdade. Mas durante o ano seguinte, em que se submeteu a vários exames para tentar desvendar o mistério, nunca ocorreu a Price que o leite de soja pudesse ser a causa.

Quando Lewi recomendou suspender a bebida, ele obedeceu. E, durante os meses seguintes, exames de sangue revelaram que os níveis de estrógeno em Price estavam voltando ao normal. Melhor ainda, a sensibilidade dos mamilos estava cedendo. Seu médico, que pesquisou a literatura científica enquanto tentava solucionar o caso, não encontrou nenhuma evidência relacionando soja à ginecomastia.

Veja algumas descobertas recentes sobre os estágios de vida dos homens.

Bebês: Alimentados com soja

No Brasil, a onda da soja também chegou a crianças e bebês. Por considerar o grão um alimento saudável, muitas mães acabam oferecendo-o aos filhos. No entanto, os pediatras não recomendam o consumo indiscriminadamente.

Paul Cooke, biólogo reprodutivo da Universidade de Illinois (EUA), estudou ratos criados com uma quantidade de genisteína suficiente para deixar os níveis sanguíneos comparáveis aos de bebês humanos que tomam leite de soja. Ele observou um encolhimento no timo, glândula importante para o sistema imunológico. É difícil afirmar se o mesmo efeito ocorre nos bebês humanos, mas um estudo publicado no Jaurnal of the American Medical Assaciatian (EUA), em 2001, pesquisou mais de 800 adultos, entre 20 e 34 anos, que receberam leite de soja ou de vaca na infância. Uma das diferenças que surgiram foi que o grupo alimentado com leite de soja usou mais remédios para asma e alergia na vida adulta. Será que isso é apenas uma coincidência ou será que pode indicar uma deficiência na função imunológica?

Ninguém sabe responder à questão. Nos Estados Unidos, há mais de 20 milhões de pessoas que consumiram leite de soja na infância. E há inúmeros centros de pesquisa no país estudando grandes parcelas da população. No resto do mundo, o assunto também levanta polêmica. Em 2005, o ministério da saúde de Israel recomendou reduzir o consumo de produtos à base de soja por crianças e, se possível, evitar completamente por recém-nascidos. Ao fazer tal alerta, Israel se juntou à França, à Nova Zelândia e à Austrália para oficialmente adotar uma postura preventiva.


DA ADOLESCÊNCIA À JUVENTUDE: ALIMENTO FALSO PARA OS MÚSCULOS

A maioria das pessoas reconhece a importância da proteína no desenvolvimento e na recuperação muscular. E pesquisas já mostraram que a hora que você ingere a proteína é tão importante quanto a qualidade do alimento – fato que criou um mercado de suplementos de proteína fáceis de consumir pois é difícil comer um bife na academia.

Suplementos de proteína permitem que um atleta misture 1 colher de pó no suco e beba a mistura a qualquer hora. Cada marca alardeia suas melhores qualidades em relação ao desenvolvimento muscular. As fontes de proteína mais usadas em todos eles são soja, whey e caseína. A questão é: será que o preço mais acessível da soja gera algum custo para o desenvolvimento muscular?

Em um estudo de 2005 publicado no Journal of Nutrition (EUA), pesquisadores que compararam a soja à caseína concluíram que “o valor biológico da proteína da soja deve ser considerado inferior ao da proteína da caseína”. Entre outras desvantagens, os cientistas descobriram que uma porção significativamente maior de soja é reduzida ao produto residual uréia. Mais, ela leva a uma menor síntese de proteína no organismo.

A proteína como a whey é muito mais saudável que a soja e há também preocupações de que a soja possa reduzir a produção de testosterona nos homens e aumentar a produção de estradiol, normalmente associado à produção de hormônio feminino. Em relação aos benefícios de força, no entanto, mais pesquisas são necessárias antes de definir diretrizes.

DOS 20 AOS 40: INTIMIDADES EM PERIGO

Em um estudo publicado no periódico Human Reproduction, Jorge E. Chavarro e seus colegas descobriram uma forte associação entre o ­consumo de alimentos de soja e a redução na contagem de espermatozóides nos homens, especialmente os obesos e acima do peso. Noventa e nove homens relataram ingerir 15 tipos diferentes de alimentos à base de soja, em seguida fizeram o exame para contar os espermatozóides. Aqueles que consumiam mais soja por dia tiveram, em média, 32% menos espermatozóides por mililitro de sêmen em comparação aos homens que não tinham soja na dieta.

Chavarro alerta que isso não prova causa e efeito e que ainda é muito cedo para aconselhar aos homens a evitar alimentos à base de soja na esperança de aumentar a fertilidade. “Claramente, essa história está apenas começando”, diz. “Mais estudos ainda precisam ser realizados.” De qualquer forma, o sinal de alerta deve ficar ligado desde já. Segundo o urologista Mauro Bibancos, especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington, se ficar provado que a soja faz mal para os espermatózoides, ela também será maléfica para o corpo em geral.

Se a fertilidade já causa preocupações, imagina a impotência? Dois outros trabalhos recentes revelaram que pelo menos um componente da soja prejudica a função erétil em animais ­ e pode fazer o mesmo nos homens.

Os estudos, publicados nos periódicos Journal of Andrology (EUA) e Urology respectivamente, analisaram o efeito da daidzeína na função sexual de ratos machos. Doses moderadas do fitoestrógeno consumidas na juventude ou na vida adulta afetaram bastante a qualidade de suas ereções. Entre outras mudanças, os homens que foram expostos à daidzeína produziram menos testosterona, tinham ereções menos poderosas e passaram por mudanças bioquímicas no tecido peniano que deixaram esse tecido menos elástico e menos capaz de se encher de sangue.

Embora saibam que os resultados nos ratos nem sempre equivalem diretamente aos resultados em humanos, os autores do primeiro estudo sugerem que há razão para acreditar que isso vá acontecer. Eles citam uma incidência 10% maior de disfunção erétil em chineses, que consumiam grandes quantidades de soja, em comparação a americanos, que evitavam o alimento.

Yufeng Huang, um dos coautores dos dois trabalhos, diz que a dose “moderada” usada nos estudos com animais leva a aproximadamente o mesmo nível de daidzeína no sangue dos homens que comem soja todos os dias, hábito comum na Ásia. Ele acredita que a soja representa um fator de risco novo e previamente desprezado para disfunção erétil.


A PARTIR DOS 50: FUGA DE CÉREBROS

No ano passado, Eef Hogervorst, da Universidade Loughborough (Inglaterra), e outros pesquisadores publicaram um estudo sobre produtos de soja e o risco de demência. Os pesquisadores focaram em pessoas mais velhas da Indonésia, membros de uma cultura na qual o tofu é um alimento importante na dieta há tempos. Hogervorst afirma que sua equipe começou o trabalho confiante de que encontraria um benefício nos fitoestrógenos do tofu. “Quase tudo que nós aprendemos sobre cultura animal e celular indicava que substâncias similares ao estrógeno protegeriam o cérebro”, diz.

Eles, no entanto, descobriram exatamente o oposto: os participantes com mais de 68 anos que comiam grandes quantidades de tofu regularmente tiveram o risco de demência e problemas de memória dobrado em comparação àqueles que comiam moderadamente. “Estamos formando um novo consenso agora: hormônios e derivados não são muito bons para pessoas acima de 65”, diz o pesquisador.

“Agora acho que a tendência é termos cada vez mais pesquisas sobre esse assunto. E, no final, vamos encontrar um equilíbrio”, acredita o urologista Renato Fraietta, da Unifesp (SP). “A soja faz bem? Faz, quando sem exagero. É a mesma história do vinho. Uma taça de vinho tinto faz bem para o coração. Mas uma garrafa, não.”

O relatório feito por Jack E. Lewi sobre o caso de James Price foi publicado na edição de maio e junho de 2008 do Endocrine Practice (EUA), um periódico lido pelos mais influentes endocrinologistas. Graças a isso, os médicos agora contam com mais um documento na hora de avaliar a ginecomastia.

Mesmo assim, Lewi acredita que produtos de soja consumidos com moderação ainda podem ser uma parte saudável da dieta de um homem. “O problema”, diz, “é quando uma coisa como a soja é tida como essa maravilhosa panacéia para a saúde, e as pessoas acabam exagerando na dose”.

Uma questão final no caso de Price, no entanto, mostra a dificuldade de evitar a soja. Alguns meses depois que os níveis de estrógeno voltaram à normalidade, eles subiram novamente. E os efeitos colaterais ressurgiram: dor e inchaço nas mamas, falta de libido, ereções pobres. Ao pesquisar o que estaria acontecendo, Price descobriu que estava tomando um leite que não era de soja, mas que continha soja na fórmula. Ele jogou tudo no lixo e a vida voltou ao normal. Infelizmente, as mamas continuam inchadas, uma consequência das mudanças no tecido fibriótico que ocorrem com a ginecomastia de longo prazo. Price ainda se incomoda com a situação, mas não está disposto a remover esse desconforto cirurgicamente. Há muitos riscos, diz – ­sangramento, infecção, problemas com anestesia – para justificar entrar na faca a essa altura da vida.

Embora Price reconheça que seu corpo talvez tenha uma sensibilidade acima da média para os fitoestrógenos da soja, ele sugere a outros homens procurar o médico diante do primeiro sinal de dor ou inchaço. Sintomas descobertos – e tratados – no início são mais facilmente revertidos. Mais: sempre leia os rótulos dos alimentos que for consumir. As experiências mostraram que eles nem sempre são o que imaginamos. A proteína de soja hoje é um ingrediente rentável, presente em todos os lugares e muitas vezes escondido sob rótulos um tanto confusos.

A ASCENSÃO DA SOJA

Nos últimos anos, alimentos saudáveis e à base de soja se tornaram inextricavelmente associados. Muitos homens, sem saber exatamente a razão, confirmaram em pesquisas que o grão é benéfico à saúde e, portanto, deve ser incluído na dieta.

A soja também ganhou destaque na dieta vegetariana, pois fornece proteína e não provoca a indigestão moral da carne. Mais: na última década, vários trabalhos sugeriram que comer soja pode aumentar a expectativa de vida. Em 1999, a proteína de soja recebeu uma declaração poderosa do FDA, órgão governamental americano que controla os alimentos: Dietas com 25 gramas da proteína do grão – um litro de leite de soja – por dia podem reduzir o risco de doenças do coração. Adicione a isso o número de estudos que sugere que a proteína de soja protege contra o câncer de próstata e, de repente, o grão parece um remédio poderoso.

Como todos os remédios, infelizmente há efeitos colaterais. E, quando você consome muita proteína de soja, você entra em uma zona de risco, pois ingere duas drogas naturais: genisteína e daidzeína. Ambas agem de forma tão parecida com o estrógeno que são conhecidas como fitoestrógenos (substâncias semelhantes aos estrógenos produzidas por plantas). Quando homens consomem essas substâncias em grandes quantidades, eles podem viver pesadelos como aqueles vividos por James Price. “Os fitoestrógenos têm o efeito do hormônio feminino e podem provocar alterações hormonais e até aumento de mama nos homens”, confirma o urologista Renato Fraietta, diretor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia e médico do Setor de Reprodução Humana da Unifesp (SP).

 

Testosterona e Diabetes

O baixo nível de testosterona está relacionado a uma resistência à insulina, hormônio que regula os níveis de açúcar do organismo, segundo estudo da Universidade de Edimburgo. A testosterona age sobre as células de gordura através de moléculas conhecidas como receptores de andrógenos, que permitem que a testosterona ative genes ligados à obesidade e diabetes. A descoberta pode explicar ainda porque homens mais velhos têm mais risco de desenvolver diabetes, já que os níveis de testosterona diminuem com a idade.

Sabe-se que homens com baixos níveis de testosterona são mais vulneráveis à obesidade, o que também pode desencadear o diabetes. Este estudo mostra que a baixa do hormônio é um fator de risco para o diabetes não importa o quanto a pessoa engorde: conforme os homens envelhecem a testosterona diminui. E isto, com o aumento da obesidade, aumentará a incidência de diabetes, segundo um estudo feito na Universidade de Edimburgo, em maio de 2012.

No estudo, camundongos que não tinham os receptores de andrógenos nos tecidos gordos mostraram mais sinais de resistência à insulina que outros camundongos e também se tornavam mais gordos e desenvolviam total resistência à insulina quando os dois tipos de camundongos eram alimentados em um regime de muitas calorias.
Os pesquisadores acreditam que a proteína RBP4 tem papel crucial para regular a resistência à insulina quando a testosterona está comprometida. Para eles, a descoberta pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos que regulem a produção dessa proteína e reduzam o diabetes em homens com baixa de testosterona.

Os efeitos da idade no pênis e na próstata

Qual foi a última vez que você falhou na cama? Se a resposta demorou para vir à tona, provavelmente você sequer completou 40 anos. Mas se ela veio rápido à sua cabeça, é provável que você já esteja perto dos 50. É difícil admitir, mas dificuldades ocasionais para manter a ereção são consideradas normais após a quarta década de vida e não devem se tornar fonte de frustrações. A flacidez do pênis deve-se principalmente ao desgaste do tendão que liga o órgão ao púbis (osso localizado na região sexual). Com o passar dos anos, o tendão se torna menos elástico e, conseqüentemente, não funciona como deveria todas as vezes que é requisitado. Por mais sexualmente ativo e saudável que o homem seja.

Pelo mesmo motivo, o ângulo das ereções tende a diminuir. Se aos 30 anos o pênis fica 20 graus acima da horizontal quando ereto, aos 70 ele se situa 25 graus abaixo. O tempo entre uma ereção e outra, ao contrário, só aumenta com a idade. Aos 30 anos, é comum ter duas ou três relações sexuais numa noite, com intervalos de 20 ou 30 minutos. Aos 60 anos, muitos só conseguem fazer sexo novamente no dia seguinte. Os médicos afirmam que essas são mudanças naturais e que, portanto, os homens deveriam se preocupar menos com a firmeza do pênis ou a freqüência das relações sexuais e mais com a qualidade do sexo.

O homem acredita que pode conter as conseqüências do envelhecimento, mas não pode, e, em vez de tentar inibir os efeitos do tempo, deveria se aproveitar deles. Idade é sinônimo de experiência e isso conta muito mais que um pênis infalível para o sexo prazeroso.

O homem acredita que pode conter as conseqüências do envelhecimento, mas não pode, e, em vez de tentar inibir os efeitos do tempo, deveria se aproveitar deles. Idade é sinônimo de experiência e isso conta muito mais que um pênis infalível para o sexo prazeroso.

Uma das evidências de que a eventual flacidez do pênis é natural em homens acima dos 40 anos é que as ereções noturnas também diminuem com o tempo. Enquanto até essa idade elas costumam durar mais de duas horas ao todo, aos 60, elas não passam de uma hora e meia. Os médicos acreditam que as ereções noturnas sejam um mecanismo que a natureza criou para assegurar a procriação. Sabe-se que se o pênis passar meses sem uma ereção, ele torna-se fibroso, correndo o risco de não ficar ereto novamente. As ereções involuntárias, portanto, impediriam que o homem se tornasse impotente antes do tempo. Como após os 40 anos, o homem já teve bastante tempo para procriar a espécie, é natural que a intensidade do mecanismo preventivo reduza.

Caso as falhas na cama se tornem rotineiras, não há motivo para pânico. Até os 60 anos, 90% das causas de impotência sexual são psicológicas e apenas 10% são orgânicas. O estresse do dia dia e a depressão pela proximidade da aposentadoria podem estar atrapalhando o desempenho sexual. O melhor remédio nesses casos é alterar o estilo de vida, estabelecendo uma divisão clara entre trabalho e lazer, e encarar o fim dos dias trabalhados como uma oportunidade de gozar a vida.

A insegurança e o medo de não ser hábil como antes também costumam ocasionar episódios de impotência. Para driblar a ansiedade, nada melhor que prolongar as preliminares. Além de estimular a parceira, os beijos e abraços vão te ajudar a relaxar. A partir dos 60, fatores psicológicos e físicos dividem igualmente as causas da disfunção sexual. Com o avanço da medicina, no entanto, é possível tratar quase 100% dos casos. Para cada perfil de impotência, há um medicamento novo no mercado.

É bom frisar que a dificuldade de ereção não impossibilita o orgasmo ou a ejaculação. Os três fenômenos são independentes. De fato, o número de relações sexuais tende a diminuir com a idade e, com ele, o número de orgasmos. A redução, no entanto, ocorre muito mais em função de um certo desinteresse sexual (afinal, depois de décadas fazendo sexo, isso não é mais novidade) que impossibilidade física. Como acontece com as mulheres, os homens também entram no período do climatério, mas as mudanças são graduais e pouco atrapalham a atividade sexual. A partir dos 40 anos, verifica-se a queda de apenas 1% ao ano da produção de testosterona - as mulheres param de ovular ao atingirem a menopausa -e a qualidade do esperma sofre poucas alterações. Chaplin e Picasso foram pais aos 60 anos.

É natural que a vida sexual seja motivo de preocupação ao atingir a meia-idade., mas reserve um tempo para cuidar da saúde de seu aparelho reprodutor. A próstata merece especial atenção. Primeiro porque o câncer de próstata é a segunda maior causa de óbitos por câncer entre os homens brasileiros, perdendo apenas para o câncer de pulmão. Segundo, porque 80% a 90% dos homens apresentarão alargamento da próstata depois dos 40 anos, um processo natural, mas que pode gerar algumas inconveniências.

O problema de alargamento da próstata traz menos complicações. Provavelmente, você não vai notar a transformação até que seu sono seja interrompido repetidas vezes para ir ao banheiro. Sinal de que sua próstata cresceu tanto que está amassando parte da uretra (canal por onde sai a urina). Daí a sensação de que a bexiga não esvazia e a falta de controle sobre o ato de urinar. Apenas mais uma inconveniência da idade com a qual se deve aprender a lidar.

Tratamento da Andropausa

Há milhares de anos os homens vem procurando fórmulas e poções mágicas para manter sua virilidade e até hoje em dia, em certas regiões da Ásia, é comum o uso de determinados "remédios" para melhora da virilidade, que até então sempre foi o foco principal do tratamento dos homens de meia-idade. A própria medicina chinesa emprega o pó do chifre do rinoceronte branco (que praticamente levou o animal à extinção), o pênis do tigre e outras coisas do gênero com o intuito de recuperar a virilidade. Várias culturas têm o hábito de comer testículos de animais assim como de se utilizar de plantas, que sem saberem, estas plantas contém fito-hormônios (hormonios vegetais como a Metoxi-isoflavona) com similaridade química com a testosterona.

Há algumas décadas os médicos vinham prescrevendo Testosterona para pacientes com grandes perdas físicas como os queimados, doenças consumptivas e outras doenças em que havia necessidade de uso de um esteróide anabolizante, no caso a testosterona, e observou-se que em muitos homens os resultados no que se refere a disposição física, mental e sexual houve uma melhora excepcional. Com os avanços dos estudos de pesquisas em Endocrinologia chegou-se, hoje, ao uso de Androgênios que causem os menores efeitos colaterais possíveis.

Tanto para os homens que ainda já apresentam os sintomas quanto para aqueles que desejam fazer a prevenção da Andropausa, se preocupando com uma melhor qualidade de vida, já existe a Terapia de Reposição Hormonal Masculina, que se tornou mais segura com a forma de aplicação -não mais por via oral ou injetável, mas por via transdérmica, através de gel, cremes ou adesivos cutâneos. Além disso é necessário fazer uma suplementação de vitaminas, sais minerais, oligoelementos, "smart drugs" para melhorar a atividade mental, antioxidantes e em especial determinados aminoácidos que ajudarão a liberar neurotransmissores cerebrais (melhorando o desinteresse sexual e pelas coisas da vida) e aumentar a massa muscular que se perde nessa fase da vida masculina.

Com relação aos homens, que já passaram também a se preocupar com a longevidade com um perfeito aspecto estético, o que nós Médicos, temos centrado diz respeito a Andropausa, que hoje pode ser tratada, devido as recentes descobertas médicas, podendo qualquer homem manter e, até mesmo, voltar a ter energia, força física e mental e sua vida sexual completamente normal. O objetivo Médico agora é fazer o homem sentir-se e até mesmo parecer mais jovem.

A medida que o homem envelhece os níveis da Testosterona (hormônio masculino), da Dehidroepiandrosterona (S-DHEA) e do Hormônio de Crescimento vão progressivamente diminuído. A Testosterona sofre uma queda em seus níveis sangüíneos a uma perda de cerca de 1% ao ano até chegar ao nível abaixo do limite inferior, ainda que dentro da faixa normal. A Andropausa ao contrário que ocorre com as mulheres, não traz o fim da fertilidade para o homem, porem passa haver uma redução dela devido a uma menor produção de espermatozóides. Também como nas mulheres, por volta dos 35-40 anos o homem também passa a ter uma maior predisposição para engordar e com a Andropausa essa tendência se agrava e esteticamente alguns homens passam também a apresentar perda de massa muscular, agora pela falta de atividade física e/ou exercícios e pela deficiência do hormônio masculino. O desejo sexual já não é mais o mesmo de antes, a qualidade da ereção do pênis torna-se insatisfatória, sua vida sexual passa também a refletir na sua disposição mental e para o trabalho. O déficit de Testosterona no cérebro leva-o a constantes episódios depressivos e sua vitalidade a cada dia se reduz.

A Andropausa pode e deve ser tratada e o homem que faz o tratamento volta a ter a energia, força física e mental e vida sexual completamente normal, pois principalmente quando os níveis hormonais são restabelecidos o homem melhora o humor, acaba a irritabilidade, a depressão e volta a sentir vontade de ser novamente produtivo no seu trabalho e na sociedade .

A dose de Testosterona a ser utilizada depende do quadro clínico de cada paciente, sendo importante também que se utilize de testosteronas que não sejam tóxicas ao fígado (ex. Mesterolona ou as de uso tópico em gel) e nem sofram o processo de aromatização (ex. Undecanoato de Testosterona). A Aromatização ocorre quando há elevação de uma enzima chamada Aromatase (presente principalmente no tecido gorduroso, especialmente aquele que se forma no abdomen do homem ao chegar a meia idade) e esta enzima começa fazer a transformação do hormônio masculino (Testosterona) em feminino (Estrógenos), responsáveis por uma série de sintomas e distúrbios no homem. Assim, muitas das vezes um homem está fazendo o uso de Testosterona (em uma forma química facilmente aromatizável) e os sintomas não melhoram, alem de começar apresentar ginecomastia (mamas), distribuição de gordura corporal mais do tipo feminina e outros sintomas. Por este motivo a TRH Masculina só deve ser feita por Médico-Especialista com grande experiência em hormônios.

Como no tratamento feminino, ao procurar o Médico, o paciente será submetido a exames laboratoriais para ser ter uma visão geral do organismo e ser um parâmetro de a quantas estão os hormônios sexuais, da hipófise, da tireóide e das supra-renais. Verifica-se, inclusive, se há baixa nos precursores dos hormônios, dosa-se os níveis da Testosterona Total e Livre e faz-se uma avaliação de antígeno prostático (PSA Livre, Total e Complexado) para depois começar a terapia hormonal. Entre 30 e 60 dias o paciente já sente e apresenta melhora significativa.

As contra-indicações de reposição hormonal são para os homens que apresentem o PSA alterado, hiperplasia benigna da próstata, câncer da próstata e pacientes com antecedentes de câncer prostático na família. Nesses casos todos as demais terapias do tratamento são aplicadas exceto a administração dos hormônios.

A participação da esposa ou companheira no tratamento e até mesmo detectar os primeiros sinais da Andropausa são essenciais. Em casais que estão juntos desde jovens muitas mulheres podem observar essas alterações com mais facilidade e até mesmo uma simples observação sem conteúdo sexual pode ser importante: - o cobertor. O homem quando jovem, pelos altos níveis de testosterona, queixa-se do frio da mulher(devido aos estrógenos - hormônio feminino) que ao dormir procura se utilizar de um cobertor ou uma coberta, enquanto o homem quer estar com o ar condicionado ligado. Na meia-idade, agora o que ocorre é o inverso. Se a mulher não estiver fazendo TRH, quem mais sente calor é ela e o homem vai dormir de meias e procura uma coberta para dormir, devido a maior sensibilidade ao frio decorrente do menor nível de testosterona e em parte pela elevação dos níveis de hormônios femininos (Estrona e Estradiol) pois quando pela ação da já citada Aromatase, esta começa fazer a transformação do hormônio masculino em femininos (Estrona e Estradiol). Em homens com mais de 55 anos o médico também deve solicitar a dosagem desses hormônios femininos no homem.

Durante o tratamento, em todos os pacientes em Terapia de Reposição Hormonal há um acompanhamento dos níveis hormonais e demais análises clínicas. É preciso ter controle inclusive das vitaminas e minerais para se chegar a um equilíbrio do organismo.

Há algum tempo venho observando que os homens estão procurando mais a reposição hormonal. Aos poucos, estão tendo a "coragem" de ir ao Médico e fazer, inclusive, um tratamento preventivo. Os primeiros que aderirem à terapia viram os benefícios e já estão passando para os outros.

Este artigo não pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional do paciente e  fazer um estudo pormenorizado com exames laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma)e outros através de sangue, urina e fezes.

Dr. Rogério Alvarenga é Médico (CRM-RJ 23.389-0), Especialista em Medicina Ortomolecular. É também Endocrinologista e tem Título de Especialista em Nutrologia Médica pela AMB. É membro da Academia de Ciências de NovaYork ("The New Academy of Sciences" - USA) entre outras no exterior. Membro da ABESO(Associação Brasileira para Estudos da Obesidade) e  outras. Membro-Fundador da SOMORJ-Sociedade de Medicina Ortomolecular do Estado do Rio de Janeiro.

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