Dr.  Rogério  M. Alvarenga
Médico - CRM-RJ 23.389-0

A praga dos ossos fracos

 

A osteoporose afeta boa parte das mulheres depois da menopausa.

A única arma eficaz  contra ela são os cuidados a ser tomados desde a juventude.

 

A osteoporose é um dos fantasmas que assombram as mulheres na pós-menopausa. A doença, tipicamente feminina, causa um tipo de degeneração óssea para o qual não há cura, só paliativos. Os sintomas iniciais e mais perceptíveis são perda de altura e forte dor nas costas. Com os ossos enfraquecidos, as vítimas da osteoporose podem sofrer fraturas graves, principalmente de costelas, quadris, punhos e espinha dorsal. Existem 200 milhões de doentes no mundo, dos quais 10 milhões estão no Brasil. De cada quatro diagnósticos, três são realizados somente depois da primeira fratura, quando há muito pouco a fazer. A arma mais eficaz contra a osteoporose é a prevenção. Ou seja, muito cálcio, vitamina D e ginástica moderada (veja quadro adiante). Essas medidas devem ser adotadas desde a juventude. Explica-se: cerca de 90% da estrutura óssea é formada até os 20 anos. Quanto mais sólido for seu processo de calcificação, menor será o risco de a doença se manifestar mais tarde. É como quem poupa dinheiro para uma aposentadoria tranqüila.

Nos Estados Unidos, ocorrem anualmente mais de 1.3 milhões de fraturas devido à osteoporose. As fraturas do colo do fêmur são as mais graves, chegando a ser fatais em até 20% dos casos. Esse tipo de fratura resulta num tratamento a longo prazo em metade daqueles que sobrevivem, com custos estimados entre US$ 12.5 e 15 bilhões anuais.

Na verdade, a osteoporose é o acirramento de um fato natural. A partir dos 35 anos, toda mulher perde massa óssea. A perda maior ocorre nos primeiros dez anos depois da menopausa. Isso porque o organismo feminino fica sem a proteção do hormônio estrógeno, que estimula justamente a formação de massa óssea. Uma perda de até 10% nesse período é considerada normal. Entre 10% e 25%, entra-se na fase da Osteopenia, um estágio anterior à osteoporose em que ainda é baixo o risco de fraturas. As que sofrem da doença têm uma perda bem mais comprometedora, acima de 25%. Recomenda-se que entre 30 e 40 anos seja feito um exame de Densitometria Óssea, para verificar se já há indícios do problema e servir de base para comparações futuras. Máquinas de última geração conseguem medir perdas de massa óssea mínimas, de até 2%. Se a propensão à doença for identificada com alguma antecedência, é possível minorar seus efeitos. O tratamento mais empregado é a reposição hormonal. A administração de hormônios sintéticos reduz os riscos de fratura em até 70%. Usados por muito tempo, no entanto, aumentam a probabilidade de surgimento de câncer de mama e de colo do útero. Nos últimos anos, chegaram às farmácias brasileiras drogas capazes de retardar a ação da doença. As taxas de sucesso desses medicamentos chegam a 65% e eles não apresentam os riscos dos hormônios.

Todos os dias, uma espécie de guerra silenciosa acontece dentro de nossos ossos. De um lado, as células chamadas Osteoblastos formam o tecido ósseo; do outro, os Osteoclastos destroem o mesmo. O osso resulta deste equilíbrio entre formação e reabsorção de tecido e o jogo fica empatado até por volta de 30 a 40 anos, quando se atinge o pico máximo de volume ósseo. A partir de cerca de 45 anos, perde-se aproximadamente 0,6% de massa óssea ao ano, ou algo como 3% a 5% a cada década. O osso vai ficando mais poroso e mais fino e esse processo é acelerado pela menopausa, já que o hormônio estrogênio protege os osteoblastos.

Segundo dados recentes cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem da doença, que acaba resultando em 100 mil casos de fraturas de quadril a cada ano no país. Estudos estimam que apenas uma em cada três pessoas com osteoporose no Brasil é diagnosticada, e apenas uma em cada cinco é tratada e esses números epidêmicos são resultado direto do aumento da expectativa de vida. Há cinco ou seis décadas, quem tinha 50 anos era considerado velho e quase nenhuma mulher tinha osteoporose.

Imagem de uma fratura por osteoporose


Paralelamente, a partir de 40 anos, a massa magra - muscular - também tende a diminuir, e a massa adiposa aumenta. O fenômeno chama-se Sarcopenia e ocorre tanto em homens como em mulheres. Para ser ter uma idéia, numa jovem de 30 anos, 30% do peso corporal são músculos, 20%, gordura e 10% são ossos - o restante são os órgãos e líquidos. Quando ela chegar aos 75 anos, a massa muscular já caiu à metade, o tecido adiposo dobrou e dois pontos percentuais de massa óssea já foram perdidos e isso se ela não sofrer de osteoporose.

Já há alguns medicamentos que estimulam a produção óssea, mas, como sempre, a melhor forma de lidar com a osteoporose é prevenindo e retardando seu aparecimento. E, em se tratando de manter o esqueleto e os músculos em forma, nada supera a prática de exercícios. É claro que nunca é tarde para começar a se mexer, mas nesse caso, os efeitos serão tanto melhores quanto mais cedo se começar pois quem praticou exercícios durante a juventude, sobretudo aqueles de impacto, como a corrida, chega à maturidade com um patamar mais elevado de massa óssea.

Nas meninas, isso é ainda mais importante, já que a mulher tem cerca de 30% menos massa óssea que o homem. Os especialistas acreditam que as próximas gerações, que já incluíram os exercícios físicos na rotina, sofrerão menos com a osteoporose. Além de preservar e estimular os músculos, a atividade física oxigena melhor os tecidos, protegendo ossos e articulações. Na maturidade, é importante ingerir muitas vitaminas e proteínas, além de cálcio, que estimula a produção óssea.

Sintomas da Osteoporose

Os sintomas são secundários às fraturas. Quando ocorre nas vértebras, a dor pode ser de dois tipos. Uma é aguda, localizada, intensa, mantendo a paciente imobilizada e relacionada com fratura em andamento. Em situações de dor aguda, inicialmente ela pode ser mal localizada, espasmódica e com irradiação anterior ou para bacia e membros inferiores. A fratura vertebral pode ainda não ser observável com precisão em exame radiológico, dificultando o diagnóstico. A paciente se mantém em repouso absoluto nos primeiros dias. Mesmo sem tratamento, a dor diminui lentamente e desaparece após duas a seis semanas, dependendo da gravidade da fratura. Quando a deformidade vertebral residual é grave, pode permanecer sintomatologia dolorosa de intensidade variável ou esta aparecer tardiamente.

Também ocorrendo com freqüência, a dor pode ser de longa duração e localizada mais difusamente. Nestes casos, ocorreram microfraturas que levam a deformidades vertebrais e anormalidades posturais e conseqüentes complicações degenerativas em articulações e sobrecarga em músculos, tendões e ligamentos.

Nova fratura vertebral é comum, repetindo-se o quadro clínico. Nas pacientes com dor persistente, esta se localiza em região dorsal baixa e/ou lombar e, freqüentemente, também referida a nádegas e coxas. Nesta etapa da evolução da doença as pacientes já terão sua altura diminuída em alguns centímetros às custas das compressões dos corpos vertebrais e do achatamento das vértebras dorsais.

O dorso curvo (cifose dorsal) é característico e escoliose (curvatura lateral) lombar e dorsal aparecem com grande freqüência. Com a progressão da cifose dorsal há projeção para baixo das costelas e conseqüente aproximação à bacia, provocando dor local que pode ser bastante incômoda. Nos casos mais avançados, a inclinação anterior da bacia leva a alongamento exagerado da musculatura posterior de membros inferiores e contratura em flexão dos quadris e conseqüentes distúrbios para caminhar, dor articular e em partes moles. Compressão de raíz nervosa é muito rara.

Exercícios Físicos

Como a massa óssea é formada durante a juventude e se deteriora após os 30 anos, essa época é a melhor para começar a fazer exercícios. Os exercícios físicos fazem parte tanto da profilaxia da osteoporose, na juventude e na idade adulta, como também do tratamento. A exata maneira pela qual os exercícios físicos exercem estímulos ao aumento da massa óssea ainda não está esclarecida. Sabe-se que dois fatores são importantes: a tensão dada pelo suporte de cargas e a contração muscular, sendo o primeiro mais atuante do que o segundo. Pessoas acamadas que realizavam 4 horas diárias de exercício intenso em cicloergômetro, deitados de costas, não conseguiram reverter a perda óssea da inatividade. Por outro lado, pessoas nas mesmas condições que conseguiam permanecer em pé durante 3 horas diárias, impediram a perda óssea. Estudos com atletas também permitiram algumas observações importantes: o aumento da densidade óssea ocorre nas regiões estimuladas por sobrecarga gravitacional ou por contrações musculares razoavelmente intensas. Verificou-se que a natação produz massa óssea ligeiramente acima do normal, discretamente superada por "jogging" e caminhadas.

Os impactos dos exercícios, especialmente da corrida e da musculação, estimulam a consolidação do cálcio nos ossos, fortalecendo-os e protegendo-os contra a osteoporose. Durante o exercício, com a contração da musculatura, ocorre uma deformação interpretada pelo osso como um estímulo à sua formação, e isso ajuda a prevenir o desenvolvimento da osteoporose, distúrbio caracterizado pela diminuição da densidade mineral óssea, que leva a um aumento da fragilidade esquelética e do risco de fraturas.

Exercícios com suporte de peso (mesmo que o peso seja o seu próprio corpo) tais como caminhadas, exercícios aeróbicos, musculação, tênis e jogging são essenciais para o paciente com osteoporose.


Pesquisadores da universidade de Erlangen na Alemanha, observaram pelo período de 2 anos, mulheres osteopênicas sedentárias submetidas ao treinamento de força, ou seja, realizaram exercícios de musculação para todas partes do corpo. Avaliaram através do DEXA (dual energy x-ray absorptiometry) a densidade mineral óssea nas vértebras lombares L1-L4, na cabeça do fêmur e ossos do punho, as medidas foram realizadas no início, 1 ano e 2 anos após o treinamento.

Também foi aplicado um questionário que avaliava a freqüência e a intensidade de dores em diversas regiões do corpo. Um dado importante neste estudo, é que estas mulheres foram divididas em grupos de treinamento diferenciados, um grupo fazia treinamento tradicional de musculação, ou seja, realizavam séries de 8 a 12 repetições com cargas que variavam de 70 a 90% de 1 RM (repetição máxima) e o outro grupo realizava o mesmo treinamento, porém, a velocidade de execução era feita com a maior intenção de velocidade possível na fase concêntrica (momento onde se vence a resistência), caracterizando desta forma um trabalho para potência muscular.

Após dois anos de treinamento, o grupo que treinou de forma tradicional apresentou uma perda de –2,4% de massa óssea, enquanto que o grupo que treinou potência, realizando repetições de forma rápida, apresentou uma perda de 0,3%. Os parâmetros da incidência de dor, principalmente na espinha lombar, também foram favoráveis ao grupo que treinou potência. 

Sabe-se que de alguma forma osso reage a tensões, principalmente em extremidades, e que atividades que apresentam alto impacto representam as mais indicadas para ganho e manutenção da massa óssea. Porém, tem sido atribuído ao treinamento de força, efeitos benéficos sobre a DMO. No entanto, como as forças externas geradas pela contração muscular agem sobre as forças internas ao osso ainda não se sabe, mas acredita-se que o aumento da tensão nos tendões gerados, por exemplo, pelo treinamento de potência, pode de alguma forma representar um mecanismo de adaptação responsável pela manutenção da DMO. Este mecanismo, é de fato verificável nos estudos que avaliam os efeitos da musculação sobre a massa óssea.

No que diz respeito a segurança não foram relatados nenhum tipo de lesões ou qualquer incidente, que envolvessem idosos ou osteopênicos em exercícios de força, demonstrando ser uma atividade muito segura e eficiente.

A presença de cálcio na alimentação é muito importante para prevenir a osteoporose, pois desde a infância até a menopausa, a mulher deve ingerir pelo menos 1g de cálcio por dia, já que a dieta do brasileiro é pobre na substância e isto equivale a cerca de três porções de laticínio ao dia (por exemplo, um copo de leite, um copo de iogurte, uma fatia de queijo branco). Após a menopausa a necessidade aumenta para 1,5 g ao dia.

Para absorver o cálcio, no entanto, o organismo necessita de vitamina D, cuja produção é estimulada pelo sol. Por isso, é importante que a mulher madura, sobretudo após a menopausa, inclua em sua rotina uma caminhada pela manhã. Sempre com protetor solar e chapéu, é claro!
 

O envelhecimento dos Ossos nos homens

O que acontece ao longo dos anos
 

30 anos
É possível ganhar 15% de massa muscular com uma rotina de exercícios constante. Após os 35 anos, ganham-se 3 quilos a cada década.
Sugestão Médica: preserve seus ossos e músculos. Faça ginástica, tome bastante leite e consuma alimentos ricos em cálcio, como brócolis, couve e peixe.

40 anos
A partir dessa idade, a perda de massa óssea é de 0,3% ao ano. Os ombros começam a se curvar para a frente devido à compressão das vértebras.
Sugestão Médica: alterne o ritmo das caminhadas para não danificar as articulações: corra por cinco minutos e ande durante um, até completar 30 minutos.

50 anos
O metabolismo se torna mais lento, levando a um gasto menor de calorias, o que facilita o acúmulo de gordura. A perda da flexibilidade e a flacidez muscular se acentuam.
Sugestão Médica: além da caminhada, faça exercícios não aeróbicos, como Tai-chi-chuan, para melhorar o equilíbrio da postura. Diminua drasticamente doces, frituras e gorduras.

60 anos
Nessa idade, você já perdeu cerca de 5% de sua massa óssea. Três em cada dez brasileiros acima dos 65 anos caem pelo menos uma vez por ano. Dez por cento têm osteoporose e tendência a sofrer fraturas. Você começa a diminuir de tamanho. Se aos 30 anos media 1,70 metro, aos 80 estará com cerca de 1,67 metro. E se você sofre de osteoporose sua estatura pode reduzir-se ainda mais.
Sugestão Médica: passe a ingerir Cálcio regularmente, tomar sol por pelo menos 30 minutos e continue se exercitando. Pergunte ao seu médico se você está entre os 30% dos homens que precisam de reposição hormonal.

Estima-se que com o envelhecimento populacional na Brasil, o ano de 2050, quando comparado a 1950, terá um crescimento de 400% no número de fraturas de quadril para homens e mulheres entre 50 e 60 anos, e próximo de 700% nas idades superiores a 65 anos. Estima-se que a proporção da osteoporose para homens e mulheres seja de seis mulheres para um homem a partir dos 50 anos e duas para um acima de 60 anos. Aproximadamente uma em cada três mulheres vai apresentar uma fratura óssea durante a vida.

Vale ressaltar que grande parte da população masculina com mais de 50 anos apresenta Osteopenia e até mesmo Osteoporose e não sabe, pois a doença é silenciosa.

Enquanto as mulheres fazem Densitometria Óssea a partir dos 40 anos por solicitação de seus Ginecologistas, os homens estão "órfãos", pois as especialidades que mais são procuradas pelos homens, como a Clíinica Geral, a Cardiologia e a Urologia, seus Especialistas não têm o hábito de solicitar como exame de rotina a Densitometria Óssea para seus pacientes do sexo masculino.

Tenho observado ao longo dos últimos 20 anos, que homens com mais de 50 anos apresentam um índice muito alto de perda óssea e essa parcela da população deve ficar alerta, especialmente os diabéticos, os que são tabagistas, que fazem uso habitual de bebidas alcoólicas ou usam corticóides e outros medicamentos de uso contínuo, como hormônios tireoidianos, heparina, warfarina, antiepilépticos (fenobarbital, fenitoína, carbamazepina), lítio, metotrexato e ciclosporina.

 

Como envelhecem os ossos

O que mantém a solidez do esqueleto, como já dito acima, é a interação entre dois tipos de célula, os osteoblastos e os osteoclastos. Os primeiros são responsáveis pela formação dos ossos e os últimos, por sua absorção. Até os 30 anos, a atividade dos osteoblastos é mais intensa, permitindo o crescimento. Depois dos 40 anos, o ritmo de trabalho dos osteoclastos se acelera, tornando os ossos mais frágeis. Estima-se que a partir dessa idade a perda de massa óssea seja de 0,1% ao ano, acentuando-se após os 50 anos. Ao chegar aos 60, você já terá perdido 4% de todo seu esqueleto.

Para impedir perdas maiores, a regra número 1 é se abster dos preconceitos. Não ache que malhação é coisa de marombeiro ou que o sol antes das 10h é exclusividade dos cabeças brancas. Ambos são essenciais para manter os ossos fortes. Atividades físicas de impacto, como musculação e corrida ou uma caminhada acelerada favorecem a mineralização dos ossos. Já o sol ajuda na síntese da vitamina D, envolvida no mecanismo de fixação do cálcio no organismo. Além de exercícios, uma dieta rica em cálcio é fundamental para suprir as necessidades diárias do mineral.

Aulas de alongamento também são úteis para prevenir os efeitos do tempo. Ao menos lhe ajudarão a manter a postura correta e disfarçar o decréscimo na altura. Um homem de 30 anos que meça 1,70m medirá 1,69m quando completar 60 anos. Aos 80, pode estar perto de 1,67. De fato, a partir dos 40, encolhe-se cerca de 0,4cm a cada década. Isso acontece devido à compressão das vértebras. O espaço entre elas é preenchido por cartilagem, que vai se tornando fibrosa ao longo dos anos, provocando o ressecamento e o endurecimento dos discos intervertebrais que dão flexibilidade à coluna. Como o desgaste do disco é maior na parte anterior, as vértebras se achatam e levam a coluna a se inclinar para a frente, daí aquela posição arqueada típica de pessoas idosas.

O enrijecimento das vértebras é acompanhado da perda de musculatura. Com as pernas esticadas, tente tocar o chão com os dedos das mãos. Se a tarefa parece impossível, não culpe apenas a perda de elasticidade da coluna. A flacidez muscular, notada a partir dos 40 anos, dificulta movimentos simples como manter as pernas esticadas. Estima-se que a perda de massa muscular até os 70 anos seja de 10%, resultante de uma alteração hormonal que ocorre em todos os homens depois dos 30 anos, pois nessa idade, a produção do Hormônio de Crescimento (hGH), um dos responsáveis pela formação dos músculos, diminui e, assim, o organismo entende que empenhar sua energia nesse processo é menos importante na fase adulta e passa a se preparar para enfrentar o envelhecimento.

A musculatura aos poucos vai sendo substituída por gordura, um mecanismo natural difícil de driblar. Após 35 anos, ganha-se 3kg a cada década. Além da baixa produção do hormônio do crescimento, contribui para o maior acúmulo de gordura a lentidão do metabolismo celular, levando a um gasto menor de calorias enquanto o corpo está em repouso. Quilos a mais significam não apenas roupas apertadas, mas também elevação do risco de doenças coronárias.

 

Para reverter a situação, a saída é novamente a atividade física. Estudos mostram que é possível ganhar até 15% de massa muscular com exercícios de peso até os 80 anos. O segredo é fazê-los lentamente. Em vez de levantar halteres em três ou quatro segundos, tente completar o movimento em dez segundos. Isso lhe consumirá mais tempo no dia a dia, mas os efeitos serão melhores e mais duradouros. Já para combater a gordura localizada, nada melhor que a caminhada. Trinta minutos por dia são suficientes para mantê-lo em forma e com boa saúde.

 

Ladrões de cálcio
Rotina rica em cafeína, refrigerante a base de cola (coca-cola, pespi-cola, etc), álcool e sal, além da falta de atividade física, contribui para má absorção desse importante mineral para o organismo. Ele é fundamental para a saúde dos ossos, unhas, dentes e músculos.
Não é segredo que incluir leite, iogurte, queijo e outros derivados é fundamental para uma alimentação saudável, mas nem todo mundo sabe que ingerir a quantidade necessária desses alimentos não garante a absorção total do cálcio presente em suas composições. O sal, a cafeína, o tabaco, as bebidas alcoólicas e a falta de exercício físico são alguns dos principais inimigos desse importante mineral, responsável pela calcificação óssea, pela formação dos dentes e por várias reações intracelulares. Juntos, eles sãos os maiores responsáveis pela perda de cálcio por meio da urina, fezes e suor.

O cálcio pode ser encontrado no leite e seus derivados e em alimentos verde-escuros, como espinafre, couve-manteiga e brócolis. Além de ser o principal constituinte dos ossos, o nutriente também está presente nos músculos e tem participação na liberação de energia para a contração muscular, na coagulação do sangue, na absorção de vitamina B12, na liberação de neurotransmissores e na secreção de insulina. A falta de cálcio pode levar a espasmos musculares e nervosos, raquitismo e osteopenia, condição que antecede a osteoporose, em que há o enfraquecimento dos ossos, que ficam mais suscetíveis a fraturas.

Além de evitar esses distúrbios, a ingestão adequada de cálcio e os cuidados para evitar a sua perda previnem contra a hipocalcemia, ou seja, a baixa do mineral no organismo. Nessa situação, o corpo retira o cálcio dos ossos para que as reações intracelulares possam ser realizadas e essa retirada é feita por meio da liberação do hormônio paratormônio (PTH). Ao longo da vida, o processo provoca a descalcificação óssea.

O cálcio sofre influência de fatores que afetam a sua biodisponibilidade, ou seja, o uso do nutriente pelo organismo. Normalmente, o cálcio dos ossos se dissolve na corrente sanguínea, passa pelos rins e é excretado pela urina. O sal colocado nos alimentos aumenta significativamente essa perda. As bebidas alcoólicas em excesso, por sua vez, enfraquecem o tecido ósseo porque reduzem a capacidade do corpo de produzir novo tecido para repor as perdas. Já o excesso de cafeína provoca a liberação de cálcio nos músculos, aumentando a contração muscular e a acumulação do mineral, inibindo a sua recaptação para o sangue.

O tabaco também favorece a perda de cálcio e expõe os fumantes a um maior risco de fratura óssea. A nicotina compete com o organismo na absorção do mineral, porque inibe a produção de osteoblastos, responsáveis pela síntese de componentes orgânicos na matriz óssea. Já o monóxido de carbono, principal substância do cigarro, reduz em até 15% a capacidade do sangue de transportar oxigênio. Com a diminuição dos níveis de oxigênio no organismo, os ossos tornam-se mais frágeis e perdem a densidade. Também entra na lista de vilões o excesso de proteínas na alimentação, como as carnes, que consomem grande quantidade de cálcio para serem processadas pelo organismo.

Mesmo os alimentos que, em princípio, beneficiam a absorção do cálcio, como o fósforo – encontrado, por exemplo, nos refrigerantes –, não podem ser abusados. Nesses casos, a ação é contrária. Todo nutriente tem o que se chama de ingestão máxima. Tudo em excesso pode causar prejuízo, como deficiências de outros nutrientes, porque há interação entre eles para serem absorvidos. Ou seja, eles podem competir entre si. É o que ocorre com os alimentos verde-escuros, que têm boa quantidade de cálcio, mas são menos biodisponíveis por conterem também oxalato, substância que diminuiu a absorção do mineral.

Por outro lado, há fatores que potencializam a manutenção de cálcio no organismo, como a vitamina D, presente na pele e ativada pela exposição solar, que inibe a produção de PTH. Tomar sol pelo menos 15 minutos por dia é o ideal. Atividades físicas também são importantes para esse processo, por reter o cálcio e ajudar a fortalecer os ossos. Quando os sintomas da deficiência do mineral não aparecem, deve-se fazer um trabalho preventivo, especialmente nos chamados grupos de risco, como pessoas intolerantes à lactose, os ovolacteovegetarianos (que, além de carne, não ingerem leite e derivados) e moradores de lugares muito frios, sem muita exposição ao sol.

Os intolerantes à lactose podem optar por produtos derivados de soja, como sucos, queijo e leite, mas precisam estar atentos em relação à adição ou enriquecimento de cálcio, porque a soja, por si só, não tem o nutriente. Além disso, no caso das mulheres, é preciso preparar o organismo para a menopausa, período em que o hormônio feminino estrogênio é diminuído, o que afeta a regulação da incorporação do cálcio aos ossos. O cuidado, porém, independe do gênero. O pico de massa óssea, ou seja, a retenção máxima de cálcio nos ossos tanto em homens quanto em mulheres é em torno dos 30 anos. Com a manutenção e renovação das células, estamos o tempo todo calcificando e descalcificando.

2% é, em média, quanto o cálcio representa em relação ao peso de uma pessoa
96% do cálcio presente no organismo está nos ossos
3 a 4 porções de leite e derivados devem ser ingeridas por dia
300mg ou três xícaras médias de café por dia diminuem significativamente a absorção do cálcio


Tomar sol pelo menos 15 minutos por dia é o ideal. Atividades físicas também são importantes para esse processo, por reter o cálcio e ajudar a fortalecer os ossos.

MULHERES E OSTEOPOROSE

O número de brasileiras acima de 50 anos com fraturas vertebrais por causa de osteoporose já é superior a 3 milhões. Os dados são da pesquisa Osteoporose na América Latina, realizada em 14 países, entre eles o Brasil, pela International Osteoporosis Foundation (IOF), entidade não governamental dedicada à prevenção, diagnóstico e tratamento da osteoporose. Segundo o estudo, a doença afeta em torno de 33% das mulheres depois da menopausa no Brasil e a maioria delas sequer tem o diagnóstico para a doença que enfraquece os ossos e os torna mais suscetíveis a fraturas. E o mais alarmante: o relatório prevê uma explosão no número de fraturas por fragilidade decorrente da osteoporose nas próximas décadas. Atualmente, estima-se que ocorram mais 121 mil fraturas anuais de quadril e a previsão é que os números aumentem em 16% em 2020 e 32% em 2050. As fraturas de quadril são uma causa importante de sofrimento, incapacidade e morte precoce em idosos. Vários estudos internacionais já demonstraram que em torno de 20% das vítimas de fratura do quadril morrem no período de um ano após a fratura, mas um estudo em hospitais do Rio de Janeiro elevou a média para 35%. Freqüentemente, os pacientes que sobrevivem a uma fratura de quadril permanecem inválidos e perdem a capacidade de ter uma vida produtiva e independente.

 

Outras condições que podem levar ao surgimento da Osteoporose, sendo responsável por 20% dos casos totais da doença, sendo entretanto muito comuns em pessoas mais jovens e sem outros fatores de risco:

 

  •     Síndrome de Cushing
  •     Hiperparatireoidismo primário ou terciário
  •     Hipertireoidismo
  •     Acromegalia
  •     Mieloma múltiplo
  •     Doenças renais
  •     Doenças inflamatórias intestinais
  •     Doença celíaca
  •     Pós-gastrectomia
  •     Homocistinúria
  •     Hemocromatose
  •     Doenças reumáticas
  •     Uso de medicamentos a base de glicocorticóides, hormônios tireoidianos, heparina, warfarina, antiepilépticos (fenobarbital, fenitoína, carbamazepina), lítio, metotrexato e ciclosporina.

 

Densitometria Óssea
Um feixe de raios X de baixa energia é aplicado em determinada região do corpo humano; a absorção desse feixe é medida por sensores e processadas em um computador, determinando a quantidade de massa óssea da região examinada. A quantidade de irradiação usada é mínima, não sendo prejudicial ao paciente.
O esqueleto é constituído por mais de 200 ossos. Todos esses ossos dão rigidez, forma e sustentação ao corpo, e protegem o cérebro, coração, pulmões e outros órgãos vitais.

A melhor forma de se evitar a instalação e as complicações resultantes da osteoporose é a prevenção, que pode ser conseguida através:

  • da identificação de fatores de risco para o desenvolvimento dessa doença  
  • do diagnóstico precoce do enfraquecimento dos ossos, através da medida da densidade óssea.

De acordo com a National Osteoporosis Foundation (NOF), que reúne um grande número de pesquisadores de diversas especialidades envolvidas com osteoporose, estas são as indicações formais para o estudo da massa óssea:

      • Todos os indivíduos com mais de 65 anos;
      • Indivíduos com deficiência de hormônios sexuais;
      • Mulheres na perimenopausa que estejam cogitando usar terapia de reposição hormonal,   para auxiliar esta    decisão;
      • Pacientes com alterações radiológicas sugestivas de osteopenia ou que apresentem fraturas osteoporóticas;
      • Pacientes em uso de corticoterapia crônica;
      • Pacientes com hiperparatiroiedismo primário;
      • Pacientes em tratamento da osteoporose, para controle da eficácia da terapêutica.

      Além dessas indicações, existem inúmeras outras condições clínicas que, por predisporem à perda óssea, são consideradas fatores de risco e justificam a avaliação. Os fatores de risco são:

Antecedente genético: Inúmeros trabalhos observacionais demonstram a agregação familiar de menor massa óssea e a concordância deste traço em gêmeos mono e dizigóticos. Cerca de 70 a 80% da variação da densidade mineral óssea pode ser atribuída a fatores genéticos. Caucasianos e orientais apresentam maior incidência de fraturas do que populações negras, assim como mulheres de qualquer raça em relação aos homens. Deste modo, o antecedente familiar, particularmente materno, de fraturas osteoporóticas é uma indicação para o exame;

Riscos ambientais: Deficiências e/ou distúrbios nutricionais como baixa ingestão de cálcio, baixo peso, dietas de restrição calórica, alcoolismo, excessos de sódio e proteína animal; consumo de cigarro; sedentarismo; longos períodos de imobilização;

Doenças crônicas: Hipertiroidismo, tratamento do câncer diferenciado de tireóide com doses supressivas de T4, hipercortisolismo, insuficiência renal crônica, hepatopatias, doença pulmonar obstrutiva crônica, doenças de má absorção intestinal, hipercalciúria idiopática e artrite reumatóide. O risco de fraturas também está associado a maior risco de quedas, principalmente em pacientes com déficit visual, de força muscular no quadríceps e/ou cognitivo, alterações de marcha e disfunções neurológicas que afetem o equilíbrio;

Uso crônico de drogas: A incidência de fraturas osteoporóticas em usuários de corticosteróides por mais de seis meses é de cerca de 30 a 50%. Mesmo doses pequenas de glicocorticóides, incluindo os inalatórios, podem causar perda óssea na maioria dos indivíduos. Outras drogas associadas à perda óssea são ciclosporina, bloqueadores da secreção de gonadotrofinas, heparina, anti-convulsivantes como hidantoína, carbamazepina e fenobarbitúricos e os quimioterápicos. Drogas que provoquem hipotensão postural ou alterações do equilíbrio, como anti-hipertensivos, barbitúricos, benzodiazepínicos e diuréticos, podem aumentar o risco de quedas.

 

Osteoporose em Jovens

A osteoporose pode também aparecer em crianças e jovens, apesar de ser mais rara nesses grupos. Na verdade, ela atinge 25% das crianças com doenças crônicas, principalmente as que interferem na ingestão e na absorção de nutrientes, especialmente o cálcio e a  vitamina D, o que leva à perda de massa óssea e ao aumento da fragilidade dos ossos. Entre os problemas que podem levar a isso incluem-se doenças intestinais, reumáticas e renais crônicas, além de fibrose cística e de anorexia. 

É uma doença bem silenciosa, não tem um sintoma característico, por isso, só aparece em fase avançada, quando começam as fraturas sendo importante a consulta médica e da realização de exames sempre que houver indícios da doença e um tratamento preventivo pode melhorar a qualidade de vida dos pequenos pacientes, o que só é possível se a doença for identificada em crianças com doenças crônicas.

Além disso, a doença também pode afetar jovens que consomem baixa quantidade de cálcio na alimentação e que têm fraturas de repetição e histórico familiar de osteoporose, sendo a quantidade de cálcio recomendada para crianças varia de 800 mg a 1.000 mg., e o consumo precisa ser diário, mas, no caso de crianças, normalmente não é necessário haver suplementação. 

No caso de adolescentes até os 18 anos, o consumo recomendado é de 1.000 miligramas por dia, a mesma quantidade aconselhada para mulheres grávidas e em fase de amamentação, entretanto, "que a ingestão de cálcio por via alimentar nunca é demais.

Além do consumo de leite e de vitamina D, recomenda-se também a exposição ao sol e a prática de exercícios como medidas de prevenção ao problema. 

MAGNÉSIO PARA MANUTENÇÃO DOS OSSOS

 

Cientistas da NASA criam teste que detecta Osteoporose em estágio inicial
 
A NASA buscava formas de ajudar a prevenir perdas de massa óssea entre astronautas, um dos principais problemas enfrentados em vôos espaciais.

Cientistas da Nasa acreditam ter encontrado uma maneira de diagnosticar osteoporose em seus estágios iniciais. Atualmente, a doença pode passar despercebida durante anos e muitas vezes só é diagnosticada em exames realizados depois que o enfraquecimento dos ossos levou a uma fratura.

O novo teste havia sido criado originalmente para astronautas, já que eles podem sofrer perda de estrutura óssea devido à microgravidade do espaço. O teste promove uma busca por vestígios de calcificação óssea na urina.

A técnica, desenvolvida por cientistas da Universidade Estadual do Arizona juntamente com especialistas da agência espacial americana analisou isótopos de cálcio - diferentes átomos do elemento cálcio, derivados do osso e cada um com seu próprio número específico de nêutrons.

O equilíbrio ou a abundância desses diferentes isótopos quando o osso é fraturado ou formado pode indicar alterações na densidade óssea nos seus estágios iniciais.

Os pesquisadores analisaram os dados de 12 voluntários que não apresentavam sinais de osteoporose. Eles tiveram de ficar de cama por 30 dias, porque o repouso prolongado provoca a perda de massa óssea.

A técnica permite detectar a perda de massa óssea após uma semana de repouso - muito antes, portanto, de mudanças na densidade óssea terem sido detectadas por escaneamentos convencionais.

E diferentemente de outros testes bioquímicos que visam detectar perda de massa óssea através de exames de sangue, o novo exame pode dar uma medida direta da perda óssea. O próximo passo é ver se o teste funcionará da forma esperada com pacientes que sofrem de doenças que provocam alterações ósseas. Isso abriria a porta para que ele possa ser colocado em prática.

Além de ser útil para diagnosticar osteoporose, o teste poderia servir para monitorar outras doenças que afetam os ossos, inclusive câncer.

A NASA promoveu a pesquisa porque astronautas submetidos à microgravidade enfrentam perda de massa óssea. A Osteoporose é um dos principais problemas de vôos espaciais tripulados e é preciso encontrar formas melhores de monitorá-lo e encontrar formas de combatê-lo.

 

"Há também o Teste do Cabelo (Mineralograma), exame que analisa um fio de cabelo e que traz muitas informações adicionais. Esse exame é feito nos Estados Unidos, mas não obrigatório no tratamento, mas podem predizer em até 2 anos antes de surgir a Osteoporose, quando se verifica a perda de cálcio encontrada no "Teste do Cabelo". O exame não é exigido, mas é verdade que se a pessoa não o faz, perde-se muitos dados importantes"

 

 

 

 

Exames de densitometria óssea podem predizer o risco de fratura

O método mais difundido para o diagnóstico da osteoporose é a Densitometria Óssea. Existem outros exames que podem diagnosticar  perda de massa óssea em relação ao adulto jovem. 

É importante a pesquisa de fatores de risco para a osteoporose:

  • Raça branca
  • Histórico familiar de osteoporose
  • Vida sedentária
  • Baixa ingestão de cálcio e/ou vitamina D
  • Período da menopausa.
  • Fumo ou bebidas alcoólicas em excesso
  • Pessoa magra e/ou frágil
  • Fratura espontânea prévia
  • Medicamentos, tais como anticonvulsivantes, hormônio tireoideano, glicorticóides e heparina.
  • Doenças de base, tais como hepatopatia crônica, doença de Cushing, diabetes melito, hiperparatireoidismo, linfoma, leucemia, má-absorção, gastrectomia, doenças nutricionais, mieloma, artrite reumatóide e sarcoidose.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10 dicas básicas para que a osteoporose não venha a comprometer a qualidade de vida das pessoas, especialmente na terceira idade

1.    Evite quedas e acidentes domésticos

As quedas e pequenos acidentes em casa podem deflagrar fraturas sérias em pessoas que estão em processo de tratamento da osteoporose. Para evitar essas ocorrências, uma das dicas é conferir a graduação das lentes dos óculos. Além disso, é importante melhorar o equilíbrio com exercícios; tomar cuidado com uso de medicamentos que possam causar tonturas ou mexer com o labirinto; evitar objetos que facilitem quedas ou escorregões (tapetes, pisos encerados, etc); usar bengala, caso sinta falta de equilíbrio; ter atenção ao subir escadas – preferir as que têm corrimão – e evitar carregar objetos pesados.

2.    Evite o sedentarismo

Faça exercícios físicos e estimule a família a fazer o mesmo, principalmente os mais jovens. Mas, atenção para não fazer atividades físicas inadequadas às condições físicas. Antes de optar por uma prática, procure um médico para realizar uma avaliação completa.
 
3.    Alimente-se de maneira correta

Privilegie uma dieta equilibrada e rica em laticínios, peixe, vegetais verdes, legumes, frutas. Não faça dieta para emagrecimento sem orientação médica e evite o excesso de café e refrigerantes a base de cola.
 
4.    Tome sol !

Exponha-se ao sol no início da manhã ou final da tarde, por um período de 15 a 30 minutos. 

5.    Não fume !

O cigarro acelera a perda da massa óssea.

 
6.    Evite bebidas alcoólicas !

A ingestão excessiva de álcool acelera a perda da massa óssea.
 
7.    Faça exames

A partir dos 40 anos, realize a densitometria óssea anualmente. Esse exame mede a massa óssea. 

8.     Procure orientação médica

Na menopausa, converse com o ginecologista, ou especialista em osteoporose, sobre a necessidade de suplementação hormonal, cálcio e vitamina D. 

9.    Atenção com medicamentos de uso contínuo

Caso você faça uso de medicamentos que estimulem o aparecimento de osteoporose – corticóide, anticoagulantes, hormônio tireoideano, antiácidos,anticonvulsivantes, entre outros – converse com o médico sobre a necessidade de um tratamento preventivo. Uma das indicações é a suplementação oral de cálcio e vitamina D.

 
10.  Estimule a amamentação com leite materno

A ingestão de leite materno garantirá melhor massa óssea no futuro.

 


 

As drogas utilizadas no tratamento da osteoporose atuam diminuindo a reabsorção óssea ou aumentando sua formação.

Agentes anti-reabsortivos

Não há consenso se estas drogas somente estabilizam ou aumentam discretamente a massa óssea ou se produzem ganhos significativos. O acompanhamento dos tratamentos tem mostrado aumento da densidade óssea e diminuição do número de fraturas mas o ganho de massa óssea pode não superar o limiar de fratura, principalmente se forem iniciados tardiamente.

Estrógenos

A Reunião de Consenso do III Simpósio Internacional sobre Osteoporose, em 1990, estabeleceu que estrógenos são o tratamento de escolha na osteoporose da posmenopausa. A fase acelerada de perda óssea que ocorre em 40% das mulheres logo após a menopausa é responsável por 30% a 50% de todo osso perdido ao longo de suas vidas. Portanto, o tratamento deve ser iniciado precocemente a fim de prevenir a queda inicial de massa óssea. Com esta conduta, consegue-se diminuir em 50% a incidência de fraturas. A reposição hormonal deve ser mantida pelo menos 5 a 8 anos, correspondendo ao período do climaterio em que o remodelamento ósseo é mais acelerado. Após a suspensão do tratamento, mesmo que seja com menor intensidade, retornam os ciclos de remodelamento com balanço negativo, sendo prudente, se não houver contra-indicação, a permanência da hormonioterapia de reposição por 20 anos ou mais.

Quando a osteoporose está estabelecida, os resultados são menos eficazes mas ainda positivos. Não há idade limite para se iniciar reposição hormonal. A rigor, se houver densidade óssea abaixo de um desvio padrão para a idade, o tratamento deve ser indicado pelo menos para mulheres até 75 anos de idade (ver adiante: terapêutica combinada). Entretanto, nestes casos, outras drogas anti-reabsortivas podem estar melhor indicadas.


Calcitonina e Bisfosfonatos

Inibem a atividade dos osteoclastos. Têm as mesmas indicações e resultados que os estrógenos e ação analgésica que torna atraente seu uso em fraturas por osteoporose. É uma alternativa para as mulheres que não podem ou não querem usar estrógenos.

As calcitoninas de salmão são as mais resistentes a degradação no homem e, por isto, são as mais potentes. Porém, o uso de calcitonina tem se restringido aos pacientes que não toleram bisfosfonatos e também aos episódios de fratura. Sempre que for prescrito calcitonina deve-se acrescentar pelo menos uma tomada de cálcio suplementar 1 a 2 horas após. Densitometrias de controle não antes de 1 ano e os novos marcadores bioquímicos são indispensáveis nestes casos.

Há formas distintas de bisfosfonatos com potência e tempo de ação diferentes que são utilizados para outras doenças ósseas. Etidronato é o mais antigo bisfosfonato usado em osteoporose e, mais recentemente, foram lançados o Alendronato e o Residronato. São altamente eficazes.
Os bisfosfonatos devem ser administrados longe de refeições e é necessária suplementação de cálcio.

Cálcio

A quantidade de cálcio alimentar necessária para manter a massa óssea é desconhecida. Propõe-se que adolescentes recebam 1200 a 1500mg/dia, homens 800 mg, mulheres na premenopausa 1000 mg, mulheres na posmenopausa 1500 mg, mulheres grávidas e em período de lactação devem receber 1200 a 1400 mg/dia e idosos 1200 a 1600 mg/dia.

O pico de massa óssea atingido na idade adulta tem um componente genético importante mas, certamente, deficiência de injesta e aumento de oferta interferem em alguma proporção. Trabalhos que estudaram a influência do cálcio no ganho de massa óssea em osteoporose da posmenopausa e senil estabeleceram em 1200 a 1500 mg a quantidade a ser administrada por dia.

Pode haver suplementação alimentar e é importante o uso noturno, principalmente em idosos, devido ao jejum prolongado. Um copo grande de leite, um copo de iogurte ou um pedaço grosso de queijo tem 300 mg de cálcio.


Vitamina D3

O uso de vitamina D3 nos idosos é indispensável para aumentar a absorção intestinal de cálcio e estimular o remodelamento ósseo.

Recomenda-se o uso de vitamina D3 ou 0,50 ug de calcitriol ou alfacalcidol.

Ranelato de estrôncio

É o mais modernos dos medicamentos para o tratamento da osteoporose Este novo medicamento promete aumentar a qualidade de vida das mulheres com perda óssea decorrente da menopausa.

Estudos revelaram que o Ranelato de estrôncio é eficaz na redução do risco de fraturas vertebrais e do colo do fêmur em mulheres osteoporóticas pós-menopáusicas.

Os resultados de dois ensaios clínicos em larga escala, de fase III, revelaram que o Ranelato de Estrôncio é eficaz na redução do risco de fraturas vertebrais e do colo do fêmur nas mulheres osteoporóticas pós-menopáusicas.

Os resultados, publicados no New England Journal of Medicine, referentes ao primeiro ensaio clínico revelam que nas mulheres com fraturas vertebrais o risco de novas fraturas é significativamente inferior no período de um ano, mantendo-se a longo prazo. Esta eficácia foi também confirmada nas doentes sem fratura prévia.

Os resultados, recentes, do segundo estudo clínico revelam que o Ranelato de Estrôncio reduz, também significativamente, o risco de fraturas do colo do fêmur nas doentes pós-menopáusicas osteoporóticas. Estes resultados são inovadores porque mostram a eficácia do Ranelato de Estrôncio em toda a população feminina osteoporótica qualquer que seja a gravidade da doença e a localização da fratura.

O Ranelato de Estrôncio revelou ser seguro e bem tolerado. Para além da eficácia e segurança, o medicamento é de fácil administração: um sachet por dia, diluído em água e tomado ao deitar.

Prevê-se que cerca de metade das mulheres com 50 anos de idade terão, pelo menos, uma fratura ao longo da sua vida. Combinando as melhores propriedades dos agentes anti-reabsortivos e anabólicos, o Ranelato de Estrôncio oferece aos médicos e a milhões de doentes uma nova esperança na luta contra a osteoporose
.

Terapêutica combinada

A racionalização desta proposta é ativar, deprimir, liberar, repetir. Parece ser o esquema que mais se adequa ao tratamento da osteoporose senil. Inicialmente, é dado um medicamento que estimule a formação e, após, outro que diminua a reabsorção óssea. Um período livre, teoricamente, permite às áreas de remodelamento aumentarem a fabricação de osso. Vários esquemas tem sido testados. Parece sensata a associação fluoreto de sódio/cálcio como estimulantes dos osteoblastos e calcitonina ou bisfosfonatos como depressores da atividade dos osteoclastos.  Devido à intolerância que os pacientes idosos podem apresentar, a associação medicamento/leite ou iogurte é boa alternativa. Vitamina D3 (calcitriol ou alfacalcidol) são indispensáveis em idosos. Quando disponível, a Calcitonina deverá ser o estimulante de escolha.

Tratando a osteoporose com Dieta

Os alimentos que você come, principalmente os ricos em cálcio, podem fazer uma diferença enorme na força dos ossos. Aqui seguem algumas sugestões de como mudar sua dieta para combater a osteoporose.

1-Ácido estomacal: Indivíduos com diminuição de ácido clorídrico absorvem somente 4% de carbonato de cálcio (dose oral).

2-Vitamina "D": Estimula a absorção do cálcio. Problemas hepáticos ou renais diminuem a absorção de vitaminas "D".

3- Cálcio: A concentração de cálcio no sangue é mantida pelas glândulas tireóide e paratireóide.


Ingira a quantidade certa de cálcio

A necessidade de cálcio do ser humano varia ao longo da vida. Uma ingestão adequada, conforme recomendado pelo Institute of Medicine of National Academy of Sciences (Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências), é de 1.300 miligramas (mg) para meninos e meninas entre 9 e 18 anos; 1 g para homens e mulheres entre 19 e 50 anos; 1.200 mg para as pessoas acima de 50 anos (a ingestão deve ser maior para esse grupo, pois com a idade, o corpo naturalmente perde um pouco da capacidade de absorção de minerais). A maioria das pessoas nem chega perto de ingerir a quantidade recomendada.

Como aumentar a ingestão de cálcio

Eis algumas dicas para adicionar cálcio à sua dieta:

  • use leite para misturar aos cereais, chocolates e sopas quentes;
     

  • substitua metade da maionese usada nos temperos por iogurte natural;
     

  • acrescente leite desnatado ao café, ao invés de colocar cremes que não são derivados do leite.

 

  • use leite para misturar aos cereais, chocolates e sopas quentes;
     

  • substitua metade da maionese usada nos temperos por iogurte natural;
     

  • acrescente leite desnatado ao café, ao invés de colocar cremes que não são derivados do leite.

 

Derivados do leite como iogurtes e queijos são grandes fontes de cálcio. Um copo com 250 ml de leite possui entre 290 e 300 miligramas de cálcio,

50 gramas de queijo cheddar têm quase 300 mg e 250 ml de iogurte natural com baixo teor de gordura oferece 400 mg (iogurtes de fruta apresentam quantidades menores). Felizmente, produtos com baixo teor de gordura ou sem gordura oferecem a mesma quantidade de cálcio, e às vezes até mais, que os produtos engordativos. Para aqueles que não consomem derivados do leite em quantidades suficientes para suprir a necessidade de cálcio, existem outras opções de alimentos (veja abaixo).

Não ingira cálcio apenas do leite
 

Existem muitas outras dietas que incluem cálcio. Para obter o máximo proveito dele, coma alimentos crus (à medida que se cozinha o alimento, o cálcio se solta na água).

Aqui estão algumas opções de produtos que não são derivados do leite e que são ricos em cálcio:
 

 

  • suco de laranja: uma fonte rica em cálcio. Contém tanto cálcio quanto o leite;
     

  • brócolis: consuma-o, de preferência, cru;
     

  • grãos: o feijão encabeça a lista;
     

  • soja: escolha tofu, leite de soja e outros produtos de soja enriquecidos com cálcio;
     

  • nozes: avelã, castanha de caju e amêndoa estão dentre as melhores opções;
     

  • frutas: figos e ameixas são ricos em cálcio;
     

  • vegetais: alface, espinafre e repolho são ótimas escolhas;
     

  • salmão e sardinha: salmão também é uma boa fonte de vitamina D;
     

  • iogurte: a lactose ou açúcar do iogurte já foi retirada, de modo que até as pessoas que apresentam intolerância à lactose podem ingeri-la. Tome iogurte com frutas frescas e coloque-o no lugar do creme de leite nas receitas.

Considere a possibilidade de tomar suplementos de cálcio
 

É melhor ingerir cálcio através dos alimentos, mas se a sua dieta é deficiente neste mineral, leve em conta a possibilidade de tomar um suplemento. Diferentes compostos são usados como suplementos de cálcio. Os dois mais comuns são o citrato de cálcio e o carbonato de cálcio, que oferecem quantidades diferentes. Assim, embora os dois compostos sejam aceitáveis, verifique o rótulo para saber ao certo a quantidade de cálcio contida no comprimido ou dose de determinado elemento. Nunca ingira mais de 2.500 mg de suplemento de cálcio por dia, exceto se prescrito pelo médico. O excesso de cálcio pode causar cálculo renal. Além disso, consulte um Médico Especialista para ter certeza de que o complemento não vai interferir em nenhuma outra medicação ou outro suplemento que você esteja tomando.

O corpo absorve melhor o cálcio se os suplementos são tomados em pequenas doses ao longo do dia. Enquanto o citrato de cálcio pode ser tomado independente das refeições, o carbonato de cálcio é melhor absorvido quando ingerido junto com alimentos.

 

Faça a sua própria sopa
 

Quando for preparar molhos ou caldos, acrescente um pouco de vinagre para "renovar" os ossos.

 

 

Certifique-se de que está ingerindo vitamina D suficiente
 

A vitamina D trabalha junto com o cálcio para manter os ossos saudáveis. Na verdade, o corpo não consegue absorver o cálcio da dieta se não há vitamina D. Sem ela, o corpo começa a expelir o cálcio necessário para manter as funções vitais dos ossos, enfraquecendo a ossatura.

As duas principais maneiras de conseguir vitamina D são através da exposição ao sol e pela dieta. A vitamina D é muitas vezes chamada de vitamina do sol, pois o corpo produz a sua própria vitamina D quando a pele fica exposta à luz solar. Em geral, 15 minutos de exposição das mãos, braços e rosto (sem protetor solar, pois ele bloqueia os raios que acionam a produção de vitamina D) é suficiente para que o corpo produza e armazene a vitamina D necessária. Contudo, alguns indivíduos precisam ficar mais tempo ao sol ou obter mais vitamina dos alimentos e suplementos. São elas: pessoas que vivem em regiões mais ao norte (onde a latitude é maior), especialmente durante os meses escuros do inverno; pessoas acima de 65 anos de pele escura (que precisam de mais luz do sol para produzir a mesma quantidade de vitamina D que as pessoas de pele clara); pessoas acima do peso (a vitamina D fica presa na gordura, logo, pouca vitamina cai na corrente sangüínea); e aquelas que simplesmente não passam muito tempo em espaços abertos e sem protetor solar (como as que correm risco de desenvolver câncer de pele ou as que ficam confinadas em casa).

Quem não consegue produzir vitamina suficiente, pode obtê-la através de alimentos ricos em vitamina D, como peixes gordurosos, gema do ovo, cogumelos eAcrescentar um pouco de vinagre aos molhos e caldos aumenta o conteúdo de cálcio. fígado, além de outros produtos enriquecidos com vitamina D, como a maioria dos leites, alguns pães e cereais (verifique os dados na embalagem). Se for necessário, um suplemento de vitamina D pode ajudar a prover a quantidade diária necessária de 400 a 800 UI (unidades internacionais, a medida padrão para vitamina D). Não tome suplemento com mais de 800 UI por dia, a menos que o seu médico tenha prescrito. Ingerir mais de 2 mil UI pode causar danos ao rim e provocar outros efeitos perigosos. É impossível ter uma overdose de vitamina D produzida pelo corpo, pois ele automaticamente regula o processo.

Modere no sal

O sal aumenta a quantidade de cálcio eliminada pela urina. Quanto mais sódio for expelido dessa maneira, mais cálcio é eliminado junto com ele. Da mesma forma, diuréticos usados por algumas pessoas para combater a retenção de líquido, causada pelo excesso de ingestão de sal, ajudam a expelir cálcio do organismo.

Fique esperto em relação à proteína

O consumo excessivo de proteína aumenta a quantidade de cálcio excretada pela urina. Mas, mesmo assim, a proteína é necessária para a manutenção de um componente ósseo chamado colágeno, que é formado por proteínas. Não é uma questão de quanta proteína se come, mas de ingerir cálcio suficiente para equilibrar a quantidade de proteína na dieta. Se você ingere a quantidade de cálcio adequada, não precisa se preocupar com o excesso de proteína. Contudo, se você não obtém muito cálcio, deve evitar exagerar na proteína.

Acrescentar um pouco de vinagre
aos molhos e caldos aumenta o conteúdo de cálcio

Alimentos contra-indicados

Proteínas (principalmente animal): dietas ricas em carne vermelha (rica em fósforo, aumentam a excreção de cálcio).

Sódio: retira cálcio dos ossos.

Cafeína: promove maior excreção de cálcio.

Açúcar refinado: aumenta a excreção de cálcio pela urina.

Refrigerante (comum ou diet): devido à presença de ácido fosfórico aumenta a excreção urinária de cálcio.

Atenção com o álcool

O álcool interfere na capacidade de absorção de cálcio do organismo,.destruindo as células ósseas.

 

Este artigo não pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional do paciente e  fazer um estudo pormenorizado com exames laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma)e outros através de sangue, urina e fezes.

Dr. Rogério Alvarenga é Médico (CRM-RJ 23.389-0), Especialista em Medicina Ortomolecular. É também Endocrinologista e tem Título de Especialista em Nutrologia Médica pela AMB. É membro da Academia de Ciências de NovaYork ("The New Academy of Sciences" - USA) entre outras no exterior. Membro da ABESO(Associação Brasileira para Estudos da Obesidade) e  outras. Membro-Fundador da SOMORJ-Sociedade de Medicina Ortomolecular do Estado do Rio de Janeiro.

 

 

Medicina Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em Geral. Para informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada. Terapia Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em GeralPara informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada.  Para marcação de consultas utilize-se também do Fax (21) 2611-7520; entretanto, Sugestões, Perguntas e Dúvidas somente serão respondidas pela internet.

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