Dr.  Rogério  M. Alvarenga
Médico - CRM-RJ 23.389-0

A Dieta Ortomolecular, nova mania entre as celebridades mais em forma do país, pode ser a solução para muitas pessoas que precisam perder peso. A Medicina Ortomolecular, um ramo da Medicina, não é uma simples dieta da moda, busca, antes de tudo, reequilibrar o organismo do paciente, o que faz do emagrecimento conseqüência natural do tratamento.

Mas o que faz essa dieta atrair tanta gente? A princípio, é
difícil encontrar uma grande diferença em comparação com outros regimes. O cardápio é parecido com o da “Reeducação Alimentar”, a orientação mais moderna dada pelos Médicos aos gordinhos. Tanto na Ortomolecular quanto na reeducação, come-se várias vezes ao dia porções pequenas e pouco calóricas. Por isso, dá-se preferência a frutas, legumes, verduras, peixes, aves e cereais integrais. Recomenda-se também restringir o consumo de carne vermelha, ovos e frituras. Tiram-se ainda da mesa os doces, enlatados e alimentos industrializados. A Dieta Ortomolecular visa nutrir adequadamente o organismo, repondo as perdas decorrentes do desgaste natural, bem como as deficiências geradas pelo empobrecimento natural nutricional dos alimentos industrializados. Também se destina a limpar a organismo de substâncias tóxicas, os famosos Radicais Livres, responsáveis pelo envelhecimento dos tecidos e por uma série de alterações causadoras da maioria das doenças conhecidas. Com a Terapia Ortomolecular regulariza-se o funcionamento orgânico, levando-o a manter-se saudável e a restabelecer a sua natural possibilidade de organização e cura dos desequilíbrios.

Até aí, como se vê, nada de mais. A diferença está na combinação desse “feijão-com-arroz” com a teoria-base da Medicina Ortomolecular. A tese central deste método é a de que a vida corrida de hoje impede a ingestão adequada de vitaminas, sais minerais e aminoácidos (pedaços de proteína), nutrientes essenciais para o corpo. De fato, as vitaminas e os minerais, por exemplo, combatem os radicais livres, moléculas que apressam o envelhecimento celular. Por isso, segundo a técnica, é preciso dar ao organismo uma suplementação dessas substâncias para que as células reencontrem sua energia. Orthos, aliás, vem do grego, e significa correto. Seria algo como “moléculas no funcionamento certo. De acordo com a Dieta Ortomolecular, ao equilibrar a disposição desses compostos e garantir uma alimentação saudável, o metabolismo melhora, facilitando a perda de peso. O método também aumenta a qualidade de vida do paciente, assim como melhora a disposição física, a pele, os cabelos e pode até melhorar a libido..

Muitas das vezes somente a reeducação alimentar não é suficiente, pois nem sempre o paciente consegue absorver todas as substâncias presentes nos alimentos, pois existem pessoas que não conseguem absorver o cálcio do leite e do queijo, por exemplo. Nesses casos, é preciso buscar outra fonte da substância, e aí que entram os suplementos nutricionais, complementando a Dieta com os minerais e as vitaminas que estão fazendo falta à pessoas, além de estimulantes de liberação do Hormônio de Crescimento (Pro-hGH).

Fome Oculta
É a carência de vários nutrientes essenciais, mas que não percebemos, porque o nosso mecanismo seletivo cerebral está prejudicado. O cérebro apenas identifica que há uma uma falta e isso gera uma fome descontrolada por qualquer tipo de alimento principalmente os que aumentem rapidamente os níveis de glicose no sangue, como os açúcares e gorduras. Daí, cria-se um círculo vicioso: quanto mais fome oculta, mais alimentos inadequados, em quantidade e qualidade, mais distúrbios no metabolismo, mais fome oculta.
Alimentos tóxicos, refinados e industrializados lesam a parede do intestino. É nela que regula-se a maioria dos neurotransmissores ligados às sensações de fome, saciedade, seletividade dos alimentos, ao ritmo metabólico, bem como as sensações de prazer e bem-estar. É o nosso “outro cérebro”, nosso grande centro regulador. Essa lesão gerará ganho de peso, depósitos de gordura nas artérias e inúmeras doenças decorrentes desses distúrbios.

Fica claro que o ponto central da Terapia Ortomolecular é a busca pelo bem-estar, pela prevenção de doenças. A função da Ortomolecular não é só a de combater doenças, mas também de fortalecer o organismo, para que ele tenha melhores condições de reagir contra males que o acometem. Desta forma, colabora para a melhora dos mais diversos problemas como diabetes, depressão, obesidade, falta de memória, desinteresse sexual, osteoporose, intoxicações, doenças reumáticas e cardiovasculares.

 

 

Porque gostamos de comidas gordurosas, doces ou salgados
 
No mundo real, o paladar humano tem forte preferência por comidas gordurosas, com açúcar ou muito sal, independentemente de qualquer propaganda.

Somos o resultado da evolução: no meio ancestral, cada caloria era preciosa e a fome uma ameaça constante.
 
Hoje em dia enfrentamos o desafio contrário: a abundância de calorias fáceis e a escassez de atividade física.

É, em comparação com a fome, um bom problema, mas nossos instintos não foram moldados para lidar com ele.

 

 

Mapa da Gordura

 

ALIMENTOS   SAUDÁVEIS

  • Maçã: tem Pectina, agente natural que combate a gordura e metais pesados.
  • Soja: contém Lecitina e as Isoflavonas; São um escudo protetor.
  • Aspargo: esse vegetal tem um alcalóide conhecido como Asparagina que estimula os rins e decompõe a gordura.

  • Cenoura: fonte de Betacaroteno (que vai formar a vitamina A), ativa o metabolismo.
  • Aipo: fresco, cru, possui uma alta concentração de Cálcio.
  • Tomate: rico em em Licopeno e vitamina C e em ácidos cítricos naturais, estimula os rins.
  • Banana; fonte de potássio, vitamina B6 e biotina.
  • Feijão: fonte de carboidratos complexos.
  • Pimentão: quantidade de Vitamina C maior do que a da laranja.
  • Sementes: ricas em Zinco e proteínas.
  • Germe de Trigo: rico em vitaminas do complexo B, principalmente a B6.
  • Cevada: rica em fibras solúveis. Usar a cevada em saladas e sopas.
  • Mamão Papaia: enzima digestiva.
  • Blueberries: uma fonte importante de Manganês.
  • Alfafa: fonte de vitamina K, importante para o fluxo sanguíneo. Rica em Cálcio, Potássio, Fósforo, Nitrogênio e Magnésio, aumentando a energia.
  • Cebola: proteção contra coágulos sanguíneos.

 

Dieta balanceada mantém a regulagem de energia no cérebro


Segundo pesquisa feita em novembro de 2011 na Universidade de Cambridge (Inglaterra), ter uma dieta balanceada consiste em ingerir os diferentes grupos alimentícios na quantidade certa. Isso ajuda a manter as funções dos órgãos em geral e o peso ideal. Um estudo publicado na edição da última A chave é uma substância conhecida como Orexina ou Hipocretina, encontrada em alguns neurônios. Essa substância é um dos principais reguladores que mantêm o corpo desperto, e tem importante atuação também no equilíbrio de energia.

Pesquisas anteriores indicavam que a produção dessa substância era estimulada unicamente pelos açúcares – não só os presentes nos doces, mas também massas, pães e outros alimentos. O estudo atual mostra que os aminoácidos, que formam as proteínas – predominantes nos alimentos de origem animal.

Os dados apóiam a idéia de que os neurônios da Orexina/Hipocretina estão sob o controle de açúcares e proteínas
simultaneamente. O interessante é que, embora os efeitos comportamentais estejam além do escopo dessa pesquisa, esse modelo celular é consistente com relatórios que dizem que refeições ricas em proteínas são mais eficazes que as ricas em açúcar para estimular as pessoas.

Mau humor leva ao apetite por comidas gordurosas
Quando o estado emocional é agradável opções saudáveis ficam mais atraentes
 
As pessoas ficam mais propensas a comer junk food quando estão de mau humor, de acordo com estudo feito pela Universidade de Delaware. Quando o estado emocional é agradável as opções saudáveis ficam mais atraentes.

De acordo com a equipe de pesquisa norte-americana, um estado de espírito otimista se relaciona ao pensamento sobre o seu futuro e, por conta disso, existe o reconhecendo dos benefícios em longo prazo do consumo de alimentos nutritivos. Já o mau humor leva à busca de uma recompensa imediata por meio da comida.

O bom humor faz com que as pessoas pensarem em uma vida saudável na velhice, portanto, os cuidados com a alimentação são maiores, concluíram os estudiosos.

 

Compulsão Alimentar

 

5-HTP

Guarde bem este nome: 5-HTP, remédio natural que corta o desejo incontrolável por comida e, ao mesmo tempo, combate a depressão.
 
É como um círculo vicioso: quando você se vê fora de forma, fica meio pra baixo e perde todo o pique para investir em uma nova dieta. Aí, ataca uma caixa enorme de bombons para afastar a tristeza - e engorda ainda mais. Quando você, enfim, arruma forças para começar outro regime, logo descobre que terá de fazer muitos sacrifícios e abandonar as coisas de que mais gosta.

Aí, começa tudo de novo...

Por acaso você se reconheceu nessas situações?

Então, saiba que existe uma maneira natural e saudável de perder peso e acabar com a depressão - tudo de uma só vez: o 5-HTP (que é a sigla de 5-Hidroxitriptofano). Essa substância melhora o humor e, assim, faz a pessoa comer bem menos.

Saiba tudo sobre essa novidade que ganha cada vez mais adeptas no Brasil e aprenda a turbinar o efeito dela.
Ela é um composto extraído da planta chamada Griffonia simplicifolia. Esse medicamento natural está disponível somente em farmácias de manipulação. Ainda não há uma fórmula pronta para consumo.

Há alguma contraindicação?
Sim, o medicamento não é recomendável para quem está grávida ou amamentando. Se você toma antidepressivo, fique longe dessa pílula. Afinal, a combinação pode causar efeitos como ansiedade e aumento da pressão arterial.

Posso tomar o remédio por conta própria?
Não. Vá a um Endocrinologista ou Médico Ortomolecular. Um desses especialistas poderá definir a dosagem ideal e o tempo que você deve consumir o suplemento. E, claro, é importante ter um acompanhamento profissional durante todo o tratamento.

 

Os Neurônios da obesidade
 

Um trabalho científico apresentado em início de junho de 2012 mostrou que pesquisadores norte-americanos descobriram um tipo de célula nervosa produzida no hipotálamo que, em excesso, dificulta a perda de peso mesmo quando se faz dieta e se pratica exercícios físicos.

Dieta seguida à risca, exercícios físicos integrados à rotina, exames clínicos sem alterações e nada de perder os quilos extras. Nesse caso, o problema com a balança pode estar em um processo químico dentro da cabeça. Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins University School, dos Estados Unidos, descobriram neurônios em uma parte do cérebro conhecida como hipotálamo — área associada a funções como o controle da temperatura e do sono — que têm relação com o excesso de peso.

Durante muito tempo, os cientistas acreditaram que a capacidade do cérebro, mesmo em idade adulta, de produzir neurônios — processo chamado de neurogênese — ocorria em apenas duas áreas: no hipocampo, principal
sede da memória, e no bulbo olfatório, responsável pelo cheiro. O início da descoberta de que células
nervosas poderiam surgir no hipotálamo ocorreu em 2005. A partir dessa pesquisa e de outros estudos
recentes, a equipe de Johns Hopkins se perguntou qual era a fonte e a função da neurogênese nessa região do
cérebro. Aliaram o experimento ao fato, também comprovado em estudos anteriores, que animais que ingerem uma
dieta muito calórica têm um risco significativamente alto de apresentar obesidade e síndrome metabólica
quando adultos.

Os pesquisadores submeteram, então, camundongos a uma dieta calórica e começaram a procurar em uma parte
particular do hipotálamo quantidade anormal de crescimento de células, o que evidenciaria a neurogênese.
Enquanto as cobaias mais novas não mostraram alteração quando comparadas com camundongos que consumiam uma
dieta normal, a produção de neurônios e células quadruplicou em adultos que comiam constantemente alimentos
calóricos desde quando foram desmamados.

Quando a equipe de cientistas eliminou os novos neurônios produzidos no cérebro dos camundongos, os bichos
ganharam menos peso e gordura se comparado aos animais que tiveram a mesma dieta e as novas células ativas,
sugerindo, desse modo, que esses neurônios tinham um papel crítico na regulação do peso e no armazenamento
de gordura.

As pessoas pensam, tipicamente, que o crescimento de novos neurônios no cérebro é uma coisa boa, mas isso é
apenas uma forma de o cérebro modificar comportamentos. A neurogênese hipotalâmica é, provavelmente, um
mecanismo que evoluiu para ajudar animais primitivos a sobreviver, incluindo os nossos ancestrais. Os selvagens que encontraram uma fonte rica e abundante de alimento seriam predispostos a comer o máximo que eles conseguiam, já que esse cenário é escasso na natureza.

Entretanto, no caso das cobaias, assim como para pessoas em cidades desenvolvidas, que têm acesso mais fácil à comida, esse processo de neurogênese não é necessariamente benéfico, pois poderia encorajar o ganho excessivo de peso e o estoque de gordura.

É possível que, no futuro, sejam desenvolvidas técnicas para a inibição da neurogênese hipotalâmica e se os
dados obtidos puderem ser extrapolados para humanos, a descoberta será uma arma no tratamento contra a
obesidade. Isso porque o estudo mostrou que a neurogênese hipotalâmica aumentada em camundongos leva a menor
gasto energético, maior estocagem de gordura e ganho de peso.

Entretanto os dados obtidos ainda são preliminares e hipotéticos, sendo que o conteúdo apresentado é fruto
de estudos em um grupo de camundongos. A condução no ser humano é prematura e sem aplicabilidade neste
momento”, opina. Para ele, o passo que os cientistas devem dar para que a idéia seja concretizada em humanos
é distante, pois ainda são necessárias comprovações semelhantes da descoberta na fisiologia humana e sua
aplicabilidade nos pacientes obesos, apesar dessa pesquisa ser interessante porque pretende compreender os
mecanismo de neurogênese, que ainda é um desafio para a medicina.

É provável que essa pesquisa ajude a explicar casos de pacientes que, mesmo se esforçando, não conseguem
perder peso, pois há pessoas que procuram Médicos para emagrecer, fazem exames hormonais que não indicam
alterações e, ainda assim, não conseguem. Mas isso não é tão simples assim. Há transformações metabólicas
acontecendo sempre e o artigo sugere um impacto dos neurônios na regulação de energia, que tem influência na
capacidade de a pessoa emagrecer ou não.

Se os dados obtidos puderem ser extrapolados para humanos, a descoberta será uma arma no tratamento contra a
obesidade.
 


 

 

Síndrome do comer noturno

A síndrome do comer noturno é uma alteração mista entre transtorno do sono e transtorno do humor. Tipicamente, as pessoas comem à noite mais da metade das calorias totais que usam ingerir nas 24 horas, mas mesmo pessoas que comem normalmente durante o dia podem ter o transtorno. Às vezes, elas comem à noite numa espécie de estado sonambúlico, durante o qual “atacam a geladeira” e depois de acordados não se lembram do que fizeram. Depois de comerem, podem pegar no sono novamente e voltar a acordar uma ou mais vezes durante a noite, só conseguindo voltar a dormir se comerem novamente. Pela manhã, perdem o apetite e alimentam-se pouco, o que pode gerar um estado de fraqueza, mudança de humor e ansiedade ao longo do dia.

A tríade sintomática característica desta síndrome foi inicialmente descrita como:

  1. Fome Excessiva
  2. Insônia.
  3. Inapetência durante o dia.

Não há uma causa específica estabelecida. Ao contrário de muitas condições psicológicas, aqui não há uma tendência genética para o aparecimento desta condição. A síndrome do comer noturno envolve alterações da química cerebral, do hormônio Melatonina (hormônio que regula o sono) e da Leptina (proteína que suprime o apetite), entre outros.

A síndrome do comer noturno é caracterizada por excessos alimentares que geralmente ocorrem pela madrugada, longe da censura das demais pessoas, acompanhados de perda do controle e de sentimentos posteriores de culpa.

As pessoas com síndrome do comer noturno em geral ingerem à noite uma quantidade de alimento maior do que durante o dia, com preferência por alimentos gordurosos e ricos em carboidratos. Apresentam também uma piora de humor à noite.

Não existe um tratamento específico para a síndrome do comer noturno. Indica-se psicoterapia cognitivo-comportamental e medicações para corrigir a insônia e melhorar o humor. Enquanto o transtorno não seja corrigido, uma providência pode ser deixar à mão, durante a noite, opções alimentares leves, como gelatina diet, por exemplo.

Como prevenir a síndrome do comer noturno:

  • Alimentar-se adequadamente durante o dia.
  • Fazer atividades físicas regulares e ter hábitos de vida saudáveis.
  • Cuidado com as dietas restritivas, porque elas podem aumentar a fome noturna.

A síndrome do comer noturno pode levar à obesidade e ao diabetes tipo 2 e às suas possíveis complicações.

 

 

ORTOREXIA  NERVOSA

A ortorexia não foi reconhecido como diagnóstico no manual de psiquiatria, DSM-IV, porém apresenta atualmente mais de 30 trabalhos científicos e deve ser considerado com critérios diagnósticos definidos num futuro próximo,  provavelmente dentro do  DSM-5 ou no DSM-6.

A pessoa ortoréxica, inicia uma busca obsessiva por normas (ou regras) de alimentação saudável. As informações são obtidas através dos meios de comunicação porém são informações distorcidas e exageradas para ficar saudável. Dessa forma, acaba excluindo muitos alimentos, por exemplo, começa com aqueles considerados impuros, como corantes, conservantes, gorduras trans, açúcar, sal, com agrotóxicos, pesticidas, alimentos transgênicos, entre muitos outros. Isso leva até a exclusão de grupos de alimentos considerados importantes para uma nutrição adequada podendo levar a quadros de carências nutricionais ou subclínicos (fome oculta, déficit de vitaminas e micronutrientes, anemia, ostopenia, entre outros).

Também associa uma preocupação com a forma de preparo e os utensílios utilizados na preparação dos alimentos. Comer fora de casa é considerado um problema ,evitam reuniões sociais e jantares para não “cair na tentação” de ingerir outro tipo de produto e pesam os alimentos e sentem “grande culpa se quebrar as regras”, e pelo contrário sentem uma sensação confortável ao fazer um prato elaborado exclusivamente com produtos orgânicos,ecológicos, bio ou com determinados certificados de salubridade. Acabam se isolando para conseguir se alimentar dessa forma saudável ou com alimentos considerados “puros” em casa,  não aceitando comer em restaurantes e dessa forma acabam deixando de sair com os amigos ou namoradas/os. A dieta “saudável” acaba tomando conta da sua vida.

O problema é que a pessoa ortoréxica não procura ajuda porque acredita que está fazendo a escolha certa. Na prática clínica, os pacientes com ortorexia atendidos nos consultórios ambulatoriais, foram encaminhados pelos familiares, principalmente as mães, que acreditavam que existia “algo de errado” na alimentação do familiar “ortorexico”. Nesses pacientes, na consulta nutrológica foi realizado uma anamnese alimentar abrangente para procurar determinar a omissão de grupos de alimentos, assim como no exame físico, o aparecimento de alguns sinais de falta de nutrientes (queda de cabelo, unhas quebradiças , entre muitos outros). Também foi realizada uma investigação laboratorial procurando e observando vários déficits de nutrientes que precisaram de suplementação e de adequação na dieta  (de acordo ao sexo, a idade, momento evolutivo, as atividades que realiza, entre muitas outras, que precisam ser consideradas) que a pessoa ortoréxica estava realizando. Com alguns desses pacientes, também foi observada a necessidade de um encaminhamento para uma psicoterapia .

Na prática clínica também, observamos que  em algumas das pacientes  que tiveram um diagnóstico de anorexia nervosa ou bulimia nervosa no passado foi  possível observar a passagem para um quadro com características ortoréxicas antes da sua recuperação. É importante lembrar aqui, que quando um paciente se recupera de um TCA, comenta que está comendo “normal” e sem alimentos proibidos, participando do lado social da alimentação e sendo “flexível”.

Ainda não sabemos qual a prevalência deste distúrbio na população geral, porém alguns grupos foram identificados nos últimos trabalhos científicos. Dentro deles, aparecem os atletas, esportistas, os artistas, os médicos e as nutricionistas.

“Comportamentos nutrológicamente desequilibrados merecem toda a atenção e o aconselhamento alimentar e nutrológico adequado”

 

 

ALIMENTOS   SAUDÁVEIS QUE ENGORDAM

         Seis alimentos da sua dieta que podem aumentar seu peso

Não basta ser saudável para emagrecer: basear a dieta em certos tipos de comida pode ser tão ruim para as medidas quando comer fast food

No universo das dietas, soluções aparentemente milagrosas podem acabar tendo efeito contrário e, ao invés de emagrecer, acabar te engordando - e, para piorar, podem até prejudicar a saúde.

Apesar de terem fama de super saudáveis, quando ingeridos desregradamente alguns alimentos acabam contribuindo para o aumento desmedido da silhueta. Veja a lista
abaixo.

Homus

Por ser rico em proteínas, o homus é uma alternativa saudável principalmente para quem quer evitar carne. No entanto, as calorias também são caprichadas em cada porção. A psicóloga nutricional de Nova York, Stephen Gullo, diz que se a pessoa conseguir resistir e comer apenas uma colher (tarefa difícil), aí tudo bem.

Uvas


Aqui não são as calorias exatamente o problema, mas sim a quantidade de açúcar. Para se ter uma ideia, uma xícara de uvas contém 15 gramas de açúcar, enquanto três bolachas recheadas podem conter 14. Ainda há um agravante: comer uvas não proporciona sensação de saciedade, a não ser que se coma muitas delas. Um truque é congelar as pequenas bolinhas, porque elas ficam mais difíceis de mastigar e, logo, come-se menos.

Nozes

Não deve ser surpresa para algumas pessoas que nozes fazem tão bem quanto engordam. Embora elas contenham vitamina E, magnésio e omega-3, as quantidades indicadas para ter apenas o lado bom são mínimas. Um pequeno punhado de amêndoas ou amendoim (que é aproximadamente o tamanho de um copo de shot) tem 14 gramas de gordura e mais de 160 calorias. Pior que isso é o efeito viciante que elas geram: Frank Lipman, médico de Nova York, diz que elas são um tipo de comida gatilho, ou seja, difíceis de parar de comer. Um belo truque para manter o auto controle é salpicar a quantidade exata na salada.

Suco verde

Sim, o adorado suco verde não é exatamente seu melhor amigo – a não ser que você respire fundo e insira o mix de folhas sem nenhuma adição de açúcar, praticamente um gazpacho. Acontece que, para amenizar o sabor forte dos vegetais, os sucos convencionais geralmente contém alta quantidade de açúcar, em alguns casos quase tanto quanto uma lata de refrigerante.

Para piorar, muitas vezes o suco é incluído em uma dieta só de líquidos, ou seja, passa-se muito tempo sem proteínas e ingerindo muito açúcar. Quando a dieta acaba, o peso, automaticamente, volta.

Frutas secas

Frutas secas naturalmente contém uma grande quantidade de açúcar e calorias (meia xícara de damascos secos tem cerca de 25 gramas de açúcar e 107 calorias), e os fabricantes costumam adicionar açúcar a frutas azedas como cerejas. Escolha frutas frescas em vez disso, mas limitar especialmente os açucarados, como bananas, uvas e mangas.

Lanches sem glúten

Muitas pessoas também evitam glúten num esforço para perder peso, o que seria uma estratégia razoável, vide o número de opções de biscoitos, bolachas, cereais e pizzas livres de glúten no mercado, não fossem eles também ricos em açúcar e gordura. Se você estiver evitando a proteína apenas por conta da dieta, é importante ler as informações nutricionais na embalagem para se certificar de porções não excedam 4 gramas de açúcar.

 

Saiba quais são os remédios que podem engordar

Quando o médico receita um medicamento, não dá para fugir: é a saúde que está em jogo. Vários medicamentos, no entanto, carregam efeitos colaterais. Alguns podem até engordar, por conta do aumento da fome.

Não se pode parar com a medicação por conta dos quilos a mais, pois é o problema de saúde que está em primeiro lugar. Existem medicamentos que engordam na maioria das vezes, mas isso não quer dizer que todas as pessoas que tomarem vão engordar.

Além disso, há, na maioria das vezes, outras opções a um medicamento que está causando um efeito indesejado em uma pessoa.

Veja quais são os medicamentos que podem engordar:

Antidepressivos - Os inibidores da monoamina oxidase e o carbonato de lítio costumam aumentar muito a fome de quem toma. A boa notícia é que a tecnologia farmacêutica tem atenuado esse efeito colateral. Os antidepressivos mais antigos causam mais fome. Hoje em dia, os novos medicamentos como a fluoxetina, escitalopran, citalopran não causam esse problema.

Antipsicóticos  as famosas drogas para controle de transtornos de humor (clozapina, olanzapina, risperidona e quetiapina), ao atuar no sistema nervoso, também estimulam a fome. Os antipsicóticos podem provocar algumas alterações em nível celular, alterando o metabolismo da glicose. Alguns deles estão associados com o começo do aparecimento do diabetes, que é o que se chama de intolerância ao metabolismo da glicose. Não significa que é diabetes. Caso isso aconteça, o paciente deve avisar o médico para que este busque outras opções de remédios.

Corticóides - são os que mais engordam e, no caso deles, não há como fugir. O médico costuma receitar para quem tem doença autoimune ou alérgica, sendo preciso tomar com frequência. A cortisona aumenta o peso porque aumenta a fome, a retenção de líquidos. É importante lembrar que é um medicamento que salva vidas. Se uma pessoa tem uma reação alérgica, pode até morrer. A cortisona ajuda a reverter este quadro. Se o paciente tomar demais, pode alterar o metabolismo. Pacientes que tomam doses altas de corticoide por um tempo prolongado podem ganhar até 20 quilos em um ano. A cortisona piora o funcionamento do hormônio insulina. A sensação é de um descontrole de fome. Isso só acontece quando o uso é crônico, por mais de um mês. Em quem toma esporadicamente, não acontece nada.

Pílula anticoncepcional - as formuladas à base de estrógeno levam ao aumento de peso por retenção de líquidos. A dica é pedir ao ginecologista que receite as que contêm progesterona. O estrógeno pode, eventualmente, alterar o metabolismo, deixando a pessoa um pouco menos saciada. Fome é a sensação que você precisa comer, é aquela sensação de estômago vazio. A saciedade é a questão da gula, que é quando se comem sem necessidade. É isso que o estrógeno causa em alguns casos.

Anti-hipertensivos  os mais antigos podem aumentar o peso por retenção de líquidos. Reter líquidos é diferente de ganhar gordura. Mas é só trocar o remédio que o problema acaba.
 

Se a fome causada pelos remédios é impossível de burlar, dá para optar por alimentos que ajudam a controlar as crises de gula.
 

Veja a lista:

Vitamina C  algumas propriedades dos alimentos ricos em vitamina C ajudam a diluir a gordura, fazendo com que o organismo elimine com mais facilidade.

Pectina, também presente nos alimentos que contêm vitamina C, é uma fibra que faz com que o açúcar seja absorvido mais lentamente, o que impede que ele se transforme em gordura. A pectina está presente na maçã, pêra, pêssego e frutas cítricas.

Fibras solúveis  Presente na aveia, feijão, maçãs, frutas cítricas, ervilhas, legumes, elas incham com a água e aumentam o bolo alimentar, fazendo com que o organismo fique ocupado fazendo a digestão, deixando a pessoa com sensação de saciedade mais tempo.

Carnes  Por ser fonte de vitamina B12, elas ajudam a queimar gorduras.

Pimenta-vermelha  Contem capsaicina, que é termogênica e aumenta a produção dos hormônios que diminuem o apetite e, consequentemente, a quantidade de alimento ingerida numa refeição.

Alho a Alicina  o composto que dá o aroma ao alho dificulta o ganho do peso.

Cenoura Comer cenoura e beber água antes das refeições a cenoura reduz o apetite e a água, além de também reduzir o apetite, acelera o metabolismo.

Linhaça  contém fibras solúveis e ácidos graxos, que ajudam a manter a energia e saciedade.

Salada  recomenda-se que se comece uma refeição com uma salada. O cérebro leva cerca de 20 minutos para receber sinais do estômago dizendo que está cheio.

Amêndoas - elas contêm antioxidantes, magnésio e vitamina E, e aumentam a sensação de saciedade.

Café  ele ajuda o metabolismo a acelerar e controla a fome, se consumido com moderação. Esse efeito se dá por conta da cafeína e dos antioxidantes. O café deve ser consumido puro.

Gengibre  além de ser termogênico, o gengibre melhora a digestão e reduz a fome.

Abacate  a gordura do abacate manda sinais de saciedade ao cérebro, fazendo com que a pessoa perca o apetite mais rápido.

Maçã  excelente controladora da gula. A maçã é capaz disso por conter fibras, pectina, aumentar os níveis de energia, pois pela mastigação o cérebro entende que a pessoa está comendo e envia sinais de que está saciado.

Batata-doce  ela tem algumas substâncias que são resistentes às enzimas digestivas, portanto a digestão é mais lenta, o que confere saciedade por mais tempo.

Tofu  o queijo popular na cozinha oriental é fonte de isoflavonas e proteínas, que reduzem o apetite.

Aveia  é rica em carboidratos, mas mesmo assim demora pra ser digerida  mantendo a saciedade. Ela também tem o poder de suprimir o hormônio grelina, responsável pela fome.

Canela  ajuda a diminuir os níveis de açúcar no sangue, além de aumentar o metabolismo.

Leite desnatado  para as mulheres que sofrem de TPM, o leite desnatado é um aliado, pois reduz a vontade de comer doces e carboidratos.

 

Por que fumar maconha dá fome?

 

Em algumas regiões do Brasil, o termo “larica” se refere a qualquer lanche, a uma refeição, a uma boquinha. Já em outras, a palavra é carregada de um significado mais específico: a intensa vontade de comer que toma conta do usuário de maconha após consumir a planta.

A causa do aumento do apetite, conforme um estudo internacional publicado na revista Nature Neuroscience, não está ligada a nenhum componente secreto da maconha. A substância responsável pelo fenômeno é o principal ingrediente da erva, o tetraidrocanabinol (THC).

De acordo com os experimentos realizados em ratos, o THC aguça a percepção dos bulbos olfatórios. Isso coloca o organismo em um grau apurado de sensibilidade para o olfato e também o paladar. Cheiros e sabores ganham relevância no cérebro, o que estimula a vontade de comer.

Os camundongos submetidos à pesquisa foram divididos em dois grupos. Alguns receberam doses de THC, enquanto outros não. A todos, foram oferecidas porções de banana e óleo de amêndoas. Os cientistas puderam observar, então, que os ratos sob efeito do ingrediente da maconha gastavam mais tempo cheirando o alimento, e comiam mais do que o outro grupo.

O cérebro só reconhece a ação do THC se possuir o endocanabinoide, receptor da substância. Em seres humanos, o sistema endocanabinoide tem um papel importantíssimo, ajudando a controlar dor, emoções, sensibilidade e memória, além do apetite. É por esta razão que o uso da maconha causa tantas alterações peculiares.

Alguns dos ratos usados nos testes foram geneticamente modificados para não possuir os receptores endocanabinoides. No caso deles, o THC não produziu nenhum efeito.

A “maconha” do nosso corpo é o que

nos faz comer muita gordura 

Você já deve ter ouvido falar que fumar maconha dá fome. E mais surpreendente nem é essa informação, mas sim o que um novo estudo descobriu: o fato de que, quando você começa a comer batata frita, não consegue parar porque os alimentos gordurosos acionam o organismo para produzir substâncias químicas muito parecidas com as encontradas na maconha.

Esses produtos químicos, chamados “endocanabinóides”, fazem parte de um ciclo que faz você continuar comendo porcarias sem parar.

Segundo os pesquisadores, a sinalização endocanabinóide no intestino tem um papel importante na regulação da nossa ingestão de gordura. O estudo descobriu que a gordura no intestino provoca a liberação de endocanabinóides no cérebro: e ele não é o único órgão que faz produtos químicos naturais parecidos com a maconha.

A pele humana também os produz. Canabinóides na pele podem desempenhar o mesmo papel que têm nas plantas: proteção oleosa contra o vento e o sol.

Os endocanabinóides também são conhecidos por influenciar o apetite e o paladar – o que explica a “larica” das pessoas quando fumam maconha.

No estudo, os pesquisadores equiparam ratos com tubos que drenam o conteúdo de seus estômagos. Esses tubos permitiram que os pesquisadores disessem se a gordura estava agindo sobre a língua ou no intestino.

Os ratos tomaram um milkshake saudável, uma solução de açúcar, um líquido rico em proteína chamado peptona, ou uma bebida rica em gordura feita de óleo de milho. Em seguida, os pesquisadores anestesiaram e dissecaram os ratos, rapidamente congelando seus órgãos para análise.

Açúcares e proteínas não afetaram a liberação de substâncias químicas naturais parecidas com a maconha, mas a gordura sim.

Os resultados mostram que a gordura sobre a língua dispara um sinal para o cérebro, que repassa uma mensagem até o intestino por meio de um feixe de nervos, que comanda a produção de endocanabinóides no intestino, que por sua vez acionam uma cascata de sinais com a mesma mensagem: comer, comer, comer!

Segundo os pesquisadores, no passado, essa mensagem foi útil para os mamíferos. Gorduras são cruciais para a sobrevivência, e elas eram difíceis de obter na dieta de mamíferos. No mundo de hoje, no entanto, onde há uma gama tão grande de junk food em cada esquina, o nosso amor evolutivo pela gordura é um tiro que sai pela culatra.

A boa notícia é que a descoberta pode ajudar os pesquisadores a desenvolver novas terapias. Bloqueando a recepção de sinais de endocanabinóides, os médicos podem ser capazes de quebrar o ciclo que leva as pessoas a comerem alimentos gordurosos em excesso.

Os cientistas alertam que bloquear os receptores endocanabinóides no cérebro também pode causar ansiedade e depressão, mas um medicamento projetado para atacar apenas o intestino pode não provocar tais efeitos colaterais negativos.

 

Os piores inimigos da dieta são os seus amigos

O sucesso de uma dieta depende de mais do que apenas força de vontade e autocontrole. O que faz uma pessoa ter uma recaída ou abandonar sua meta?
Foi o que uma pesquisa da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, queria descobrir.
Os cientistas estudaram os fatores sociais e ambientais que fazem as pessoas largarem sua dieta (mesmo que momentaneamente) e não resistirem à tentação.
 

Oitenta pessoas que faziam parte de um grupo de perda de peso ou estavam fazendo dieta por conta própria participaram do estudo de uma semana. Eles receberam telefones celulares nos quais tinham que manter um diário eletrônico de todas as tentações que cruzavam seu caminho, e como lidavam com elas.
 

Isso ajudou os pesquisadores a fazer um registro completo em tempo real, conhecido como “avaliação momentânea ecológica”, das tentações e lapsos da dieta dos participantes.
O resultado? A presença de amigos, desejos tarde da noite ou a tentação do álcool muitas vezes foram simplesmente fortes demais para resistir.

Os participantes caíram na tentação pouco mais de 50% das vezes em que passaram por uma, e eram especialmente vulneráveis à noite. Eles eram mais propensos a ceder a tentações alcoólicas do que comer um alimento açucarado ou comer mais do que o programado.
Sua força de vontade também foi influenciada pela presença de outros, como os amigos, independentemente da tentação na dieta ser inesperada ou se a pessoa já estava à procura de algo para comer. Quanto mais forte a tentação da dieta, mais provável um participante era de ceder a ela.


Ter amigos mais pesados aumenta suas chances de engordar

 Está de dieta? Passe um tempo sem ver seus “amigos de peso”. A sugestão é de um grupo de pesquisadores da Universidade Loyola de Chicago (EUA), que estudou como o círculo de amizades pode influenciar o peso de uma pessoa.
Em sua pesquisa, eles usaram dados coletados em duas escolas pelo Estudo Nacional Longitudinal de Saúde do Adolescente entre 1994 e 1996 nos Estados Unidos. Foram entrevistados 624 estudantes na primeira (Jefferson High) e 1.151 na segunda (Sunshine High). Na época, os jovens eram questionados sobre seu peso, suas amizades, atividades esportivas e sobre o tempo que passavam vendo TV. O peso e a altura eram usados para calcular seu índice de massa corpórea (IMC) – 25 indica sobrepeso e 30 indica obesidade.
Ao analisar os dados, os pesquisadores da Universidade Loyola encontraram um possível vínculo entre os grupos de amigos e as chances de o estudante ganhar ou perder peso. Por exemplo, se um jovem com sobrepeso tivesse amigos próximos abaixo do peso (IMC 20), havia 40% de chances de que seu próprio IMC iria diminuir no futuro e 27% de chance de que iria aumentar. Em contrapartida, se os amigos fossem obesos (IMC 30), as chances se invertiam: 56% de que o IMC aumentaria, contra apenas 15% de que diminuiria no futuro.
Mesmo levando em conta que uma pessoa tende a escolher amigos parecidos com ela (nesse caso, seria natural que um grupo de amizade reunisse gente com tendência a ganhar peso), a influência social ainda é um fator de peso (com o perdão do trocadilho) na saúde das pessoas.
Os resultados podem ajudar a encontrar formas mais eficientes para se tratar a obesidade entre adolescentes e jovens, levando em conta seus círculos de amizades.

10 atitudes que acabam com sua dieta

1 – Comer em situações sociais

Comer fora de casa, em restaurantes ou em festas, é sempre um problema. As opções gostosas e pouco saudáveis atrapalham a escolha por comidas saudáveis, ainda mais quando você está rodeada de pessoas. Nos sentimos menos culpados ao pedir uma porção de fritas ou uma sobremesa “tamanho família”, quando todos em volta também o estão fazendo. A melhor coisa a se fazer é ter plena consciência de suas escolhas. Peça meia porção, ou leve metade da sua comida para casa para comer no outro dia.

 

2 – Pular o café da manhã

 

 Pular qualquer refeição, especialmente o café da manhã, é ruim. Um café da manhã balanceado é a melhor maneira de ligar seu metabolismo no máximo e te dar a energia necessária para passar o dia. Sua cintura agradecerá.

 

 

3 – Compensar exercícios com comida

 

Esse é um erro comum: você corre na esteira por 40 minutos e depois pensa que, por isso, merece um sorvete. A regra é clara: para perder peso você precisa queimar mais calorias do que consome. Ao invés de se recompensar com um pacote de bolacha, espere até aquela calça apertada servir em você!

 

 

4 – Pensar que salada é a melhor opção

 

Só porque você lê a palavra “salada” no cardápio, isso não significa que ela seja a opção mais saudável, pois ela pode esconder algumas armadilhas, como molhos gordurosos, frango frito, queijo… Escolhe direito, leve tudo em consideração.

 

5 – Eliminar os carboidratos totalmente

 OK, as dietas radicais, com pouquíssimos carboidratos, realmente exterminam os quilos extras. Porém, no momento que você volta a consumi-los, o peso rapidamente volta. É melhor reduzir a quantidade, e não eliminá-los totalmente das suas refeições. Sem contar que os carboidratos são uma fonte saudável de energia para os exercícios físicos.

 

6 – Comer muito rápido

 

Calma! Terminar de comer antes de seus amigos não vai lhe render um troféu. Diminua o ritmo e dê ao seu corpo a oportunidade de se sentir satisfeito. Quando você devora a comida é mais difícil perceber quando se está “cheio”. É bem capaz que você coma além da conta e ainda arremate uma sobremesa porque não teve tempo de sentir que aquela refeição já foi o suficiente.

 

7 – Consumir calorias líquidas

 

As pessoas pensam que só comida engorda. São muitas opções: sucos cheios de açúcar, capuccinos, frappuccinos, milkshakes… Eles não são refeições, mas são bombas de calorias esperando para explodir. Por que não guardar essas calorias para alimentos que vão realmente matar sua fome e fazer bem?

 

 

8 – Não equilibrar as porções

 

Você pode pensar que está consumindo umas 120 calorias comendo uma porção de pipoca no cinema, mas, na verdade, acabou de ingerir cerca de 500. Por que? Por causa do valor nutricional. Uma porção de pipoca só tem 120 calorias se você realmente comer uma porção. Na dúvida, veja quantos gramas tem a porção e meça.

 

 

9 – Comer quando se está distraído

 

Comer é por si só uma atividade, então, não faça outras tarefas durante a refeição. Dirigir, trabalhar, assistir TV, entre outros, são coisas que você não precisa fazer enquanto come. Você vai distrair completamente do que está “mandando para dentro”, resultando em calorias extras.

 

10 – Pesar com muita frequência

 

Essa é uma ótima estratégia para observar como o seu corpo vem reagindo às mudanças que está fazendo e para ajudá-la a controlar cada vez melhor a alimentação. Agora, não desanime se os ponteiros não descerem tanto quanto você gostaria, de um dia para o outro. Por outro lado, se eles não pararem de subir, interprete como um sinal claro de que algo está errado e de que é preciso se esforçar mais com a sua dieta ou, então, checar se está tudo em ordem com a sua saúde.

 

Junk food pode prejudicar capacidade de sentir cheiros

Segundo pesquisa, uma dieta rica em gordura pode causar alterações estruturais e funcionais no sistema nasal

Não é novidade que o consumo de junk food contribui para a obesidade, no entanto, um novo estudo, publicado no Journal of Neuroscience, mostra que também pode prejudicar o olfato. De acordo com os pesquisadores, uma dieta rica em gordura está associada a mudanças estruturais e funcionais do sistema nasal.

Para chegar a esta conclusão, os cientistas submeteram ratos a um regime com alto níveis de gordura durante seis meses e, ao mesmo tempo, os ensinaram a associar um aroma específico a recompensas. O resultado mostrou que os ratos adeptos da dieta mais calóricas demoraram mais para absorver o aprendizado do que aqueles que continuaram com a alimentação adequada.

Em outra etapa da pesquisa, os pesquisadores introduziram uma nova fragrância e notaram que os ratos em regime calórico levaram mais tempo para se adaptar ao aroma, mostrando a redução da habilidade de sentir cheiro e quando os ratos voltaram a se alimentar da maneira adequada, eles perderam peso, mas ainda apresentaram redução das capacidades olfativas.

 

A Melatonina, o sono e a saúde

Por que precisamos dormir em total escuridão

O quarto moderno é cheio de luzes e dispositivos eletrônicos, de monitores de computador a rádios-relógio, além, é claro, do quase onipresente smartphone vibrando e brilhando ao lado da cama. O que a ciência tem a nos dizer, no entanto, é que a exposição crônica à luz durante a noite leva a uma série de problemas de saúde.

Para entender por que a exposição crônica à luz durante a noite é tão ruim, é preciso considerar a evolução humana. Antes do fim da Idade da Pedra, os seres humanos só eram expostos a dois tipos diferentes de luz natural, responsáveis pela regulação do ritmo circadiano – durante o dia, tinha o sol, enquanto à noite, havia a lua e as estrelas, e talvez a luz de fogueiras. Esse padrão binário de dia/noite configurava toda a nossa programação biológica.

Hoje, temos iluminação artificial à noite (IAN). Essa iluminação interior é consideravelmente menos potente do que a luz solar, mas ainda muitas ordens de magnitude maior do que a luz das estrelas e do luar – uma diferença que influencia uma série de reações bioquímicas críticas ligadas a periodicidade de luz, incluindo a produção de Cortisol e Melatonina.

A Melatonina, o sono e a saúde

A supressão de Melatonina é chave para entender muito do porquê IAN faz mal para nós. Este composto bioquímico é produzido pela glândula pineal do cérebro durante a noite, quando está escuro, para regular o nosso ciclo de sono-vigília.

Ele reduz a pressão arterial, os níveis de glicose e a temperatura do corpo – respostas fisiológicas que são as principais responsáveis por um sono reparador.

A parte do cérebro que controla o relógio biológico é o núcleo supraquiasmático (SCN), um grupo de células no hipotálamo. Estas células respondem aos sinais claros e escuros. Os nervos ópticos em nossos olhos percebem a luz e transmitem um sinal para o SCN, dizendo ao cérebro que é hora de acordar.

Esses sinais também iniciam outros processos, como o aumento da temperatura corporal e a produção de hormônios como o cortisol (o do estresse). Os nossos níveis de cortisol são relativamente baixos durante a noite, permitindo-nos dormir, e mais elevados durante o dia, permitindo a estabilização dos níveis de energia e a modulação da função imunológica.

IAN eleva os níveis de cortisol à noite, o que perturba o sono e apresenta uma série de problemas relacionados com os níveis de gordura corporal, resistência à insulina e inflamação sistêmica. Também contribui para um sono ruim e uma interrupção da neuroregulação do apetite.

Quando os quartos ficam totalmente escuros à noite, nenhum sinal óptico é enviado para o SCN, de forma que os nossos corpos produzem a melatonina necessária. A exposição à luz ambiente durante as horas normais de sono suprime os níveis de melatonina em mais de 50%.

E, só para aumentar os problemas, muitos dispositivos modernos emitem luz azul de LEDs, que é especialmente eficaz na supressão de melatonina. Isto porque melanopsina – um fotopigmento encontrado em células especializadas da retina envolvidas na regulação dos ritmos circadianos – é mais sensível à luz azul.

Recentemente, cientistas alertaram estudantes universitários sobre o impacto da luz de monitores de computador sobre os níveis de melatonina. Eles descobriram que a luz do computador à noite reduz os níveis de melatonina, atrapalhando o sono. Em um estudo relacionado sobre tablets, pesquisadores disseram que é importante reconhecer que o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir pode romper com o sono, mesmo que a melatonina não seja suprimida – a atividade pode deixar as pessoas alertas ou estímulos estressantes podem levar à interrupção do sono.

Essa perturbação bioquímica também cria efeitos físicos, como doenças. Cientistas não sabem direito por quê, mas estudos mostram consistentemente uma correlação entre IAN e câncer. Por exemplo, um estudo de 10 anos descobriu que um grupo de mais de 1.670 mulheres expostas a uma maior intensidade de luz em seu ambiente de dormir tinham chances 22% maiores de desenvolver câncer de mama. Os pesquisadores culparam o rompimento hormonal causado pela supressão de melatonina. Perturbadoramente, isso tem implicações sombrias para trabalhadores noturnos. Estudos têm mostrado que enfermeiras com turnos à noite estão em maior risco para câncer de mama.

A luz durante a noite não precisa sequer ser brilhante para causar problemas. A exposição crônica à luz fraca já é capaz de levar a sintomas de depressão. Hamsters, por exemplo, exibiram menos interesse em beber a água com açúcar que normalmente adoram quando expostos à luz fraca à noite. Quando retornaram a uma programação normal, a depressão foi revertida.

Outro estudo, também com roedores, mostrou que a luz azul à noite, em particular, é especialmente poderosa em induzir depressão e ansiedade. IAN também pode prejudicar o humor e a aprendizagem, mais uma vez provavelmente por causa de neurônios expressando melanopsina.

A melatonina ainda tem propriedades antioxidantes, que desempenham um papel importante no antienvelhecimento.

Outros estudos ainda mostram uma ligação entre a supressão de melatonina e doença cardiovascular.

Como se não bastasse tudo isso, luz à noite também contribui para o ganho de peso, mudando o tempo da nossa ingestão de alimentos. Ratos, quando expostos a IAN, ganham mais peso – apesar de se exercitarem e comerem tanto quanto seus irmãos que dormem na escuridão.

Os cientistas também correlacionaram níveis baixos de melatonina à diabetes, embora não saibam o papel da IAN na doença.

A conclusão é bastante óbvia: precisamos manter nossos quartos os mais escuros possíveis à noite, e evitar luz azul antes de dormir. Para isso, temos que desligar todos os gadgets emissores de luz e fechar as cortinas. E, se possível, nos abster de usar computador, tablet ou smartphone nas horas que antecedem o sono. Eu sei, mais fácil falar do que fazer, mas vale a pena dormir bem e despertar sem cansaço, com disposição para enfrentar o novo dia.


 Obesidade e Stress Oxidativo

Que é Stress Oxidativo?

Se você ver uma maçã escurecida ou uma grade de ferro enferrujada, você está vendo os resultados do stress oxidativo. O mesmo processo que causa esta deterioração pode também causar a doença no corpo humano.

Radical Livre

O Stress Oxidativo são os danos causados às células que ocorrem em processos metabólicos normais com a produção "de radicais livres", instáveis e moléculas eletricamente carregadas de oxigênio. Na ação de encontrar um "par" e transformar-se radicais estáveis, esses radicais livres interagem com a molécula mais próxima, alvejando proteínas, gorduras, ou mesmo DNA. Estas ações podem ser tão violentas que criam explosões da luz dentro das células. Se não neutralizadas rapidamente, podem criar mais radicais livres ou causar  danos às paredes dos vasos e das células, aos lipídeos, às proteínas, e mesmo ao núcleo (DNA) da célula e a processos que podem conduzir à morte da célula (Apoptose).

Pode-se comparar as lesões causadas pelos radicais livres aos danos que ocorrem quando as fagulhas de uma lareira voam para fora de onde há o fogo. É como se na maioria do tempo o fogo se queima normalmente, mas ocasionalmente há um "estouro" e fagulhas saltam para fora caindo no carpete. Se este processo continuar por muito tempo o carpete vai ficando "puído" , eventualmente expondo o forro e o assoalho subjacente. Em nossos corpos, esta fagulha é causada por um radical Hidroxila e o "puído" resultante pode conduzir as desordens degenerativas do cérebro como Parkinson e Alzheimer, ou às condições metabólicas como o Diabetes, Aterosclerose, doenças do coração e à Obesidade.

Sob circunstâncias normais, há um equilíbrio delicado entre a produção de radicais livres e os Anti-oxidantes, entretanto, durante períodos da produção aumentada de radicais livres, os Anti-oxidantes podem se esgotar no processo do neutralização, deixando o corpo com pouca ou nenhuma defesa no caso de um outro ataque de radicais livres. O stress oxidativo é regulado por uma combinação de fatores hereditários, do ambiente e do estilo de vida. Quando é possível influenciar o estilo de vida e alguns fatores ambientais com a dieta, a atividade física e o suplemento de anti-oxidantes, é bom, pois não podemos mudar os nossos genes. E infelizmente, muitos pessoas funcionam com um nível anormalmente elevado do stress oxidativo que poderia aumentar sua probabilidade da incidência de doenças relacionadas com a idade. Entretanto, ao melhorar nossos hábitos e os fatores ambientais pode diminuir a quantidade de radicais livres que se formam no nosso corpo, e assim, reduziria o risco de doenças degenerativas e metabólicas.

Mitocôndria

As mitocôndrias são a parte da célula responsáveis para a produção de energia e a respiração da célula.

O stress oxidativo ocorre durante toda a vida, a medida que nós envelhecemos. A fonte principal da formação dos oxidantes é pela Mitocôndria, a parte da célula responsável pela produção de energia. As mitocôndrias produzem a energia com um processo conhecido como Fosforilação Oxidativa, e com este oxigênio altamente reativo do processo, os radicais são gerados que podem subseqüentemente atacar células em nosso corpo. Os radicais livres, conhecidos também como espécies reativas do oxigênio, são somente um dos produtos da respiração da célula, mas os danos ao DNA que ocorre com eles podem, também, conduzir à produção aumentada dos radicais livres e possivelmente as mutações do DNA mitocondrial. O stress oxidativo pode também causar os danos aos lipídios e às proteínas.

Pesquisas recentes mostraram que a limitação calórica (Dieta) a longo prazo promove o longevidade e o excesso alimentar crônico (Obesidade) provoca uma  circunstância que imita o processo do envelhecimento, o que explica a incidência mais elevada de processos inflamatórios, radicais livres e doenças metabólicas em indivíduos com excesso de peso. Uma pesquisa recente sobre o exercício, a dieta e o uso de Suplementos Anti-Oxidantes indica que tais intervenções reduzirão o peso do corpo, o stress oxidativo, a produção de radicais livres e os processos inflamatórios resultantes, deixando os indivíduos mais magros e mais saudáveis.

 


 

"Comer bem é uma arte que só se leva a perfeição quando se protege a saúde".

O primeiro passo é a consulta, que dura até mais de uma hora, e logo nesseAlguns do minerais presentes no cabelo primeiro encontro é feito uma análise da vida clínica, nutricional e emocional do paciente e são solicitados exames de sangue que detectam a situação nutricional do organismo.

Há também o Exame do Cabelo (Mineralograma), exame que analisa um fio de cabelo e que traz muitas informações adicionais. Esse exame é feito nos Estados Unidos, mas não obrigatório no tratamento. O exame não é exigido, mas é verdade que se a pessoa não o faz, perde-se muitos dados importantes.
 

Um dos pontos observados nesses exames é a quantidade de Radicais Livres presentes no organismo do paciente. Eles agem como uma ferrugem e lesam o corpo, desencadeando diversas doenças. Com o mapa dos Radicais Livres em mãos, fica mais fácil prever moléstias e prevenir-se delas.
 

A partir das análises dos exames, o Médico prescreve medicamentos industrializados ou manipuladas, buscando o equilíbrio ideal do corpo. Para cada caso, a medicação é absolutamente individual, pois cada corpo tem suas necessidades específicas. Não adianta ir à farmácia e comprar um polivitamínico qualquer porque a dosagem não será a correta, ou ir às lojas de suplementos e encher-se desses produtos sem a indicação adequada, que é um erro bem comum que ocorre principalmente nas academias de ginástica, onde muita gente costuma tomar suplementos de aminoácidos esperando emagrecer graças ao aceleramento do metabolismo que essa substância provoca. Mas o que eles não sabem é que, além do aminoácido ser a substância mais difícil de ser absorvida pelo organismo, o que exige formas especiais de tomá-lo, para funcionar, o aminoácido deve vir acompanhado das vitaminas e minerais corretos.

Nunca deve se usar aminoácidos no início do tratamento porque antes a pessoa precisa estar preparada para recebê-los e com o organismo preparado, a substância trará resultados muito melhores.

Mas como em qualquer dieta, é preciso disciplina e dedicação. Normalmente, os resultados são muito bons, mas dependem muito da pessoa não sendo tratamento milagroso.
Fome, fraqueza ou irritabilidade, sensações comuns quando se restringe alimentos, também não fazem parte do cardápio dos pacientes. Isso porque muitas vezes associa-se o uso de remédios fitoterápicos (à base de plantas) na receita. Há fórmulas para aumentar a saciedade ou diminuir o desejo por tipos de alimentos. A planta Garcínia, por exemplo, ajuda a reduzir a compulsão por doce, o Cromo auxilia a diminuir a resistência a insulina, etc. As receitas da Ortomolecular também funcionam para resolver desconfortos da Tensão Pré-Menstrual., diminuindo a vontade de comer doce nesse período.

Mas, os benefícios só são possíveis para quem tem disciplina, como em qualquer regime; não se trata de uma fórmula milagrosa, pois antes de tudo, é preciso cuidar da alimentação e praticar exercícios

Na Medicina Ortomolecular, habitualmente, inibidores de apetite não fazem parte da maioria dos receituários. Mas muitas das vezes lança-se mão dessas substâncias no início do tratamento pois se o indivíduo está obeso e tem dificuldades para entrar no regime, tem-se que adotar o recurso inicialmente, porém de forma que cause o menor impacto possível ao paciente.

A perda de peso acontece graças à reeducação alimentar e ao equilíbrio nutricional promovido pelos suplementos. Esse equilíbrio soluciona problemas como stress, retenção de líquido, TPM e depressão, que muitas vezes são a causa do excesso de peso. Não existe uma dieta específica na Ortomolecular, mas, uma reposição de nutrientes que faz o paciente comer o que quiser, porém, bem menos pois não sentem aquela compulsão.
A suplementação é oferecida em gotas, pós, cápsulas ou comprimidos efervescentes. A escolha depende da preferência pessoal e da indicação médica. Há quem tome várias cápsulas num só dia.
O tempo de tratamento nos casos de emagrecimento varia conforme o estado físico do paciente, mas em casos de pessoas não-obesas, três a quatro meses são suficientes para uma boa perda de peso. Ou seja, tempo perfeito chegar no verão com o corpo em forma. O recomendável ao menos uma consulta a cada 45 dias, para acompanhamento.
 

Como "enganar" o cérebro para comer menos

As diversas vezes, tentamos enganar nosso cérebro, fazemos isso sem perceber e todo o esforço para perder peso ou ao menos manter o corpo em dia vai por água abaixo quando você nota que o ponteiro da balança está subindo. Há maneiras de “enganar” seu cérebro para comer menos e, o melhor, sem sentir fome ao longo do dia. Siga as dicas e mantenha uma dieta equilibrada e saudável. O essencial é comer alimentos importantes para o bom funcionamento do seu organismo. Lembre-se ainda de que praticar exercícios físicos é fundamental para manter a sua saúde e controlar o peso.





 

Todo mundo sabe que comer muito doce e alimentos ricos em açúcar refinado engorda. O açúcar é digerido rapidamente e, com isso, seu corpo logo envia ao seu cérebro a mensagem de que está com fome novamente e que você precisa comer. Então, dê preferência às fibras na hora da sobremesa ou no lanche da tarde. Alimentos ricos em fibras demoram mais para ser digeridos e garantem a sensação de saciedade por mais tempo. Após uma refeição ou no lanche, prefira a goiaba branca, o caqui chocolate ou uma vitamina com aveia, todos ricos em fibras.

Não é apenas o açúcar refinado que aumenta a sua sensação de fome. O açúcar das frutas, a frutose, também dá essa sensação ao comer uma fruta ou tomar um suco natural. Nas principais refeições, isso também acontece ao comer alimentos ricos em carboidratos, como uma macarronada ou uma pizza. Para garantir mais tempo sem fome e “enganar” o seu cérebro, invista nas fibras presentes nas saladas e legumes, além de comer proteína. De digestão mais lenta, estes alimentos vão fazer você comer menos. Entre os alimentos com baixa concentração de açúcar, estão brócolis, berinjela e abobrinha.

O exercício físico é saudável e queima calorias. Mas é importante estabelecer o exercício, seja uma caminhada ou aulas de musculação e pilates, como uma fonte de prazer. Além disso, ao se exercitar, seu corpo utiliza a gordura armazenada para dar energia e sua fome diminui, especialmente depois do treino.
 

 

 Gordura Abdominal

 


ALIMENTOS QUE AUMENTAM A BARRIGA

Os alimentos que estimulam uma grande produção de insulina pelo pâncreas são os maiores responsáveis pelo acúmulo de gordura abdominal, levando ao desenvolvimento da resistência à insulina. Essa resistência à insulina pode levar ao diabetes. A insulina é um hormônio fundamental para colocar a glicose dentro da célula para produzir energia, entretanto quando produzido em excesso vai causar um desequilíbrio no organismo: vai fazer lipogênese (produção de gordura) na região abdominal e também vai aumentar o hormônio do apetite (grelina) além de diminui o hormônio da saciedade (leptina), aumentando assim a compulsão alimentar.



ALIMENTOS QUE AUMENTAM A GORDURA ABDOMINAL


- Carboidrato de alto índice glicêmico (farinha branca refinada e seus derivados, açúcar, e doces em geral), porque necessitam de muita insulina;
- Carboidrato de alto e baixo índice glicêmico em quantidade exagerada numa mesma refeição, pois produz excesso de insulina;
- Gordura trans (biscoito recheado, pipoca de microondas, bolo industrializado, etc.);
- Gordura saturada em excesso (carnes gordas, pele de frango, salame, linguiça, manteiga, bacon, etc.).



ALIMENTOS QUE NÃO AUMENTAM A GORDURA ABDOMINAL


- Carboidrato de baixo índice glicêmico em quantidade moderada (pão integral, hortaliças, frutas, cereais integrais, grãos, etc.), pois produz nível adequado de insulina;
- Gordura monoinsaturada em quantidade moderada (azeite de oliva extra-virgem, amêndoa, castanhas, nozes, etc.);
- Gordura poli-insaturada em quantidade moderada (salmão, atum, sardinha, chia, linhaça, etc.);
- Antioxidantes (vitamina C, vitamina E, selênio, zinco, betacaroteno, licopeno, antocianina, flavonoides, etc.). A gordura abdominal produz citocinas (substâncias inflamatórias) que oxidam as células e os antioxidantes vão protegê-las.



FONTES DE ANTIOXIDANTES



- Vitamina C (laranja, tangerina, abacaxi, morango, vegetal verde escuro, etc.);
- Vitamina E (azeite de oliva, óleo vegetal, oleaginosas, abacate, etc.);
- Selênio (castanha do Pará, uma grande fonte);
- Zinco (nozes, frango, feijão, etc.);
- Betacaroteno (cenoura, mamão, abóbora, vegetal verde escuro, etc.);
- Licopeno (tomate, melancia, goiaba, etc.);
- Antocianina (açaí, berinjela, cebola roxa, repolho roxo, etc.);
- Flavonoides (uva, cebola, chá verde, cacau, etc.).


 

15 formas de acelerar a

perda de peso

Aquela colega de trabalho que sempre leva um bolo para o lanche, os filhos que praticamente a obrigam a rechear a geladeira de guloseimas… o nosso dia esconde tantas armadilhas que fica difícil segurar os ponteiros da balança. Mas se você estiver preparada para lidar com essas situações delicadas, vai persistir na dieta e eliminar peso mais depressa. Quer apostar? Confira essas 15 formas de acelerar a perda de peso:

1.  MONTE UMA LISTA ANTES DE IR AO SUPERMERCADO

Já reparou que as gôndolas são organizadas de maneira estratégica, para fazer você comprar mais e mais, principalmente os alimentos calóricos? A cor, a posição e a localização dos produtos, tudo é pensado para atrair o e se você chegar ao local focada no que precisa comprar, vai resistir mais fácil aos impulsos e ainda garantirá os produtos saudáveis que havia planejado comer durante toda a semana.

2.  POUSE SEMPRE OS TALHERES NO PRATO, ENTRE UMA GARFADA E OUTRA

O método não exige mais do que atenção e, em longo prazo, ajuda a eliminar alguns quilos. Isso porque, ao comer mais devagar, você dá tempo ao organismo de interpretar, antes, o estímulo de saciedade. Assim, você acaba comendo menos ou, então, apenas o necessário. O segredo é manter o foco sempre na refeição, tentar não se distrair com mais nada.

3. PREPARE SEUS LANCHES DEPOIS DE TOMAR O CAFÉ

De barriga cheia, é mais fácil não enfiar o pé na jaca ao montar os lanches que consumirá ao longo do dia. Que tal preparar as próximas refeições assim que deixar a mesa? Você conseguirá selecionar melhor os ingredientes e as porções. Planejar é uma estratégia eficaz para emagrecer. Se comer corretamente de três em três horas, vai conseguir dizer não a várias tentações.

4. NÃO COLOQUE AS TRAVESSAS NA MESA

Dificultar o acesso à comida sempre ajuda a evitar os exageros. Só de caminhar até o outro cômodo para se servir, você já ganha um tempinho para perceber que está satisfeita. Além disso, se estiver com um pingo de preguiça, vai desistir de encher o prato novamente. O que vai fazer muito bem à sua dieta, convenhamos. Por mais que seja agradável alimentar-se em uma mesa posta, deixar as travessas à vista aumenta as chances de exagerar na porção.

5. SUBA NA BALANÇA DIARIAMENTE

Essa é uma ótima estratégia para observar como o seu corpo vem reagindo às mudanças que está fazendo e para ajudá-la a controlar cada vez melhor a alimentação. Agora, não desanime se os ponteiros não descerem tanto quanto você gostaria, de um dia para o outro. Por outro lado, se eles não pararem de subir, interprete como um sinal claro de que algo está errado e de que é preciso se esforçar mais com a sua dieta ou, então, checar se está tudo em ordem com a sua saúde.

6.  DEIXE A MESA ASSIM QUE ACABAR A REFEIÇÃO

Por mais que não haja mais nada o que beliscar por perto, o estímulo para comer está sempre associado à cozinha ou à sala de jantar. Deixar o local assim que terminar de se alimentar é uma boa medida para driblar seus próprios desejos. Convide as outras pessoas para continuar a conversa em outro cômodo ou, se for o caso, peça licença e se retire. Em seguida, procure manter-se ocupada com atividades interessantes, que prendam a sua atenção, como a leitura de um livro.

7. ARRUME A DESPENSA DE FORMA ESTRATÉGICA

Coloque os alimentos “proibidos” em locais de difícil acesso, que necessitem de uma escada para serem alcançados, por exemplo. Se a preguiça não for o suficiente para impedir você de buscar a escada, enquanto sobe nela você terá tempo pesar os prós e contras da sua escolha. As tentações vão aparecer dentro e fora de casa. Mas se você estiver feliz com o seu corpo e as conquistas que fez, vai conseguir passar por cima disso.

8. ACOMPANHE O RITMO DO MAIS LENTO

Durante as refeições, faça o possível para acompanhar aquele que come mais devagar. A sensação de saciedade demora, em média, 20 minutos para ser percebida e se você estiver alerta, e descobrir que acabou com a fome antes de esvaziar o prato, não vai terminar a noite com aquela sensação de barriga estufada. Acertar na quantidade e comer só o necessário é um bom hábito que provoca enorme satisfação, acompanhada de sensação de autocontrole.

9. NUNCA SE ALIMENTE EM FRENTE À TELEVISÃO

Quem não gosta de chegar à sua casa, fazer o prato e se sentar em frente à tevê, para não perder nenhum detalhe da novela? Pois saiba que o hábito, por si só, pode ajudar a ganhar muitos quilos, que vão ficar mesmo depois que a trama acabar. Enquanto você está com os olhos grudados na telinha, nem percebe o que está comendo e nem quanto está consumindo. Além de não apreciar nem sentir o sabor da refeição, muito provavelmente acabará comendo mais do que precisa. Agora, se você é noveleira de carteirinha, tente gravar a novela para assistir depois ou programe-se para comer com calma.

10. ESCOVE OS DENTES LOGO APÓS AS REFEIÇÕES

A medida, além de fazer muito bem à saúde, ajuda a diminuir o impulso de comer uma besteira qualquer, ou mesmo uma sobremesa, depois do almoço ou do jantar. O raciocínio é simples: só de saber que terá de escovar os dentes novamente, muita gente desiste, com preguiça. Além disso, o sabor do creme dental modifica o gosto dos alimentos, fazendo com que mesmo a experiência de degustar um chocolate ou um sorvete não seja tão agradável ao paladar.

11. ABASTEÇA A DESPENSA APENAS COM O NECESSÁRIO

O ideal para quem está num programa de reeducação alimentar é mandar para fora tudo o que pode representar perigo. Assim, quando bater a vontade de beliscar, e você perceber que precisará sair de casa se quiser comprar algo, irá pensar duas vezes. Agora, se a sua família não está na mesma sintonia que você, a dica é comprar embalagens econômicas, com doces ou bolachas em pequenas quantidades. Em vez de adquirir uma caixa de bombons, leve apenas uma unidade e daí, quando for pegar um chocolate na despensa, vai pensar no lanche que seu filho deixará de fazer no dia seguinte. E vai desistir na certa!

12. ESCOLHA A ENTRADA, A BEBIDA OU A SOBREMESA

Quando for a um restaurante, garanta o prato principal e abra mão de outros alimentos ou bebidas calóricos. Dessa forma, você emagrece a refeição como um todo e não come mais do que precisa. Sempre que possível, fique com a entrada e dispense bebida e sobremesa e se for uma salada, ainda melhor. Ela vai diminuir a sua fome e, quando o prato principal chegar, você vai se contentar com menos.

13. NÃO DESCONTE AS EMOÇÕES NA COMIDA

Embora nem sempre seja possível contornar as tensões do dia a dia e evitar situações estressantes, não adianta transformar esses acontecimentos em uma desculpa para abusar da comida. Afinal, isso só vai atrapalhar mais a sua vida, aumentando os problemas. Se estiver cansada ou irritada, tome um banho relaxante e vá descansar por alguns minutos e só então você estará preparada para fazer uma alimentação sem excessos.

14. NÃO PULE O CAFÉ DA MANHÃ

Programe-se para acordar mais cedo e tome seu café com calma. O longo período que você já passou em jejum, enquanto dormia, faz o metabolismo desacelerar. Ao acordar, é preciso despertá-lo, para que retome o ritmo do gasto energético. Está mais do que comprovado que quem se alimenta logo depois que se levanta faz escolhas mais saudáveis ao longo do dia.

15. PREFIRA FRUTAS FRESCAS PARA A SOBREMESA

Elas têm baixo teor calórico, são ótimas fontes de fibras e têm ação antioxidante, melhorando o funcionamento intestinal e atuando na prevenção do envelhecimento precoce. No dia a dia, fique com elas e deixe os doces e outras guloseimas para o fim de semana. Mas, mesmo assim, não abuse! Aos poucos, a estratégia vira um hábito e resistir às besteiras ficará muito mais fácil.

 

Efeito sanfona favorece diabetes, gordura no fígado e muitos outros problemas

 Não é só a autoestima que fica prejudicada, entenda como o organismo sofre com a oscilação de peso

Segundo dados inéditos da pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) do Ministério da Saúde, aproximadamente 51% da população adulta está acima do peso ideal - sendo que 17% dos brasileiros são acometidos pela obesidade. Desse percentual, boa parte pode estar enquadrada no chamado efeito sanfona, que é o famoso emagrece-engorda-emagrece. O efeito sanfona acontece quando há uma variação mair que 1 kg por semana. Também podemos considerar parte desse fenômeno aquela pessoa que sofreu oscilações de peso iguais ou maiores do que 4 kg em um determinado período.

É sabido que a obesidade pode causar diversos prejuízos ao nosso organismo - mas pouco se fala dos malefícios causados pela oscilação de números na balança.

Os riscos de fazer dietas sem o acompanhamento de um profissional:

Alterações metabólicas

Quando uma pessoa perde peso muito rápido, mecanismos hormonais são ativados, que sinalizam ao cérebro que a pessoa está passando fome, além de estimularem a redução do metabolismo como forma de poupar energia. "Quando acontece o ganho de peso após uma dieta muito restrita, o corpo ainda mantém o metabolismo mais lento, como se estivesse se preparando para um outro período em que “vai passar mais fome”. Além disso, quando acontece o aumento de peso, geralmente a pessoa ganha mais peso do que antes de ter começado a dieta, pelo mesmo mecanismo cerebral que fica se preparando para outro período de "passar mais fome". O cérebro após o efeito sanfona passa a ignorar os sinais de saciedade que vem do tecido adiposo, como forma de proteção.

 

 

Favorece doenças

Aqui o problema é a Sarcopenia - que é a perda muscular relacionada às dietas muito agressivas. Quando se faz uma dieta extrema que leva à perda de peso rápida, perdemos massa magra também. Sabe-se que o tecido muscular é importante para reduzir a resistência insulínica. Por isso, quando perdemos muito tecido muscular em uma dieta restritiva, e depois ganhamos tecido gorduroso ao engordarmos de novo, é criado um efeito chamado "sarcobesidade" que, segundo a especialista, é justamente quando uma pessoa tem muita gordura e pouco músculo, ficando com a resistência insulínica alta, o que leva à piora dos quadros de diabetes em quem tem e muitas vezes ao desenvolvimento do diabetes em quem não tem.
 

Outra doença que piora com o efeito sanfona é a gordura do fígado (Esteatose Hepática). Quando uma pessoa faz uma dieta radical, pode entrar em estado de cetose - ou seja, o tecido adiposo começa a liberar a gordura estocada para ser usada como energia pelo organismo. A questão é que antes que essa gordura chegue aos órgãos para ser "queimada", ela passa pelo fígado, e muitas vezes quem tem Esteatose Hepática pode apresentar piora no quadro. "Por motivo semelhante ao da gordura no fígado, muitas vezes os níveis de colesterol ruim podem aumentar em algumas pessoas que apresentam o efeito sanfona, assim como o de triglicerídeos."

Dificulta o emagrecimento

O nosso tecido adiposo sinaliza ao cérebro quando está cheio e quando está vazio - ou seja, quando você está satisfeito ou quando precisa comer mais. No efeito sanfona, o cérebro passa a ignorar os hormônios que sinalizam que o tecido adiposo está cheio, permitindo que a pessoa coma mais. São adaptações do nosso corpo para não perdermos peso. Toda vez que queremos emagrecer temos que lutar contra essa proteção do nosso organismo, que interpreta o emagrecimento como um sinal de alerta que, se não for reparado, levará a morte por deficiência de energia. Nosso organismo foi preparado, na sua evolução, para se proteger do emagrecimento excessivo. Possuímos mecanismos de defesa contra a perda de peso em maior número e de maior força do que àqueles que favorecem o emagrecimento - esse é um dos motivos que justificam o fato do emagrecimento ser difícil de conseguir e manter.

Implicações estéticas

Algumas pesquisas mostram a relação entre alimentos com alto índice glicêmico e formação da acne, outros a ligação entre alterações hormonais e piora da acne, pois o efeito sanfona pode contribuir para o aparecimento e piora do quadro, uma vez que a acne é fruto de alterações hormonais e acontece geralmente por uma ingestão excessiva de alimentos com alto índice glicêmico. Além disso, o estiramento da pele causado pelas oscilações do peso, somado a genética pessoal, pode favorecer as estrias. "A tensão em excesso exercida na área altera as fibras de colágeno da pele, levando a estrias.

O consumo de alimentos com alto índice glicêmico e o efeito sanfona também são vilões da pele jovem. O envelhecimento da pele nesse caso se dá por um processo chamado glicação. A reação é simples e todo mundo conhece: na cozinha, os alimentos que formam a cor marrom quando expostos a altas temperaturas - como o pão torrado ou a calda de caramelo sofreram uma reação não-enzimática entre açúcares e proteínas. O produto final tem essa cor pois o alimento passou por alterações profundas na sua integridade e nas suas funções.
 

Esse fenômeno também pode acontecer em nosso corpo, pois quando ingerimos uma grande quantidade de açúcar ele se concentra no sangue, podendo entrar em glicação com as nossas proteínas. Isso danifica nutrientes importante dessa classe, como colágeno e elastina, resultando no envelhecimento da pele, flacidez e outros
 

O efeito sanfona também irá desencadear uma série de processos inflamatórios no organismo, uma vez que a oscilação de peso irá aumentar a quantidade de radicais livres no corpo. Esse excesso de oxidantes na circulação pode reagir com outras moléculas, danificando células, DNA e novamente as proteínas como o colágeno e a elastina, responsáveis pela sustentação e elasticidade da pele.

Afeta a autoestima e autoimagem

O ganho de peso após o emagrecimento pode ser visto como um fracasso pessoal, e não como conseqüência de uma doença crônica, a obesidade. Esses julgamentos morais podem ser próprios, como dizeres como "eu sou incapaz", ou vindo de outros, que podem dizer "é só controlar sua boca que você consegue", ou algo no gênero. É importante que a pessoa se conscientize de que a obesidade é uma doença e que precisa de tratamento crônico, uma vez que não tem cura.
 

Há um atraso neurofisiológico para percebermos nossa imagem corporal - normalmente, leva alguns anos para notarmos grandes mudanças em nosso corpo, como a perda de peso. Assim, emagrecer e engordar rapidamente é mais prontamente percebido por meio de roupas, fotos ou comentários externos do que pela percepção da pessoa, como olhar-se ou no espelho ou para si mesmo. Sendo assim, o efeito sanfona pode nos deixar confusos sobre nossa autoimagem, ou seja, a forma como acreditamos ser e isso, somado ao sentimento de fracasso que pode aparecer, torna o período do efeito sanfona extremamente difícil para quem o sofre. Por isso o emagrecimento deve ser acompanhado por profissionais sérios, com avaliação global da saúde e não apenas do número que aparece na balança.
 

Afeta a imunidade

Pode-se dizer com certeza que engordar além do normal faz sempre mal para a saúde. O os processos inflamatórios causados pelo excesso de tecido adiposo podem causar alterações no sistema imunológico, favorecendo o aparecimento de doença. Caso a pessoa não esteja se alimentando bem ou fazendo uma dieta restritiva buscando perder os quilos recuperados, pode haver uma deficiência nutricional que agravará ainda mais esse quadro.

 

Consequências da falta de acompanhamento

É certo que todo mundo que emagrece corre o risco de ganhar o peso perdido - seja fazendo uma dieta saudável ou um plano de emagrecimento maluco, sem acompanhamento médico e com muita restrição. Entretanto, esse último grupo certamente está mais vulnerável aos efeitos nocivos que esses acontecimentos podem causar.

Restringir grupos alimentares, ingerir uma quantidade muito baixa de calorias ou mesmo ingerir suplementos e outras medicações sem prescrição são atitudes extremamente perigosas. E, mesmo com acompanhamento médico, a necessidade de medicamentos deve ser muito bem avaliada pelo próprio paciente. Além do efeito sanfona e os riscos que o acompanham, você pode sofrer outros efeitos colaterais, como doenças relacionadas à baixa ingestão de nutrientes, problemas renais conseqüentes do uso excessivo de suplementos e tantas outras complicações. A escolha tanto de uma modificação alimentar quanto o auxílio de uma terapia medicamentosa devem se apoiar obrigatoriamente na ajuda de um médico.

Para que um tratamento possa fazer bem, é preciso que ele seja prescrito para quem precisa e por quem sabe. Cabe ao paciente relatar ao médico o que está sentindo durante o tratamento para fazer possíveis ajustes nas medicações e recomendações, pois ainda que haja o benefício da perda de peso, o processo de emagrecimento não pode ser algo sofrível, que afete o bem-estar da pessoa.

 

Os fitoterápicos poderosos que prolongam a saciedade,

 bombardeiam a gordura localizada e blindam as células

contra a invasão dos carboidratos!

 

Goji berries

O Goji são pequenas frutas da planta Lycium barbarum, encontrada originalmente no Tibete. Para muitos de nós, essa frutinha pode ser novidade, mas em outros países como na China, já se conhece seus benefícios há milhares de anos, são frutas ricas de antioxidante e por isso, está se popularizando como as bagas anti envelhecimento.

A fruta possui mais de 19 aminoácidos que ajudam a metabolizar as proteínas além de ser rica em Vitamina C, Vitaminas do complexo B, vitamina E e minerais como ferro, magnésio, cobre, potássio, fósforo, manganês, zinco, sódio e selênio.
As bagas ainda são fontes de beta sisterol, betacaroteno, zeaxantina, carotenoides, polissacarídeos e ácidos graxos essenciais como ômega 6 e ômega 3.

Benefícios do Goji berries

Além de ajudar a fortalecer o sistema imunológico, a fruta combate os radicais livres e consequentemente o envelhecimento. Segundo uma lenda, os habitantes do Tibete conseguem ultrapassar os cem anos, graças ao Goji, presente sempre na alimentação dos tibetanos.

Por este motivo é chamada de “Fruta da Longevidade” e existe um ditado que diz, “coma um punhado de goji pela manhã, que ficará feliz o dia todo”. Segundo o povo tibetano diz, a fruta ainda é afrodisíaca, ou seja, ajuda a estimular a libido.

Os antioxidantes da fruta também vão ajudar a combater diversos tipos de câncer e seus minerais, especialmente o selênio, ajuda a reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia. A zeaxantina ajuda a combater as degeneração ocular e a criptoxantina ajuda a prevenir o risco de câncer de pulmão, desde que este não esteja associado ao tabagismo.

 

Alguns nutrientes do goji, ajudam a regular os hormônios e ajuda na produção do hGH (Hormônio de Crescimento):

  • Tiamina: Favorece o bom funcionamento da tireóide e converte os carboidratos em energia.

  • Cálcio: Esse mineral ajuda a reduzir a gordura corporal, além de ajudar a manter os ossos saudáveis.

  • L-arginina : Esse aminoácido ajuda a aumentar os níveis de hormônios do crescimento no sangue.

  • L-glutamina : Além de contribuir com a produção do hGH, esse aminoácido ajuda a aumentar a massa magra.

  • Potássio : Esse mineral é importante para o funcionamento da glândula pituitária, que produz hormônios de crescimento.

INDICAÇÕES GERAIS E BENEFÍCIOS

  • "Estende" a vida, protege o corpo da idade prematura através da poderosa ação antioxidante
  • Faz o paciente se sentir e parecer jovem. Goji estimula a secreção de hGH (Hormônio do crescimento humano)
  • Aumenta a função sexual e trata a disfunção
  • Promove a saúde dos olhos e melhora a visão
  • Promove a saúde do fígado
  • Trata sintomas da menopausa
  • Previne mal estar matinal no primeiro trimestre de gestação
  • Aumenta a fertilidade
  • Promove perda de peso
  • Melhora o humor
  • Aumenta a energia e força, especialmente na luta contra doenças
  • Mantém pressão sanguínea saudável
  • Reduz o colesterol
  • Promove a taxa normal de açúcar no sangue em adultos com diabetes
  • Alivia dores de cabeça e tonturas
  • Melhora as funções cardíacas
  • Melhora a resistência contra doenças
  • Fortalece o sangue, melhorando a produção de glóbulos brancos e plaquetas
  • Fortifica os músculos e os ossos
  • Melhora a memória e raciocínio rápido
  • Promove a função normal dos rins
  • Alivia a ansiedade e estresse
  • Alivia a insônia e melhora a qualidade do sono

MECANISMOS DE AÇÃO

As mais de dez trilhões de células do organismo estão sob constante ataque por radicais livres. Estes agentes prejudiciais podem acelerar a idade e destruir a vitalidade das células tão rápido quanto elas são produzidas. Goji é conhecido como a fruta da longevidade. Sua única molécula máster de polissacarídeos e poderosos antioxidantes defendem contra a idade prematura, combatendo os danos dos radicais livres através do corpo.

Goji aumenta a tolerância a exercícios, resistência e força. Ajuda a diminuir a fadiga, especialmente na recuperação do desgaste. Também estimula a liberação do hormônio GH pela glândula pituitária. Os benefícios do hormônio GH são extensos e incluem a redução de gordura, melhoria do sono, aumento da memória, aceleração na cura de doenças, restauração da libido e aparência jovial.

Cerca de 1 em cada 4 adultos nos EUA, possuem pressão alta (hipertensão). A pressão alta quando não é controlada, pode levar a ataque cardíaco, dores, insuficiência cardíaca ou renal. Por isso a pressão alta é chamada de "assassina silenciosa". Uma pesquisa feita em 1998 mostrou que o aumento da pressão sanguínea pode ser prevenida significativamente pelas moléculas de polissacarídeos contidas em Goji Berry.

Como o Goji ajuda o emagrecimento?

 

O Goji é conhecido na Medicina Chinesa pelos seus benefícios tanto para a saúde como para emagrecer. A fruta, ajuda a controlar o apetite e reduz os desejos por doces e carboidratos, além de ajudar a reduzir a glicemia do sangue, devido ao cromo, substância presente na fruta, que também ajuda a preservar a massa magra.
Além disso, as bagas aumentam a produção do hormônio de crescimento, que como sabemos, auxilia o corpo a gastar o estoque de gordura acumulada.

 

Citrus Aurantium

Extraído da laranja amarga, o Citrus Aurantium acelera o metabolismo, promovendo uma maior queima de gordura. O Citrus Aurantium possui uma substância chamada Sinefrina que possui uma ação próxima a da efedrina, proibida no Brasil porque aumenta os batimentos cardíacos e a pressão arterial. Já a Sinefrina é mais segura, pois não interfere no sistema cardiovascular, ativando o metabolismo através dos receptores existentes nos tecidos gordurosos.

Para quem malha, os benefícios são ainda maiores, pois o Citrus aurantium estimula a produção de adrenalina, a qual nos deixa mais ativos, com mais disposição, melhorando a performance e, se o treino incluir musculação, há ainda o aumento de massa magra, pois o Citrus aurantium deixa os aminoácidos mais acessíveis para a formação de proteínas, essencial na construção dos músculos.

Ainda há outros benefícios como efeito diurético, digestivo e protetor do estômago e desintoxicador do fígado. Além disso, não relatos de efeitos colaterais. Há estudos comprovando que o Citrus ajuda a aumentar a massa magra, pois melhora o aproveitamento das proteínas que constroem os músculos.

Pholia Magra

Essa planta brasileira oferece o pacote completo para reduzir medidas, pois contribui para a queima da gordura localizada, principalmente do abdômen. A Pholia Magra é um suplemento alimentar natural auxiliar nos tratamentos de emagrecimento.
Apesar de ser uma planta nativa do Brasil da família botânica Boraginácea, ela é sensação nos Estados Unidos e na Europa há mais de 2 anos. É constituída de alantoína, cafeína, potássio, taninos e óleos essenciais. Estes vários princípios ativos em grande concentração, atuam como redutores de peso com ação em gorduras localizadas, principalmente no abdômen, além de atuar como estimulante do sistema imunológico, também age no sistema nervoso, o que ajuda a controlar o apetite e aquela compulsão por comida.
Ela também pode estimular o sistema imunológico e evitar o acumulo de gordura nas paredes das artérias coronarianas, o que ajudaria a prevenir os problemas cardíacos relacionados com o sobrepeso. Sendo ainda diurética, o que ajudaria a desinchar o corpo. É ainda estimulante e tonificante para rejuvenescimento muscular e da pele.

Segundo pesquisas, a ação da Pholia Magra no organismo, se assemelha aos anorexígenos e outras drogas utilizadas no tratamento da obesidade, porém, por ser um produto natural não possui os efeitos negativos que essas drogas têm.


Pholia  Negra

Manipulada em cápsulas, essa planta retarda o esvaziamento gástrico, o que significa que a comida demora mais para passar pelo estômago e pelo intestino, garantindo saciedade por mais tempo. Em estudos com animais, ela apresentou efeito similar ao da Sibutramina. Os primeiros resultados apareceram em 30 dias.
Um estudo divulgado recentemente pela Universidade de São Paulo (USP) acaba de confirmar: a Pholia Negra é realmente eficiente no processo de emagrecimento.
A Pholia Negra foi testada durante cerca de dez meses pela professora Maria Martha Bernardi e sua equipe, da Universidade de São Paulo (USP), considerada a maior e mais importante universidade do Brasil.
Os pesquisadores concluíram que a erva é eficaz e segura como emagrecedor fitoterápico.
Pholia Negra é extraída erva I.Lex p., que foi submetida a várias pesquisas até a confirmação de sua eficácia no combate à
obesidade. Diante dos resultados positivos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou sua comercialização como produto fitoterápico.
Os testes realizados pela Universidade de São Paulo confirmam: a Pholia Negra reduz a fome. Com ela, o alimento permanece por mais tempo no estômago, prolongando a saciedade. A Pholia Negra também auxilia na redução do colesterol ruim, além disso, a erva tem efeito diurético e redutor dos níveis de glicemia no sangue, o que previne a diabetes.

 

Resultados:
- retarda o esvaziamento gástrico acelerando a plenitude gástrica (sensação de saciedade);
- promove manutenção do peso eliminado por até 12 meses;
- altera o metabolismo de ácido graxos e de glicose, diminuindo a formação de gordura visceral;
- reduz o quociente respiratório, indicando aumento da oxidação de gordura;
- reduz o sobre-peso em 10%

Cassialamina



Os frutos da Cássia nomame, uma planta da família da Fagáceas (Leguminosas), contêm cinco compostos dímeros de flavanos (ou compostos flavonóides) que possuem a capacidade de inibir a enzima Lipase, responsável pela quebra das moléculas de gordura.
Sem as lipases as gorduras não são digeridas e não são absorvidas pelo organismo.

Entre os cinco dímeros de flavanos presentes no extrato de Cássia nomame o mais potente inibidor da lipase chama-se 2s-3, 4,7-triidroxiflavano catequina.

O extrato é um inibidor da digestão de gorduras, que promove a perda de peso de modo seguro e eficaz.


Num estudo efetuado em 1997 e publicado na revista Phytochemistry, cientistas da Universidade de Okayama no Japão perceberam que extratos da planta Cássia nomame mostraram um “potente efeito inibitório na lipase”. Um dos constituintes flavonóides oligoméricos foi o que demonstrou a ação inibitória mais poderosa, com aproximadamente 30% (cerca de um terço) das moléculas de gordura permanecendo não digeridas nos testes de laboratório (1). O produto possui um mínimo de 8% de fenóis.
Os extratos do fruto de Cassia nomame comportaram-se da mesma maneira que muitas drogas prescritas populares nestes estudos.

Os dados disponíveis sobre a inibição da lipase sugerem que bloquear a absorção de gorduras ajuda as pessoas em dieta a perder peso e mantê-lo, evitando que o peso perdido seja ganho novamente.

BENEFÍCIOS DA INIBIÇÃO DA LIPASE:

Redução da pressão sangüínea, níveis de colesterol sérico, ácido úrico e dos níveis sangüíneos de açúcares.
Efeito positivo em alguns casos de apnéia do sono.
Reduz a incidência de casos em que o peso perdido é ganho novamente.

 

Slendesta

Substância da batata pode emagrecer, pois aumenta a sensação de saciedade; no Brasil, ela poderá ser encontrada, em breve, em barrinhas e no iogurte. Cientistas descobriram um componente da batata que tem o poder de emagrecer. Trata-se do Slendesta, que é capaz de reduzir o apetite em 30% e já foi aprovada pelo FDA, agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos. A substância, proveniente da batata, ajuda a reduzir a ingestão de calorias. Trata-se do derivado de uma proteína que prolonga a sensação de saciedade. Em forma de cápsulas, estimula a secreção do hormônio Colecistocinina, relacionado a mecanismos reguladores da fome.

Faseolamina

Obtida do feijão-branco, essa farinha é uma opção para quem não resiste às massas. O feijão branco, consumido por alguns, como salada ou como feijoada possui uma proteína chamada Faseolamina, que de acordo com estudos recentes pode ajudar no processo de emagrecimento.

A Faseolamina é uma glicoproteína que inibe a absorção do carboidrato (amido) encontrado em massas, batatas, arroz, pão, biscoitos, etc. Por este motivo ela pode te ajudar a emagrecer, mas isso só é possível pela ingestão da farinha deste grão.

Além de emagrecer, procure incluir este grão cozido na sua alimentação, ele fornece nutrientes como: cálcio, ferro, potássio, magnésio e outros minerais, e vitaminas E, K, folato e fibras. Uma porção de 2 colheres de sopa tem aproximadamente 57kcal.

Ela reduz em 20% a absorção de carboidratos, pois neutraliza a substância que carrega o amido para dentro das células, contribuindo para a perda de peso. Não adianta encher o prato com feijão- branco: só se obtém o benefício com a ingestão da farinha diluída em água e tomada antes das refeições.

 

Fucoxantin

Seu nome científico é
Laminaria japonica, mas também é conhecida por Seaweed, Kombu, konbu, dashima, haidai, Saccharina japonica.

· Suporta o metabolismo e descompõe a gordura em tecido adiposo, incluindo a gordura do ventre.
· O primeiro ingrediente derivado de algas marinhas com efeitos termogênicos clinicamente provados.
· Não estimula o sistema nervoso central e não vai causar nervosismo ou falta de sono.



É uma alga parda de grande tamanho podendo atingir 2,5 m. É a alga mais consumida em todo o mundo. A sua recolha é realizada em Maio. Apresenta altos teores de cálcio, magnésio e iodo possui um grande teor de ácido algínico, responsável pela prevenção da contaminação do organismo por poluição ambiental.
Muitas algas apresentam um conteúdo rico em proteínas, vitaminas e sais minerais, polissacarídeos e são amplamente utilizadas na alimentação, principalmente por povos orientais, há cerca de 10.000 anos.

· Fucoxantin é um pigmento marrom carotenóide, que é encontrado nas algas marinhas marrons e promove a perda abdominal de peso e combate o diabete.
· Fucoxantin é um poderoso suplemento nutricional que ajuda a emagrecer naturalmente, regulando o metabolismo, agindo nas funções intestinais e diuréticas, depurando o sangue e desintoxicando o organismo devido a ação simultânea dos Sais Minerais, Vitaminas, Aminoácidos essenciais e oligoelementos. Muito rico em iodo.

As Laminarias são empregadas como coadjuvante no tratamento do hipotiroidismo, sobrepeso, hipercolesterolemia, arteriosclerose, como uma fonte de iodo. Externamente para hemorragias dentais e ulcerações dérmicas dentre outras aplicações.
As Laminarias apresentam ação remineralizante, vitamínica, estimulante do metabolismo geral ativar a tireóide e hipolipemiante. A algina apresenta grande sensação de saciedade gástrica e pela sua capacidade de revestimento das mucosas, apresenta atividade antiulcerosa.

A termogênese é um processo pelo qual o corpo aumenta a taxa metabólica, requerendo a utilização da energia armazenada. Fucoxantin suporta o metabolismo ou a decomposição da gordura no tecido adiposo, incluindo a gordura na barriga e sem estimular o sistema nervoso central.

A fucoxantina consegue provocar a perda de peso reduzindo a acumulação de gordura no organismo. Esta é a principal conclusão de um estudo realizado num modelo experimental por pesquisadores da Universidade de Hokkaido (Japão) apresentado em São Francisco no marco do 232º Congresso Nacional da Sociedade Química Americana.
Este componente da alga marrom conseguiu uma redução de peso de 5 a 10% nos animais que participaram na investigação. Os autores consideram que a substância poderia converter-se num extrato natural ou fazer parte de medicamentos para lutar contra a obesidade.
A
fucoxantina é o pigmento que dá às algas marrons sua cor característica, bem como o elemento que favorece o processo de fotossíntese. Encontra-se em altas concentrações em vários tipos de algas marinhas marrons.
O pesquisador doutor Kazuo Miyashita assinala que, segundo seu trabalho, realizado em 200 animais, o componente trabalha estimulando a geração de uma proteína, a
UCP-1, que estimula a oxidação e a conversão de gordura em energia. Esta proteína se acha localizada no tecido gorduroso que rodeia os órgãos internos, sendo que o composto poderia ser particularmente efetivo à hora de lutar contra os depósitos de gordura no abdômen, indica o pesquisador, que destaca que é a primeira vez que se demonstra que um composto natural reduz a gordura atuando na UCP-1.
Por outro lado, o fucoxantin parece estimular ao fígado a produzir um composto denominado DHA, um tipo de ácido gorduroso Omega-3 que reduz o LDLc, que a sua vez contribui à obesidade e a doença cardiovascular.

Comparadas às plantas superiores, as algas marinhas têm um espectro incomparavelmente mais variável, e uma concentração maior de componentes potenciais e materiais ativos utilizados nos alimentos e derivados, ganhando cada vez mais adeptos para uma alimentação saudável e usos farmacêuticos e cosmetológicos derivados dos seus componentes e princípios ativos.

Indicações:
· Emagrecedor
· Antioxidante
· Desintoxicante
· Depuração do sangue
· Suplemento nutricional
· Regulador do metabolismo
· Redução da pressão arterial
· Redução de colesterol
· Melhora a função intestinal
· Ação diurética
· Fortalece o sistema imunológico
· Manutenção e regulação da secreção do hormônio tiroxina na tireóide
· Ajuda no crescimento de unhas e cabelos, deixando-os mais fortes

Koubo

O Koubo é o extrato da cactácea Cereus sp com ação na redução do apetite, principalmente doces, e controle do peso

Conhecido como o ”doce do deserto” o Koubo é uma suculenta e deliciosa fruta muito popular no agreste brasileiro, utilizada amplamente na culinária do norte e nordeste do país em preparações doces, como compotas e geléias.

Estudos científicos e testes laboratoriais constatou que o Koubo possui propriedades importantíssimas no processo de emagrecimento. Verificou-se que o extrato da fruta, ingerida em cápsulas, diminui a vontade de comer doces e atua como moderador natural de apetite, devido sua propriedade sacietogênica (aumenta a sensação de saciedade).

O Koubo – ”o doce que emagrece” ainda favorece a quebra e a eliminação de moléculas de gorduras localizadas.

O Koubo tornou-se um potente extrato natural moderador de apetite e auxiliador no processo de emagrecimento que sacia a fome e, principalmente, diminui a vontade de comer doces.

Devido sua propriedade hiperglicemiante, o Koubo não deve ser utilizado em pessoas com diabetes. O Koubo deve ser manipulado mediante prescrição e quantidade médica.

O Koubo é rico numa série de substâncias, dos quais, podemos citar; os responsáveis pela moderação do apetite (tiramina), redutor de medidas e queima de gorduras (n-metiltiramina), redutor de colesterol-LDL (omega 6 e 9), diurético (betalaina e indicaxantina) e antioxidante (vitamina c).

O Koubo ativa um hormônio do nosso organismo, chamado GLUCAGON, que é responsável pela disponibilização da energia armazenada no corpo, em outras palavras, o Koubo estimula o seu organismo a utilizar suas próprias reservas energéticas (açúcares e gorduras) além de inibir o apetite, principalmente, a vontade de comer doces.

Irvingia Gabonensis (Manga-Africana)ou Ayslim

A Irvingia gabonensis também conhecida como Manga-Africana, pode ser ideal para pessoas que querem emagrecer rápido, controlar o peso e melhorar o bem-estar e a saúde do corpo, de forma segura e eficaz, embora seu uso como suplemento dietético seja relativamente recente na cultura ocidental. Na África Ocidental e Central, a Irvingia é mais conhecida como Manga-de-Arbusto, Manga-Selvagem e Árvore-de-Manga-Selvagem, sendo altamente valorizada por sua nozes e frutos amarelos. A Irvingia gabonense contém um alto volume de fibras e assim como a maioria das sementes e nozes, sendo rica em gorduras saudáveis.

A Irvingia influência, pelo menos, cinco componentes-chave do metabolismo das gorduras. Aumenta os níveis de Adiponectina em pessoas obesas, um hormônio secretado por células de gordura para ajudar na sensibilidade a insulina e dar apoio a saúde cardiovascular; inibe a atividade do glicerol-3-fosfato desidrogenase, enzima que converte glicose em triglicerídeos, que em seguida, são armazenadas em células de gordura; restaura a atividade normal da Leptina, o hormônio da obesidade; inibe a ação da amilase, reduzindo o número de calorias absorvidas na ingestão de amido e inibe a formação de novas células de gordura, influenciando na atividade da enzima PPAR Gama.

Até o momento, estudos têm mostrado que é possível perder peso rápido com a Irvingia gabonensis. Isto porque a Manga-Africana é altamente benéfica na perda de peso geral e na redução da gordura abdominal, ajudando na melhora da circulação do corpo. É útil também na redução do colesterol ruim e triglicérides e aumento considerável do colesterol HDL (colesterol bom) em muitos casos, devido principalmente ao seu alto teor de fibras.
Ensaios clínicos e pesquisas têm demonstrado que essa é a fibra solúvel da Irvingia gabonesis é um poderoso agente para perda de peso, vez que tem habilidade de suprimir o apetite e ajudar a perder peso e gordura corporal, auxilia no retardo do esvaziamento do estômago, vez que permite a absorção de açúcares da dieta, o que ajuda a reduzir os níveis de glicose no sangue após as refeições.
 

Nos Estados Unidos, 28 artigos de pesquisa sobre a Irvingia já foram publicados U.S. National Institutes of Health (PubMed) desde 1980. Elas envolvem uma ampla gama de estudos sobre o papel da Irvingia na redução dos níveis de açúcar no sangue em diabéticos, alivio da dor, prevenção da malária e tratamento de infecções bacterianas e fúngicas, sendo que foram utilizadas mais de uma espécie de Irvingia nas pesquisas.
Como suplemento para perder peso, as pesquisas se basearam no extrato das sementes da Irvingia gabonensis. Recentes estudos em humanos sobre a suplementação com o extrato de sementes de Irvingia gabonensis mostram mudanças positivas após 10 semanas nos seguintes testes: colesterol total, colesterol LDL, glicemia, proteína c-reativa, adiponectina e leptina. Estes resultados foram baseados no duas vezes ao dia, dose de 150 mg, do extrato da semente da Manga Africana. A média de perda de peso durante o período de estudos nos pacientes foi de cerca de 12 quilos e 6,3 no percentual de gordura, além de cerca de 16cm de medida de cintura. (res: Dr. Dennis Clark, Irvingia Extract Weight Loss and Side Effects).
Outros estudos também mostram seus efeitos sobre a regulação de genes que influenciam a produção de hormônios e enzimas que controlam o metabolismo de gordura.

Efeitos Colaterais:
O principal efeito colateral da Irvingia garbonensis demonstrado em estudos, pesquisas e depoimentos individuais é justamente na diminuição do apetite, provavelmente pelo fato da Irvingia aumentar a atividade da Leptina, substância relacionada a fome e o maior apetite
A Irvingia também pode não ser tão eficaz para pessoas que comem muito e pode ter efeitos diferentes em pessoas que seguem uma dieta baixa em carboidratos, vez que as ações da planta visam o metabolismo de carboidratos referentes às células de gordura, os carboidratos complexos parecem ser importantes na utilização deste suplemento. Pesquisadores em Camarões, país onde a Irvingia garbonesis é um alimento nativo, notaram que o consumo a longo prazo da sementes podem estar associados a resistência ao diabetes e a resistência a obesidade. As sementes de Irvingia têm sido utilizadas por tribos indígenas africanas como engrossadores de sopa por séculos, sem que tais pessoas não tenham sofrido quaisquer efeitos colaterais negativos aparentes decorrentes do consumo quase diário da Irvingia gabonensis.
 

Óleo de Cártamo

O Cártamo (Carthamus tinctorius é uma planta medicinal também conhecida como Açafrão-dos-Tintureiros. Pertence a família Asteraceae. A palavra carthamus deriva do hebraico kartami, que significa tingir. Provavelmente originário da Ásia e África, é conhecido desde a Antiguidade como fonte de um corante amarelo utilizado em culinária (daí a designação de ‘açafrão bastardo’) e outro vermelho, a 'cartamina', ainda hoje muito utilizado no Sudoeste Asiático para tingir a seda. Sendo atualmente uma cultura importante na Índia, é também cultivado um pouco por todo o mundo.

O óleo de Cártamo possui várias propriedades e benefícios, dentre eles se destacam a aceleração na perda de gordura (principalmente na região abdominal), regularização do nível de colesterol LDL e triglicerídeos, aumento da energia e imunidade, normalização do perfil metabólico entre lipídeos e insulina, aumento da definição muscular, proteção antioxidante, auxílio ao organismo na produção de substâncias antiinflamatórias, além de prevenir o aparecimento de celulites e ser benéfico para a pele.

O óleo de Cártamo é um anti-oxidante natural que possui propriedades que podem acelerar o metabolismo das gorduras, auxiliando assim, no controle da obesidade.

Estudos indicaram que esse óleo contém substâncias que atuam obrigando o organismo a usar a gordura acumulada como combustível contribuindo para uma maior eliminação de gordura.

Isso acontece porque seus nutrientes conseguirem inibir a ação de uma enzima específica (LPL- Lípase Lipoproteica).
A enzima LPL tem como função transferir a gordura presente na corrente sanguínea para o interior das células adiposas, responsáveis por armazenar a gordura corporal e que compõem o tecido adiposo do corpo humano. Quanto maior e mais intensa a atividade desta enzima maior quantidade de gordura é armazenada dentro das células adiposas e, como conseqüência, a pessoa engorda. Portanto, os nutrientes do óleo de Cártamo, tem a capacidade de bloquear da ação da LPL, o que obriga o organismo a utilizar o estoque de gordura já existente como fonte de energia gerando a chamada lipólise, que é a queima de gordura.

Um estudo recente realizado pela Ohio State University descobriu que o óleo de Cártamo pode dissolver a gordura da barriga, sem dietas que seja seguida uma dieta ou programa de exercícios físicos. O estudo também mostrou que duas colheres de sopa de óleo de Cártamo (ou o equivalente em suplementos) tomado todos os dias pode ajudar as pessoas (principalmente mulheres) perder a gordura da barriga, bem como perder mais mais gordura no geral.

Os pesquisadores descobriram que o Cártamo aumenta a produção de um hormônio chamado Adiponectina. Esse hormônio avisa ao corpo para usar a gordura como fonte primária de energia. Por razões que os cientistas e os pesquisadores não entendem ainda, no caso das mulheres que tomam Óleo de Cártamo, a gordura extra que se queima parece ser mais orientada para o meio do corpo. A adiponectina também ajuda o corpo a produzir menos insulina, substância que armazena carboidratos extras.

O Cártamo também é rico em ácido oleico ômega-9, que é uma gordura monoinsaturada saudável. As gorduras monoinsaturadas são boas para o corpo quando consumidas regularmente e, segundo os pesquisadores, podem cortar o risco de doenças cardíacas em até 45%. Cientistas japoneses também descobriram que o ácido oleico ômega-9 reduz a probabilidade de acidente vascular cerebral (AVC). Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o óleo de Cártamo é capaz de diminuir rapidamente os níveis de colesterol em cerca de metade das pessoas. Outro estudo realizado na mesma universidade constatou que o ácido oléico estimula a produção do lipídio oleil-etanolamida (OEA), substância que reduz o apetite, aumenta a perda de peso e diminui a produção de LDL, o chamado mau colesterol.

O óleo de Cártamo contém proteínas, minerais, vitaminas, especialmente a vitamina E. A vitamina é, um conhecido antioxidante natural, é importante no combate aos radicais livres, que atacam diretamente às células do corpo. A vitamina E ajuda a defender as membranas do corpo contra o estresse oxidativo, além de manter uma boa saúde e beneficiar o sistema imunológico. O óleo também é recomendado para todos os tipos da pele, é altamente hidratante e calmante para a pele.

O Cártamo é uma das mais ricas fontes de ácido linoléico. O CLA (ácido linoléico conjugado) em forma de suplemento é necessário para manter uma boa saúde, pois é extremamente difícil de obter um nível ótimizado de CLA apenas seguindo uma dieta normal. O Cártamo é usado na perda de peso como um queimador de gordura.

O Cártamo é um diaforético moderado. Ajuda na circulação do sangue e alivia a dor. Usado como um unguento para contusões, deslocamentos e inflamações. O óleo é usado para massagem. As pétalas são comestíveis. As flores são usadas para colorir comida, e são usados como um substituto mais barato para o Açafrão. É usado também para colorir pães, margarinas e bebidas. Os brotos jovens são comestíveis quando cozido como um legume. O óleo é alto em polinsaturados e é usado na arte culinária em saladas e molhos.

 

Óleo de Côco

A Gordura que emagrece
Depois de um bom tempo no banco dos réus, o óleo do coco é absolvido e considerado auxiliar no emagrecimento - quando incluído no cardápio diário. Segundo os seus defensores, com o consumo é possível eliminar até 3 kg por semana.
 

Eis um fruto bem aproveitado: as fibras de sua camada externa são muito valorizadas para a confecção de peças decorativas. Já a sua polpa permite a preparação de uma infinidade de pratos doces e salgados. E tem mais: a água contida em seu interior é rica em minerais e considerada um isotônico natural. Como se não bastasse, desse alimento também é extraída uma substância que, cada vez mais, ganha a simpatia de quem busca saúde e um corpo enxuto.

Apesar de visto como um vilão no passado, por conter alto teor de gordura saturada, o óleo de coco ressurge como um herói na alimentação. De fato é uma gordura saturada, mas de origem vegetal, sem colesterol e de fácil digestão e absorção pelo organismo, se transformando rapidamente em energia. O melhor desse óleo está no seu alto teor de Triglicerídeos de Cadeia Média (TCM), um tipo de gordura boa e difícil de ser encontrado em alta concentração.

Quando consumido regularmente, ele auxilia na redução do colesterol ruim (LDL), no aumento dos níveis de energia, no processo de emagrecimento e na redução da adiposidade abdominal. Também eleva a capacidade antioxidante geral do organismo e pode atenuar o processo de envelhecimento cutâneo.
 

Em diversas ilhas do Oceano Pacífico, o óleo de coco é o principal tipo de gordura utilizada na dieta dos nativos e corresponde, em algumas regiões, a cerca de 60% das calorias diárias ingeridas. Vale dizer que, nestes locais, a incidência de doenças comuns no mundo ocidental, como diabetes, cardiopatias, câncer e obesidade, é baixíssima. Pesquisadores compararam o cardápio de parte da população que mantinha a dieta local tradicional com a outra parcela que seguia um menu ocidentalizado. O resultado mostrou que a saúde e a dentição dos habitantes com dieta tradicional eram excelentes, enquanto a outra parte apresentava mais problemas de saúde e doenças degenerativas.
 

Menos peso, mais saúde

Como a gordura do óleo de coco não precisa de enzimas especiais para ser absorvida e se transforma rapidamente em energia, não fica depositada no corpo. Por isso, ela é considerada termogênica (aumenta a produção de calor no organismo e queima gorduras) e ajuda no emagrecimento. O óleo da fruta tem o poder de estimular o metabolismo orgânico, aumentando o gasto calórico, e converte calorias em energia. E isso não ocorre com o consumo de Triglicerídeos de Cadeia Longa (TCL), que estão presentes em outros tipos de óleo, como os de soja, girassol e milho. Emagrecer com a gordura do coco é uma conseqüência desse processo e o ideal é adotar o seu consumo para melhorar a saúde como um todo. E, nas pessoas com excesso de peso, surge uma agradável surpresa: o emagrecimento, que pode chegar a 3 kg por semana!E mesmo quando se abandona o consumo do óleo, os resultados da dieta são mais duradouros se comparados aos de outros regimes.

10 Motivos para consumir Óleo de Côco

1 - Ação ANTIOXIDANTE – Colabora na diminuição da produção de radicais livres. Isso se deve principalmente à ação direta da vitamina E presente na gordura de coco, composta por oito frações desta vitamina; quatro tocotrienóis (alfa, gama, delta e teta) e quatro tocoferóis (alfa, gama, delta e teta).

Ao contrário de outras gorduras, principalmente em relação aos óleos poliinsaturados, a gordura de coco diminuiu as necessidades de vitamina E do organismo.

2 – COLESTEROL - Ajuda na redução do mau COLESTEROL (LDL) e evita que ele se oxide. Por outro lado, promove a elevação do bom COLESTEROL (HDL), contribuindo assim na prevenção e no tratamento das doenças cerebrais e cardiovasculares.

3 – Colabora no processo do EMAGRECIMENTO – De fácil absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de triglicerídeos de cadeia média, não necessita de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, estes triglicerídeos rapidamente se transformam em energia, desta maneira não se depositam no organismo. Por isso ela é considerada “termogênica”, ou seja, capaz de gerar calor e queimar calorias. Esta propriedade, aliada a capacidade que a gordura de coco tem de estimular a glândula tireoide, aumenta o metabolismo basal e, consequentemente, emagrece.

4 – Melhora o sistema IMUNOLÓGICO - Age na prevenção e no combate aos VERMES, BACTÉRIAS e FUNGOS, restabelecendo a energia “roubada” por estes agentes. Conseqüentemente melhora a absorção dos nutrientes, aumentando todas as defesas do organismo. A gordura de coco apresenta a maior concentração de ácido láurico entre todas as gorduras vegetais.

Em outras palavras, é o mesmo ácido graxo presente no leite materno.

Entre centenas de trabalhos científicos, hoje a gordura de coco é capaz de ajudar a combater uma infinidade de bactérias, leveduras, fungos e vírus, tais como sarampo, herpes, estomatite vesicular e Cytomegalovirus (CMV), Epistein Barr, vírus, vírus da hepatite C (HCV), Aids (HIV), H. pylori, Giárdia, cândida, Cryptosporidium e outros parasitas intestinais.

5 – Regula a FUNÇÃO INTESTINAL – Tanto nos casos de prisão de ventre ou mesmo nas diarreias, os componentes da gordura de coco agem normalizando as funções intestinais. Ao mesmo tempo o ácido láurico, através do monolaurin, ajuda a eliminar as bactérias patogênicas (inimigas), protegendo e favorecendo o crescimento da “flora amiga”.

6 – Tireoide - Melhora o funcionamento da TIREOIDE, tendo ainda ação antienvelhecimento – Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que a gordura de coco estimula a função da glândula TIREOIDE. O bom funcionamento da TIREOIDE faz com que especificamente o mau colesterol (LDL), através de processo enzimático, produza os hormônios antienvelhecimento: Pregnenolona, Progesterona e DHEA (dehidroepiandrosterona). Todas estas substâncias são necessárias na prevenção de doenças cardiovasculares, senilidade, obesidade, câncer, entre outras doenças crônicas relacionadas à idade.

7 - Ação COSMÉTICA – A maioria das loções e cremes comerciais é constituída predominantemente de água. Estas preparações úmidas são rapidamente absorvidas pela pele seca e enrugada. Assim que a água entra na pele, o tecido é expandido como um balão com água, então as rugas desaparecem e a pele se torna mais macia. Porém, tudo isto é temporário. Em poucas horas a água é absorvida e levada para a corrente sanguínea e, tanto a secura como as rugas reaparecem. Além de não resolver o problema de hidratação e das rugas, estes cremes ou óleos refinados estão quase sempre oxidados, trazendo consigo uma montanha de radicais livres, que agravam cada vez mais o tecido elástico da pele tornando-a mais envelhecida.

A gordura de coco pode ser aplicada diretamente sobre a pele e mesmo nos cabelos, funcionando com um “condiocinador” natural, para isso é só massagear os cabelos com 1 colher das de sobremesa antes do banho. Além de hidratar a pele e não conter radicais livres, previne rugas numa verdadeira ação antienvelhecimento. Isto se deve a “lubrificação” da pele, permitindo que os nutrientes do sangue cheguem até ela.

8 – Ação dermatológica – Além do poder bactericida na pele, pode ser utilizada como cicatrizante de feridas, picadas de insetos, alívio em queimaduras e, sobretudo nos eczemas e dermatites de contato, bem como no tratamento do herpes e candidíase.

9 – Diabéticos – Controla a compulsão por CARBOIDRATOS – Assim como os alimentos ricos em fibras ajudam a manter níveis estáveis de insulina no sangue, conseqüentemente facilitando a vida dos diabéticos, a gordura de coco proporciona uma sensação de saciedade ainda maior e, acima de tudo não estimula a liberação de insulina, contribuindo desta forma para diminuir o “craving” (compulsão) por carboidratos, principalmente a doces. Contrário aos demais óleos poliinsaturados que dificultam a entrada da insulina e nutrientes para dentro das células, deixando-as literalmente “famintas”, a gordura de coco “abre as suas membranas”, não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição, restabelecendo os níveis normais de energia.

10 – Fadiga crônica e Fibromialgia - Até recentemente, estas duas doenças não eram reconhecidas pela medicina tradicional. Somente agora após uma grande divulgação na mídia da melhora clínica de milhares de pacientes, é que o tradicional “stablischment”, deu mão a palmatória, chegando mesmo a ser reconhecida pelo FDA, quando liberou um medicamento para combater este mal.

Estas duas enfermidades muitas vezes se confundem e há autores que afirmam que ambas têm a mesma etiologia. Porém a esmagadora maioria da classe médica ainda insiste em afirmar que estas duas afecções são na realidade um quadro depressivo mascarado, devendo por isso mesmo ser tratada com antidepressivos.

Enquanto na fibromialgia predomina o sintoma DOR, na síndrome da fadiga crônica, o cansaço é a tônica. Em outras palavras:

A fibromilagia pode ser considerada um processo reumático, que frequentemente acomete o pescoço, região lombar, ombros, nuca, parte superior das coxas, joelhos, nádegas, cotovelos e parte superior do tórax. É importante lembrar que os fenômenos dolorosos podem acometer qualquer parte do corpo.

Tanto a dor quanto o enrijecimento matinal é mais acentuado pela manhã, que muitas vezes é acompanhado de: insônia, dor de cabeça, depressão, mente embotada, desorientação, alterações digestivas, tonteiras, ataque de pânico e vermelhidão facial.

O sistema imunológico de uma pessoa afetada, frequentemente é hipersensível a muitos fatores, tornando o indivíduo hiperalérgico a muitos alimentos. Estes sintomas podem ser agravados por outras alergias, falta de sono, estresse e infecções agudas.

Entre as causas associadas a estas duas patologias destacamos: herpes zoster, Epstein-Barr vírus (o vírus do beijo), mononucleose infecciosa, resfriados e estados gripais, deficiência nutricional, intoxicações por metais pesados (mercúrio, chumbo, arsênico, cádmio, flúor, cloro, entre outros), finalmente a deficiência de sais minerais e, o eterno desafio do homem, o estresse.

Hoje, a gordura de coco talvez seja uma das melhores soluções para combater a síndrome da fadiga crônica e fibromialgia.

Os ácidos gordurosos de cadeia média, sobretudo o láurico, podem eliminar vírus como os do herpes e Epstein-Barr, que se acredita sejam os grandes responsáveis por estas entidades. Combate e ajuda eliminar cândida, giárdia e ameba. Ainda eliminam uma grande quantidade de vírus, bactérias e até mesmo certos vermes que podem estar relacionados à estas duas patologias.

A grande maioria dos pesquisadores acreditam que não é um único tipo de vírus ou bactéria os responsáveis pela síndrome da fadiga crônica e, mesmo da fibromialgia, mas sim, a combinação de vários agentes e fatores. Nestas condições a gordura de coco age neutralizando uma gama enorme destes agentes infecciosos. Melhora o sistema imunológico, elimina o estado de estresse sofrido por ele. Enfim, por aumentar nosso metabolismo e por recuperamos nossa energia plena, nos sentimos “mais jovens”, com capacidade para realizar nossos sonhos.

Óleo “extravirgem” de coco não existe, é firula do fabricante para impressionar incautos. Essa denominação é exclusiva do azeite de oliva. O óleo virgem de coco é extraído da polpa fresca do coco maduro e não da polpa seca, chamada Copra.

É comum o óleo virgem de coco ficar rançoso, graças a embalagem e transporte inadequados. É bom abrir, cheirar fundo e provar logo após a compra – o sabor deve ser fresquinho até o fim, o aroma sem qualquer fundo de ranço. Caso não sejam, devolva.
 

 

Bactérias podem ser chave para perda de peso

Equipe disse que alterar os tipos de bactérias encontradas nas vísceras pode trazer mais resultados do que simplesmente reduzir calorias

Na busca constante por soluções efetivas para o problema da obesidade, cientistas chineses estão estudando o impacto de certas bactérias sobre o peso da pessoa.

A equipe disse que alterar os tipos de bactérias encontradas nas vísceras pode trazer mais resultados do que simplesmente reduzir calorias.

Segundo estatísticas divulgadas pela Organização Mundial de Saúde, mais de 1,4 bilhão de adultos com idade a partir de 20 anos estavam acima do peso em 2008.

Destes, 200 milhões de homens e 300 milhões de mulheres foram classificados como obesos. E os índices continuam crescendo - eles dobraram desde 1980.

Testes com ratos em laboratório identificaram uma associação entre bactérias e obesidade, mas experimentos com humanos ainda estão em fase inicial.

Alcachofra e tofu

Em um estudo publicado na revista científica Microbiology Ecology, cientistas em Xangai estudaram 93 pessoas obesas com Índice de Massa Corporal (IMC) médio de 32.

O IMC se baseia no peso e altura de uma pessoa para determinar se ela está dentro dos padrões ideais de saúde. Um IMC de 32 kg/m2 corresponde ao que os especialistas classificam como obesidade grau 1. A categoria máxima, ou grau 3, inclui pessoas com IMC acima de 40.

Além de seguirem uma dieta saudável - rica em legumes, verduras, alcachofra e tofu - os participantes consumiram suplementos que estimulavam o crescimento de certos tipos de bactérias em seus intestinos e inibiam outros.

De tempos em tempos, eles eram medidos e pesados, preenchiam questionários detalhando o que haviam comido nas últimas 24 horas e eram submetidos a exames físicos.

Após nove semanas, os participantes tinham perdido em média 5 kg cada um. Um grupo menor de voluntários (45% deles) prosseguiu com a dieta. Ao fim de 23 semanas, tinham perdido em média 6 kg cada um.

Um paciente com obesidade grau 3 que participou de um estudo anterior ao experimento descrito acima, perdeu 51 kg em seis meses.

Segundo o estudo, índices da proteína C reativa, associada a obstruções nas artérias e danos em vasos sanguíneos no coração, também foram reduzidos durante o experimento.

No entanto, os pesquisadores chineses admitiram que não é possível saber com certeza se todos os efeitos observados foram resultado da manipulação das bactérias no intestino dos participantes.

Interação complexa

Um dos pesquisadores envolvidos no projeto, Liping Zhao, da Shanghai Jiao Tong University, disse que índices mais altos, no intestino, de bactérias que produzem toxinas, como as enterobactérias, podem levar o organismo a desenvolver resistência à insulina, impedindo que a pessoa se sinta satisfeita após comer.

Em vez de uma cumbuca de arroz, essa pessoa precisa de cinco, dez ou até 20 cumbucas, ele explicou.

Zhao acrescentou que alterar o tipo de bactéria presente no intestino pode também ativar um gene que faz o corpo queimar gordura.

"Está na hora de o público saber das evidências científicas que temos, que demonstram que bactérias têm um papel central na obesidade."

Outros cientistas comentam, no entanto, que as milhares de espécies de bactérias que vivem no nosso organismo interagem com nossos corpos de forma complexa, e que mais estudos são necessários para que possamos entender melhor como as coisas funcionam.

O pesquisador Stephen Bloom, do Imperial College London, disse: "Existem dez vezes mais bactérias no organismo do que células".

Não há dúvida de que alterar os tipos de bactérias nos corpos das pessoas pode trazer efeitos significativos, ele acrescentou. Por exemplo, a disenteria introduz bactérias diferentes no intestino, levando à perda de peso.

Mas Bloom disse que pessoas de países diferentes tendem a ter bactérias diferentes, o que dificulta a comparação.

E além disso, como houve uma alteração na dieta, fica difícil identificar com precisão o que levou ao emagrecimento, ele concluiu.

A diretora do órgão inglês de saúde pública Public Health England, Alison Tedstone, disse: "Acima de tudo, a obesidade tem a ver com um consumo maior de calorias do que o que se gasta. Muitas coisas interferem no tipo de bactéria que temos no nosso intestino, a mais importante delas é a nossa alimentação."

"O estudo faz associações interessantes, a questão é, como transformá-lo em orientação válida para o público em geral?"

O conselho de Tedstone, embora não seja novidade para ninguém, é irrefutável: Siga "uma dieta saudável e equilibrada" e faça bastante atividade.

 

Quando o alimento faz mal e engorda:

Gordura TRANS, inimiga oculta

A gordura Trans, tão mal falada nos últimos tempos, nada mais é que a velha conhecida Gordura Vegetal Hidrogenada, criada para dar mais sabor, melhorar a consistência e prolongar o prazo de validade de alguns alimentos, a gordura Trans está na pipoca de microondas, nos salgadinhos de pacotes, nos donuts, nos biscoitos, nas bolachas, nos sorvetes, nas margarinas e em vários itens das refeições de lanchonetes fast-food, como a batata frita, os nuggets e as tortinhas doces. A gordura Trans é um importante fator de risco para infartos, derrames, diabetes e outras doenças e o melhor a fazer é tentar bani-la do cardápio.

A trans surge da transformação de óleos vegetais líquidos em sólidos, por meio de um processo químico chamado hidrogenação parcial. Como sua origem é vegetal, durante muito tempo ela foi tida como uma opção mais saudável à gordura saturada, que, conforme se descobriu no fim da década de 50, faz mal ao coração. Encontrada sobretudo em carnes vermelhas, ovos e leite, entre outros alimentos, a gordura saturada aumenta os níveis no sangue do mau colesterol, o LDL.

Aparentemente benéfica, a trans conquistou a indústria de alimentos, mas no fim da década de 90, contudo, várias pesquisas científicas demonstraram que a trans é mais nociva do que a saturada e a explicação para isso é que, durante a solidificação dos óleos vegetais, as moléculas de gordura passam por um rearranjo estrutural que faz com que elas, ao ser ingeridas, facilitem o depósito de LDL nas paredes das artérias coronárias. Além disso, a trans reduz as quantidades de uma proteína essencial à produção do bom colesterol, o HDL.

Pouca gente, no entanto, conhece os perigos embutidos na margarina do café-da-manhã, no bolo do lanche da tarde ou nos biscoitos que as crianças levam para a escola. Esse fato fez soar o alarme nas agências reguladoras de alimentos. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que até 2006 os rótulos dos alimentos industrializados devem informar o consumidor sobre a quantidade de gordura trans contida neles.
O mesmo prazo foi dado pela FDA às empresas americanas. São os grandes causadores da celulite, tão temida e odiada pelas mulheres.

O consumo médio de gordura trans chega a 3% do total calórico diário. Numa dieta de 2.000 calorias, isso equivale a 6,6 gramas – ou quatro biscoitos recheados de chocolate. Pode parecer pouco, mas, em se tratando de gordura trans, é uma quantidade absurda. A Organização Mundial de Saúde preconiza que a ingestão diária de trans não ultrapasse 1% das calorias. Para a indústria, a dificuldade é substituir a gordura trans sem alterar as características dos alimentos. Embora os primeiros estudos sobre a sua nocividade tenham cerca de dez anos, só agora os primeiros produtos trans free estão chegando ao mercado.

Do ponto de vista cardiovascular, esse tipo de gordura é pior que a saturada- de origem animal. A causa: ela "plastifica" os vasos, levando a infartos e derrames.

A gordura hidrogenada é uma gordura vegetal que foi criada pela indústria para ser uma alternativa à gordura saturada, a do bacon, da lingüiça,da picanha, da manteiga, etc. Mas como não existe gordura no mundo vegetal,somente óleos, foi criado, então, um processo de transformação desses óleos vegetais em gordura sólida.

Os óleos são colocados em uma câmara com gás hidrogênio, que se transforma em uma pasta preta ( um tipo de graxa ) com mau cheiro, que precisa ser alvejada para ficar sem cor e desodorizada para ficar sem cheiro.

Ela deixa tudo crocante porque se solidifica nos alimentos após a fritura, formando uma casquinha. Isso acontece também nos vasos que ficam impedidos de dilatar.

Por isso, está se tornando comum esportistas jovens sofrerem parada cardíaca durante a prática de qualquer esporte, pois durante a atividade física, o fluxo sangüíneo aumenta, mas o vaso não dilata para a passagem do sangue. É quando ocorre o infarto.

O maior desafio é para as cadeias de fast-food, pois além de não terem encontrado ainda um óleo "trans free" que mantenha o sabor dos lanches, há um problema de ordem econômica a ser vencido. Uma das grandes vantagens da gordura trans é que ela pode ser reaproveitada várias vezes sem perder suas características iniciais. Esse entrave foi o que fez com que a maior rede de fast-food do mundo fosse condenada pela Justiça dos Estados Unidos.

Uma dica: quanto mais durinho o alimento industrializado maior a quantidade dessa gordura, abaixo, uma lista de produtos que podem carregar um nível elevado de gordura Trans.

Então, fique longe de:

- Frituras de fast-food: usam essa gordura para todas as frituras porque ficam crocantes
- Salgadinhos (Chips, etc)
- Batatas fritas:
as de pacote e as que acompanham fast-food)
- Massa folhada
- Margarina:
é uma gordura vegetal hidrogenada
- Biscoitos:
praticamente todos, principalmente os recheados e os wafer
- Sorvetes:
a grande maioria, até mesmo os light. O sorvete hidrogenado é mais espumoso
- Chocolate:
cuidado com os Diet, são os piores
- Cookies
- Tortas e bolos recheados, prontos e semi-prontos (ficam bem fofos)

- Chocolates em barra e bombons
- Pipoca de microondas
- Maionese

- Leite:
os achocolatados prontos (Todynho, por exemplo)

- Requeijão cremoso:
atualmente estão acrescentando gordura vegetal hidrogenada até em alguns requeijões. Leia o rótulo, e prefira os que não tenham.
- Donuts
- Pães:  
principalmente os de massa doce
- Sopas e cremes industrializados
- Temperos prontos em tabletes ou em pó
- Manteiga light:
esse tipo engana o consumidor, pois 50% é margarina

 

Conheça os benefícios dos grãos para a perda de

peso e a melhora da saúde

Linhaça, Feijão-Branco e Quinoa são aliados da dieta. Os grãos, na prática Ortomolecular, completam uma dieta e podem auxiliar na diminuição do peso, além de prevenir outros problemas de saúde. São indicados para quem tem sobrepeso, obesidade, prisão de ventre, colesterol, celulites ou para quem está em busca de uma alimentação saudável.
Recomenda-se adicionar os grãos em frutas, saladas, iogurtes ou sopas. Uma colher de sopa em cada refeição já é suficiente. A seguir, conheça os benefícios de cada tipo de grão e confira dicas de como inclui-los na alimentação diária.

:: Linhaça ::

Rica em fibras, a linhaça pode ser encontrada na forma de grãos, óleo ou farinha. Ela regula o intestino, diminui a ansiedade e a inflamação em células de gordura.
— Uma das funcionalidades da linhaça é consumir bastante espaço no estômago e impedir que ele seja esvaziado rapidamente. Sem contar que as fibras existentes no grão também estimulam a produção de hormônios ligados à saciedade, que avisam ao cérebro que a barriga está cheia.
A linhaça pode ser adicionada em frutas, sucos, iogurtes e até em refeições, sendo salpicada na comida. Antes de consumi-la, triture as sementes e guarde em potes de vidro bem fechados e conserve na geladeira durante três dias. Você pode também germinar as sementes, deixando-as de molho por 24 horas num recipiente com água. Em seguida, bata no liquidificador até formar um gel, que deve ser guardado na geladeira em um pote por até cinco dias. Este gel pode ser usado em sucos, vitaminas e sopas.

:: Quinoa ::

Fonte de proteína, carboidratos, vitaminas, minerais, aminoácidos e cálcio, a quinoa é o melhor e mais completo alimento de origem vegetal. É rico em fibras e ajuda no funcionamento intestinal, reduz a absorção de lipídeos, diminui os sintomas da TPM, é uma ótima fonte de vitaminas E, D e do complexo B. É permitido o uso diário deste grão, sendo duas colheres de sopa por dia.
A quinoa pode ser aproveitada na preparação de folhas refogadas, no mesmo processo de preparo de couve ou espinafre. O grão também pode ser cozido com o arroz e temperado em saladas, ou no preparo de sopas. A farinha da quinoa pode ser usada para preparar mingaus, pães, pudins, massa para panqueca e biscoitos.

:: Chia ::

Semente mexicana que tem um sabor parecido com o de nozes, a chia pode ser encontrada em forma de grão, óleo ou farinha. A sua composição ajuda a perder até três quilos em dois dias. Além disso, controla a pressão, melhora o humor, auxilia no tratamento de câncer de mama, reduz diabetes e deixa a pele mais bonita.
Ela pode acompanhar os sucos ou, se preferir, a pessoa pode comer uma colher de sopa antes do almoço e outra antes do jantar. Mas atenção: o excesso desse grão pode provocar efeito contrário no organismo.

:: Feijão branco ::

O feijão branco tem uma proteína de reserva chamada de Faseolamina. Quando ingerida, ela inibe a digestão do carboidrato e retarda a absorção de açúcares no sangue e também ajuda a melhorar o aspecto da pele.
O ideal é consumir esse grão por meio de farinha. É recomendada uma ingestão por, no máximo, 30 a 40 dias, e de apenas uma colher de café antes do almoço, diluída em uma pequena quantidade de água. Isso porque o feijão cru tem toxinas, que, em grandes quantidades, podem ser prejudiciais à saúde. Ele também pode ser acrescentado em receitas de pães e no molho citronet especial para saladas, além da feijoada.

:: Amaranto ::

Cereal auxilia na perda de peso, reduz o nível de colesterol no sangue, rico em cálcio e fortalece os ossos. Além de combater o envelhecimento precoce da pele é uma fonte de cálcio biodisponível (melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros tipos de vegetais.
Os flocos de amaranto podem ser processados para transformá-lo em farinha, que pode substituir a farinha branca nas receitas, desde que respeitando o consumo de uma colher de sopa por dia.

:: Painço ::

Da mesma família de grãos de arroz e milho, o painço contribui no processo digestivo, ajuda a manter a resistência dos ossos e age no controle de absorção de glicose. Ele pode ser consumido diariamente, na quantidade máxima de duas colheres de sopa.
Ele deve ser cozido em água fervente e servido igual ao arroz. Preste atenção: o consumo exagerado pode causar diarréia e levar ao ganho de peso.
 

 

 

O epidemiologista-chefe da Escola de Medicina de Harvard, Walter Willet, diz no site www.transfreeamerica.org que a introdução dos hidrogenados na alimentação foi o maior desastre da história alimentícia nos EUA. Resultou numa epidemia de obesidade e demais doenças.

Em 2001, foi divulgado um estudo - feito em 84 mil enfermeiras, durante 14anos - no qual ficou confirmado que a principal gordura relacionada ao diabetes e ao aumento do colesterol e triglicerídios era a hidrogenada.

No ano seguinte, cientistas americanos pediram um novo estudo. Queriam que ficasse claro quanto de gordura hidrogenada uma pessoa poderia consumir por dia, sem prejudicar sua saúde. O resultado foi surpreendente: ZERO.

A gordura trans está camuflada!

A gordura vegetal hidrogenada, depois de muitos anos sendo consumida por nós, inocentemente, foi declarada vilã! Agora, podemos ler nos rótulos dos produtos as observações "sem gordura trans", "0% de gorduras trans" ou, simplesmente, "gordura vegetal".Nessa última informação é que mora o perigo, já que não há precisão sobre o que é exatamente essa tal de gordura vegetal! Ela pode ter sido substituída pela gordura interesterificada, que também causa problemas ao nosso organismo.


Gordura Interesterificada

A palavra está à solta sobre os perigos dos ácidos graxos trans e com as novas leis exigindo a rotulação de gorduras trans, os processadores de alimentos estão trabalhando arduamente em busca de alternativas livres de trans. Lipídeos vegetais livres de gordura trans são líquidos e queimam numa temperatura muito baixa e são muito instáveis para serem utilizados para fritar e eles não são sólidos o suficiente para uso como uma manteiga em produtos de forno. Os óleos poliinsaturados são líquidos porque as moléculas de gorduras — chamadas de ácidos graxos — contêm uma curva ou torção onde quer que estejam faltando átomos de hidrogênio, que estão exatamente na posição das ligações duplas. Conseqüentemente, eles não se agrupam facilmente e permanecem líquidos, mesmo quando geladas.


Nas gorduras saturadas não estão faltando quaisquer átomos de hidrogênio; elas são moléculas retas que se agrupam facilmente e conseqüentemente são sólidas em temperatura ambiente. Ácidos graxos monoinsaturados, os quais só estão faltando dois átomos de hidrogênio na posição da ligação dupla único, são líquidos em temperatura ambiente, porém sólidos quando gelados.

O processo da hidrogenização parcial produz gorduras trans “endireitando” as moléculas não saturadas por uma reestruturação dos átomos de hidrogênio na posição da ligação dupla. Estes gorduras alteradas são sólidas na temperatura ambiente e então podem ser utilizados em produtos assados e para frituras. Mas os ácidos graxos trans têm sido crescentemente implicados como estimulantes do câncer, da doença do coração, das doenças auto-imunes, de processos degenerativos de tendões e ossos, e de problemas com a fertilidade e do desenvolvimento. Os ácidos graxos trans nas gorduras vegetais parcialmente hidrogenadas são a causa principal da diabetes tipo 2, caracterizado por níveis altos de ambos: insulina e glicose no sangue, porque eles inibem os receptores de insulina nas membranas celulares.

A solução óbvia para a indústria alimentícia seria utilizar as gorduras saturadas naturais como o óleo de coco, a gordura de palma, banha e sebo (de animais ruminantes como vacas e ovelhas) para frituras e para produtos assados, como era tradicionalmente feito. Mas esta atitude envolveria admitir que a demonização das gorduras saturadas que tem sido mantida pelos últimos cinqüenta anos seria algo completamente não científico. E um retorno a uma política sensata de usar gorduras naturais, tradicionais poderia reduzir a credibilidade, a reputação e o enorme poder da indústria dos óleos vegetais, que é fulcro primordial do sistema americano de commodities agrícolas.

A "Solução"

A solução seria um processo altamente industrializado chamado de interesterificação, que reorganiza os ácidos graxos em triglicerídeos.

Na natureza, os ácidos graxos normalmente são configurados como triglicerídeos, que contém três ácidos graxos reunidos em uma molécula de glicerol. A interesterificação move continuadamente estes ácidos graxos e como resultado a gordura interesterificada tem diferente propriedades para derreter e assar.

A interesterificação foi primeiramente aplicada à gorduras naturais como o óleo da palma e a banha. Por exemplo, na banha natural, mais ou menos 2 por cento dos triglicerídeos têm três ácidos graxos saturados e mais ou menos 24 por cento têm três ácidos graxos não saturados. Os triglicerídeos restantes têm uma combinação de ácidos graxos não saturados e saturados. Depois da interesterificação, os números de triglicerídeos com três componentes saturados ou três insaturados são incrementados enquanto os números de triglicerídeos com uma combinação de ácidos graxos saturados e não saturados são reduzidos. O resultado é uma elevação na temperatura de derretimento e uma "melhora" nas qualidades de assar, para dar mais volume aos bolos.

A interesterificação da gordura do núcleo de palma origina um lipídio com propriedades muito específicas para certos doces, por exemplo: “derreta na sua boca, mas não na sua mão”.

Para produzir margarinas e imitadores de banha com reduzido teor ou livre de gorduras trans, os fabricantes interesterificam uma mistura de óleo líquido com óleo completamente hidrogenado. O óleo que está completamente hidrogenado, em oposição ao parcialmente hidrogenado, contém 100 por cento de ácidos graxos saturados uma vez que os ácidos graxos não saturados no óleo líquido foram completamente saturados com hidrogênio. Os ácidos graxos resultantes são ácidos principalmente de 18 carbonos, o ácido esteárico, o mesmo das gorduras demonizadas encontradas na carne bovina e manteiga! Essa gordura completamente hidrogenada é muito dura, então só uma quantia pequena é necessária — mais ou menos 10 por cento para — misturar e interesterificar com o óleo líquido para produzir um gordura de textura flexível (fácil de espalhar). Recentemente no Canadá, fabricantes apresentaram uma mistura interesterificada de gordura de palma e/ou gordura do núcleo da palma e com óleo de canola.

Produção

Existem dois métodos básicos para os fabricantes interesterficarem as misturas de lipídios. A maneira mais comum utiliza um catalisador químico, como o metóxido ou o etóxido de sódio (solventes industriais perigosos e altamente tóxicos), ou os arriscados: liga de potássio de sódio ou sódio metálicos. Os três primeiros exigem calor entre 80o C a 120º C para produzir ácidos graxos interestereficados. O produto deve então ser neutralizado (remover o catalisador cáustico), alvejado (livrar-se da cor escura marrom resultante) e desodorizado (um processo que realmente pode introduzir gorduras trans na mistura).

Outro método utiliza enzimas para produzir as gorduras interesterificadas. É mais caro, mas resulta em menos perda de óleo pela formação de sabões, ésteres e mono- e di-glicerídeos.

Qualquer que seja o método usado tenha a certeza que esse é um processo altamente industrializado envolvendo calor que começa com óleos que já foram sujeito a um processo altamente industrializado prévio. O produto resultante pode livre de trans, mas ele ainda assim ele conterá resíduos químicos, hexanos e muitos produtos residuais finais perigosos, repletos de radicais livres.


Efeitos na saúde

Claro, a indústria está esperançosa de que estas novas misturas interesterificadas não terão os efeitos negativos para a saúde como as gorduras trans. Mas um estudo recente, publicado no Nutrition and Metabolism, (2007, 4:3) fornece motivos de preocupação. Os pesquisadores compararam as gorduras trans e as gorduras interesterificadas com a gordura saturada e seu relativo impacto aos lipídios sanguíneos e na glicose plasmática. Trinta voluntários humanos participaram no estudo, que tiveram controle estrito da gordura total e da composição dos ácidos graxos das respectivas dietas. Cada indivíduo consumiu todas as três dietas em de forma aleatória durante períodos de quatro semanas para cada dieta.

O colesterol HDL declinou ligeiramente com ambas, as gorduras trans e interesterificadas, mas o problema real seriam os níveis de glicose e os níveis de insulina. Os níveis de insulina saltaram 10 por cento na dieta com gordura parcialmente hidrogenada de soja, mas se elevou mais do que o dobro na dieta com gordura interesterificada, fazendo o açúcar do sangue subir alarmantes 20 por cento. Deste modo parece que estas misturas interesterificadas afetam a produção de insulina pelo pâncreas tanto quanto os receptores de insulina nas membranas celulares.

A troca de uma diabetes tipo 2 para um diabetes tipo 1 não parece ser algo muito promissor.

Demonizando a Competição

As sombras que se projetaram sobre as gorduras trans ofereceram uma perfeita oportunidade para trazer as gorduras saturadas naturais de volta às nossas dietas, mas a indústria dos óleos vegetais está trabalhando nos bastidores para ter certeza que não isso venha a acontecer. Eles contrataram empresas de Marketing para conseguir que artigos sejam publicados nos jornais e na mídia popular advertindo o público contra os perigos das gorduras saturadas. Um bom exemplo é o seguinte, publicado no site healthscience.org: "Mas a gordura de palma é uma alternativa horrível... Todas estas gorduras tropicais estão gorduras altamente saturadas. Como a manteiga, o queijo e a carne, as gorduras tropicais elevam o colesterol LDL e entopem as artérias com placas, aumentando seu risco para um ataque cardíaco... Iríamos comercializar um entupidor de artérias para as pessoas?"

Outra vítima é a manteiga, que contém uma porcentagem pequena de gorduras trans naturais que não são prejudiciais; De fato o corpo transforma algumas das trans naturais da manteiga em CLA, um combinação que tem propriedades anti-câncer. Na Europa, agências do governo têm sido cuidadosas para distinguir entre a natural gordura trans da manteiga e da gordura da carne daquelas trans artificiais das gorduras vegetais parcialmente hidrogenadas; a trans natural não foi adornada com rótulos pejorativos. Mas de acordo com a FDA, não existe nenhuma diferença entre gorduras trans naturais e artificiais. Como resultado, varejistas como a Starbucks estão proibindo a manteiga em produtos assados a fim de divulgarem que seus bens assados são 100 por cento livres de trans! Deste modo, uma vez mais, as gorduras naturais estão sendo alijadas com a escova negra de seus substitutos artificiais.

Outras Soluções

MISTURAS DE BANHA: Uma companhia, Source Food Technologies, localizada na Carolina do Norte, está fazendo uma mistura patenteada de óleo de milho e banha. Tacitamente admitindo as virtudes da banha, a companhia observa que a mistura reduz o colesterol (sim, o principal ácido graxo da banha reduz o colesterol!), diminuiu os níveis de gorduras trans (assumindo que pelo menos uma parte do óleo de milho foi parcialmente hidrogenado) o que resulta em menos absorção de gordura pelos alimentos fritos. Este remonta à questão de que seria uma mistura que é principalmente banha!

SÓLIDOS DE XAROPE DO ARROZ: Uma companhia, California Natural desenvolveu "um xarope sólido de arroz natural que fornece a funcionalidade das gorduras trans e pode substituir 100 por cento da gordura em produtos assados" como também a gordura dos sorvetes. Esse composto é semelhante em tamanho aos glóbulos de gordura e tem "estruturas de carboidrato únicas devido à estrutura molecular de amido do arroz. Então ele é um carboidrato que atua como se fosse uma gordura."

GORDURAS COM REDUZIDO TEOR DE ÁCIDO LINOLÊNICO: As empresas de biotecnologia começaram a comercializar soja com baixo teor de ácido linolênico (soja com baixo teor de ácido graxo ômega-3 instável) produzida ou por modificação genética ou cruzamento convencional a fim de reduzir ou eliminar as gorduras trans no processamento do óleo de soja. (Durante o processamento o ácido graxo ômega-3 é que será preferencialmente convertido em gorduras trans.)

GORDURAS TROPICAIS: Na Europa, muitas companhias estão usando mais as gorduras tropicais, como a gordura de palma, as quais "fornecem um corpo e textura aos produtos sendo que nenhuma modificação adicional à gordura será necessária, resultando em uma natural escolha para os free-trans." Infelizmente, nos EUA, este movimento sensato encontrou resistência veemente da indústria da soja e seus agentes, como um certo Centro para Ciência ao Interesse Público (Center for Science in the Public Interest).
Referências
 


* Sundram K, Karupaiah T, Hayes K.. (2007). "Stearic acid-rich interesterified fat and trans-rich fat raise the LDL/HDL ratio and plasma glucose relative to palm olein in humans.". Nutr Metab. DOI:10.1186/1743-7075-4-3.
* "New Fat, Same Old Problem With An Added Twist? Replacement For Trans Fat

* Todd Runestad. Como viver sem trans gorduras. Functional Foods & Nutraceuticals, dezembro de 2004

 

Substitua a margarina.
No pão, use requeijão (selecionado), queijos, geléia ou manteiga (regular).
Na culinária, use os óleos vegetais. Eles fazem bem à saúde desde que não sejam hidrogenados. Prefira o óleo de arroz, pois ele não satura facilmente.

 



A culinária Ortomolecular, assim como a medicina que leva este nome, tem como principais objetivos corrigir os erros alimentares - principalmente de micronutrientes, ou seja, minerais, vitaminas e ácidos graxos (gorduras) essenciais - e neutralizar os radicais livres dentro do organismo. Na realidade, as descobertas da medicina ortomolecular somente corroboram os princípios de vários sistemas alimentares naturistas que já existem há muito tempo, alguns desenvolvidos há algumas décadas até outros existentes há milhares de anos. A diferença é que agora, com os novos recursos da bioquímica e com o estudo dos radicais livres, se sabe para que e porque, determinados alimentos e formas de preparo são indicadas, e outras não.
 

Praticamente todos os princípios alimentares indicados por vários sistemas naturistas estão sendo corroborados por experimentos bioquímicos e estatísticos no momento. Como na época em que esses sistemas foram criados não havia a tecnologia de hoje para comprova-los, os criadores desses sistemas valiam-se do mais sensível aparelho existente sobre a terra, a "máquina humana" que somos nós mesmos. Ou seja, eles se valiam do empirismo direto, da avaliação dos fatos feita por seus "aparelhos humanos". O empirismo indireto, ou seja, a avaliação dos fatos baseada em meios indiretos, como aparelhos e reações químicas, está confirmando o que foi estabelecido pelo empirismo direto há tempos. Ou seja, o tão "anti-científico" caminho da intuição e da avaliação subjetiva está tendo um reconhecimento por parte da comunidade científica.

 


 


 

1) Comer alimentos ricos em anti-oxidantes
Além de um equilibrio entre proteínas, carboidratos, gorduras essenciais, minerais e vitaminas, podemos focar nossa dieta em alimentos que contém anti-oxidantes, para inibir a ação dos radicias livres. Os principais anti-oxidantes contidos nos alimentos são vitamina C, vitamina E, beta-caroteno, o mineral selênio e os aminoácidos Cisteína e Metionina.

2) Comer uma parte dos alimentos crus
Existem várias enzimas e vitaminas contidas nos alimentos que são destruídas e uma parte dos minerais é "lavada" pela água do cozimento. Anti-oxidantes como a vitamina C e a E, são parcialmente destruídas em qualquer forma de cozimento, mesmo no vapor. O ideal é que pelo menos 40% das refeições seja composta de alimentos crus.

3) Cozimento no vapor
Pelo mesmo motivo do ítem acima. Existe determinadas enzimas e vitaminas que são termolábeis (se destroem com o calor excessivo) e/ou hidrosolúveis (que se dissolvem na água do cozimento). O cozimento, especialmente com muita água, retira também grande parte dos minerais. O cozimento no vapor é feito com temperatura um pouco mais baixa e sem contato direto com a água. Além de preservar as vitaminas, minerais e enzimas, preserva melhor o sabor dos vegetais.

4) Utilizar vegetais sem agrotóxicos
Os agrotóxicos utilizados nos vegetais são indiretamente produtores de radicais livres. O nosso fígado é capaz de neutralizar esses agrotóxicos mas para isso utiliza grande quantidade dos anti-oxidantes disponíveis no organismo. Essa utilização dos anti-oxidantes deixa outros processos vitais carentes dessas substâncias. Alguns agrotóxicos também contêm metais pesados que ficam retidos no organismo, produzindo efeitos nocivos. A ironia é que com isso, acabamos utilizando as vitaminas contidas nos alimentos somente para eliminar os tóxicos contidos nesses mesmos alimentos.

No Brasil infelizmente ainda são usados agrotóxicos que já foram proibidos em todo o resto do mundo e além do mais, em quantidades muito maiores do que as recomendadas. Alguns supermercados já oferecem alguns vegetais orgânicos e também hidropônicos. Apesar dos orgânicos serem melhores que os hidropônicos, pois utilizam nutrientes naturais, nenhum dos dois contém agrotóxicos.

5) Utilizar cereais integrais
No processo de refinação são retirados os óleos nobres, aminoácidos, minerais, vitaminas e fibras contidas no germe e na película que recobrem os cereais. Tornam-se portanto a chamada “caloria vazia” fornecendo somente amido ao organismo. Por isso propiciam prisão de ventre e acúmulo de gordura (pela falta de fibras e Complexo B) e lenta desnutrição e desmineralização do organismo.

6) Evitar frituras e margarinas
Quando aquecidos, os óleos mudam suas características bioquímicas radicalmente em termos de efeito no organismo. De um efeito protetor quando crus, passam a ter um efeito produtor de radicais livres quando aquecidos. As margarinas, apesar de não conterem colesterol, tem o mesmo efeito da gordura saturada no organismo.

7) Evitar carne vermelha, porco ou carne em conserva
Além do tão temido colesterol, a combinação de alto teor de Ferro e gordura da carne vermelha forma uma combinação deletéria. O ferro e gordura, em combinação com os sais biliares presentes no intestino, forma o estercobilinogênio, substância com alto poder tóxico. O tão apreciado “tostadinho” da carne é uma bomba de radicais livres. A quantidade de 100 gramas desse “tostadinho” (que é facilmente ingerido em um churrasco, por exemplo) equivale à quantidade de radicais livres produzidos por 15 cigarros.

As carnes em conserva, ou seja, presunto, salsicha, salsicha de frango ou peru, lingüiça, mortadela, paio, aves e peixes defumados, "blanquete" de peru etc, todos contém nitratos e nitritos, que são conservantes que produzem câncer. Mesmo o inocente peru ou frango em conserva contém estes conservantes. Muitos defumados também contém nitratos e nitritos, além do defumado em si, pois a gordura das carnes, sob a ação da fumaça, produz alta quantidade de radicais livres no organismo.

Não é à toa que o vegetarianismo diminui muito a chance de câncer no intestino (e em outros locais também). O Japão antes da ocidentalização, com sua dieta tradicional à base de peixe cru, arroz integral, algas, ban-chá, gengibre e vários outros alimentos anti-oxidantes, tinha a menor incidência de câncer no mundo. Se ingerirmos carne vermelha é adequado que não seja freqüente e que seja conjuntamente com uma farta quantidade de saladas cruas para minimizar seus efeitos nocivos.

8) Evitar enlatados e conservas artificiais
Alguns conservantes contidos nesses produtos são tóxicos ao organismo. Em geral, quanto mais artificial o produto, mais trabalho dá ao corpo para eliminá-lo.

9) Evitar açúcar branco
Como já foi comentado na parte dos carboidratos. o açúcar branco está relacionado com obesidade, diabetes, desmineralização do organismo e problemas psico-emocionais. O açúcar também diminui a resistência imunológica.

10) Evitar xantinas (cafeína e similares)
O café (e similares como chá preto, mate, guaraná em pó, chocolate, refrigerantes “cola”, noz de cola) é certamente a droga mais usada e abusada na nossa sociedade. A cafeína é um forte excitante do sistema nervoso central e aumenta a freqüência cardíaca, a pressão arterial, respiração, atividade gastrintestinal, produção de ácido do estômago, a função do rim e a atividade mental. O uso diário e freqüente tende a produzir sintomas no estômago, irritabilidade, impaciência, insônia, fadiga e instabilidade emocional. Algumas formas de depressão são equilibradas somente retirando-se o café. Em pessoas sensíveis este efeito é bastante evidente.

As xantinas também interferem com a absorção de várias vitaminas e minerais, entre eles o Ferro e o Cálcio. Por produzirem resistência no organismo, muitos indivíduos necessitam de doses cada vez maiores de para produzir o efeito excitatório. Seu aroma e sabor especial, aliado ao efeito de aliviar temporariamente a fadiga, produz uma forma de vício e dependência em algumas pessoas. O café descafeinado reduz o problema da cafeína mas são usadas outras substâncias químicas no processo de descafeinização. Além disso, não é somente a cafeína que produz irritação digestiva mas também outros óleos aromáticos contidos nele. O café e similares, como drogas “light” que são, deveriam ser usadas somente esporadicamente ou eliminadas da dieta, em indivíduos sensíveis.






Avalie sua alimentação 

COMO ANDA SUA ALIMENTAÇÃO?

O questionário abaixo ajudará você a verificar como estão seus hábitos alimentares. Ao responder às questões, leve em consideração os últimos seis meses

1- Pela manhã, você se alimenta de que forma?
a. Não tomo café-da-manhã
b. Tomo só um café preto
c. Como sempre pão, cereais e leite (ou derivados)
d. Costumo comer pão integral, leite (ou derivados).
Também incluo frutas

2- Você tem o hábito de:
a. Fazer apenas duas refeições durante todo o dia
b. Tomar café-da-manhã, almoçar e jantar
c. Comer pouco nas refeições principais e beliscar durante o resto do dia
d. Fazer as três refeições principais e entre elas comer um pequeno lanche

4- Com que freqüência você ingere bebidas alcoólicas?
a. Quatro ou mais vezes por semana
b. De uma a três vezes na semana
c. Apenas em poucas ocasiões
d. Nunca bebo nada alcoólico

3- Como está sua ingestão de frutas?
a. Nunca como frutas
b. Como no máximo uma ou duas por semana
c. Como uma fruta quase todos os dias
d. Como pelo menos uma porção por dia

5- Entre alimentos integrais e ''refinados'' (arroz, pão etc.), você:
a. Nunca opta pelos integrais
b. Raramente consome algum integral
c. Às vezes opta por algum integral
d. Sempre escolhe os integrais

6- Na hora do almoço, como costuma ser sua alimentação?
a. Tenho o hábito de comer muito, já que essa é a principal refeição
b. Como somente uma saladinha de folhas
c. Como vegetais, uma porção de arroz e de feijão e algum tipo de carne magra. Para finalizar, não dispenso a sobremesa
d. Encho meu prato de salada e sempre coloco no prato um grelhado e uma porção de arroz ou de massa. Quando como sobremesa, costumo dar preferência às frutas

7- Quanto tempo você costuma levar para fazer uma refeição:
a. Menos de 5 minutos
b. Entre 5 e 10 minutos
c. Entre 10 e 15 minutos
d. Mais de 15 minutos

8- A diferença entre diet e light é:
a. Não existe diferença
b. O diet tem menos calorias, gorduras e açúcares do que o light
c. O diet não tem açúcar, enquanto o light tem um pouco
d. O diet apresenta ausência de açúcar ou gordura, enquanto o light apresenta redução e algum componente e/ou calorias

9- Quando quer perder peso, você:
a. Pula refeições e não come quase nada o dia todo
b. Utiliza shakes, fórmulas ou medicamentos por conta própria para emagrecer
c. Faz um regime seu, ou segue algum indicado em uma revista ou por um conhecido
d. Consulta-se com Médico-Especialista (Endocrinologista)

10- Com que freqüência você ingere fast-food?
a. Diariamente
b. 3 a 4 vezes por semana
c. 2 vezes por semana
d. 1 vez por semana ou menos

GABARITO

CADA RESPOSTA VALE
a. 0 ponto
b. 1 ponto
c. 2 pontos
d. 3 pontos

10 PONTOS OU MENOS

A qualidade de sua alimentação precisa melhorar. Você deve estabelecer horários, quantidades e prestar atenção à qualidade dos alimentos que consome. Procure ajuda de um especialista

DE 11 A 20 PONTOS

Você se alimenta bem, mas pode melhorar. Procure consumir mais alimentos integrais (pães, arroz) e frutas. Estabeleça horários fixos para as refeições, inclusive para os lanches

DE 21 A 30 PONTOS
Sua alimentação está adequada. Sabe escolher os itens e procura se informar sobre hábitos saudáveis.

 


 

Este artigo não pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional do paciente e  fazer um estudo pormenorizado com exames laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma)e outros através de sangue, urina e fezes.

Dr. Rogério Alvarenga é Médico (CRM-RJ 23.389-0), Especialista em Medicina Ortomolecular. É também Endocrinologista e tem Título de Especialista em Nutrologia Médica pela AMB. É membro da Academia de Ciências de NovaYork ("The New Academy of Sciences" - USA) entre outras no exterior. Membro da ABESO(Associação Brasileira para Estudos da Obesidade) e  outras. Membro-Fundador da SOMORJ-Sociedade de Medicina Ortomolecular do Estado do Rio de Janeiro.

 

Medicina Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em Geral. Para informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada. Terapia Ortomolecular, Teste do Cabelo, Intoxicação por Metais Pesados, Prevenção do Envelhecimento, Tratamento para Crescimento em Crianças e Adolescentes, Aumento de Massa Muscular em Atletas, Tratamento do Stress, Depressão, Irritabilidade, Agressividade, Andropausa, Menopausa, Reposição Hormonal Feminina e Masculina ,Doenças da Tireóide, Medicina Preventiva, Desinteresse Sexual Masculino e Feminino, Artrite, Artrose, Osteoporose, Fibromialgia, Queda de Cabelos, OBESIDADE, Magreza, Distúrbios do Colesterol e Triglicérides, Nutrologia Médica e Endocrinologia em GeralPara informações e marcação de consulta ligue para (21) 2611-2244 e mesmo que caia em uma gravação, deixe seu nome, número de telefone e sua mensagem. As consultas somente são feitas com hora previamente marcada.  Para marcação de consultas utilize-se também do Fax (21) 2611-7520; entretanto, Sugestões, Perguntas e Dúvidas somente serão respondidas pela internet.

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